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Uma história verídica contundente.
Em 2001, Alain Marécaux e sua esposa Edith foram presos em acusações de pedofilia. Atos horríveis que nunca cometeram. Estas acusações a eles e a vários outros provocou um dos escândalos mais perturbadoras na moderna história judicial da França e veio a ser conhecido como o caso de Outreau. Um drama perturbador que investiga o sistema judicial corrupto em que Alain passou anos lutando para sair da prisão, limpar seu nome e manter a sua família.
Prêmio do Cinema Europeu do Festival de Veneza de 2011
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Ótimo filme! Triste história...vi dua 26/12/22.
Juízes e médicos, ate chegar lá acham que são deuses, quando assumem seus estatus tem certeza, São duas profissões que mais se tem casos te corporativismo cruel e sem escrúpulos, justamente pela importância que os mesmos tem..
Nesta obra podemos acompanhar o martirio de um cidadão comum , que a principio se cria aquela duvida se é ou não é, plot twist em fim, mas que com o seu desenvolvimento vai se notando a falta de base e loucura das provas, não sabia que era baseado em fatos reais, de uma das piores injustiças do judiciário Frances, a cena do julgamento chega a ser surreal o absurdo do veredito..
Uma salva de palmas para a interpretação emotiva do Philippe, sua doação tanto emocional quanto física para o personagem, de se admirar !!
E é impossível não pensar em nosso País campeão em casos assim, com profissionais do mesmo gabarito de inutilidade que vemos no filme, não basta muito, abra o google e vá pesquisar casos assombrosos de erros judiciais, que beiram p abstrato de credulidade.
Muito bom.
Um filme profundamente incomodo, revoltante mesmo. Mas o grande cinema ás vezes é assim. Philippe Torreton tem um desempenho monstruoso. Nota: 4,5 (0-5)
Notre Dame!
Que filme angustiantemente foda!
Pior é saber que foi baseado num caso verídico e
que a justiça, como sempre, não é perfeita.
Sem deixar de mencionar o mecanicismo de alguns
magistrados como o Juiz Burgaud que, entorpecido
pelo vazio de pensamento - como Adolf Eichmann,
tenente-coronel da SS julgado em Israel em 1961 -,
preferiu cumprir sua função sem o mínimo de humanismo,
mantendo sua carreira intacta, incapaz de mensurar a possibilidade
de dar o braço a torcer e rever suas metodologias. Enquanto isso,
vidas e liberdades iam sendo ceifadas em nome da conservação
do poder e da dominação no campo judiciário.
Revoltante!
filme ágil, que consegue manter o clima paranóico e perturbador do começo ao fim;
a atuação de Philippe Torreton espetacular. (2)