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O rei Aguar (Donald Crisp) e sua família viking são vítimas de uma traição e fogem para o exílio, ficando sob a proteção do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda. Quando atinge a maioridade, o filho de Aguar, Príncipe Valente, é enviado pelo seu pai à Camelot para se tornar cavaleiro. Valente deseja se tornar escudeiro de Sir Brack (James Mason), mas quando sofre um ataque de um cavaleiro desconhecido, consegue fugir e chegar a um castelo onde conhecerá o seu grande amor, a princesa Aleta (Janet Leigh). Extras: Cartazes Originais, Fotos e Trailer.
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Empolgante adaptação da clássica HQ medieval de Hal Foster, com Wagner perfeito no papel e boas cenas de ação!
"Príncipe Valente", de 1954, na minha (re)avaliação, continua fascinante, divertido e nostálgico. A trama entrega uma envolvente e romanceada aventura mesclada com drama de ação, do início ao final.
Dirigido por Henry Hathaway, com roteiro de Dudley Nichols, este clássico épico medieval é baseado nas aventuras do herói homônimo das histórias em quadrinhos criadas por Harold "Hal" Foster, por sua vez inspiradas em lendas arturianas.
No elenco estelar, temos as presenças de Robert Wagner, Janet Leigh, James Mason, Debra Paget, Sterling Hayden, etc...
Gosto muito de apreciar e comentar sobre este belo e fabuloso filme realizado com o uso do processo CinemaScope.
Em "O Príncipe Valente", Henry Hathaway e o diretor de fotografia Lucien Ballard constróem quadros “equilibrados”, nos quais os elementos são distribuídos com certa igualdade ao longo de sua extensão. Aos diretores acostumados à tela quadrada, a um mundo mais “fechado”, instituir outra possibilidade para a mise-en-scène não seria tarefa fácil.
Lidar com o CinemaScope significava, portanto, lidar com uma composição que ao mesmo tempo poderia acrescentar, ao mesmo tempo subtrair. No primeiro caso, dispor de mais elementos, como personagens, objetos, ou simplesmente colocar no quadro um espaço antes impossível (o que, é inegável, valorizaria cenários e o luxo hollywoodiano).
Não poderia deixar de elogiar a deslumbrante fotografia, os incríveis cenários, os impecáveis figurinos e a perfeita direção de arte.
Me recordo de ter assistido este memorável filme pela primeira vez no extinto Cine Clube (TV Globo), na década de 80 e revisto, ocasionalmente, nos bons tempos da antológica Sessão da Tarde e no extinto Festival de Férias.
Para quem ainda curte produções épicas do gênero aventura medieval, realizadas na época dourada do cinema hollywoodiano, o entretenimento é mais do que garantido.
Finalmente assisti e gostei muito!
Que locações, que cenografia!
Adoro filmes que retratam a Távola Redonda e com lutas de espada. É um clássico. Mas o final correu demais. Nem mostrou como eles voltaram da Escandinávia.
Filme de aventura bacana, com bom elenco e cheio de ação da metade para o final. E como todos já disseram, o duelo final ficou muito bem feito. Vale uma conferida.