Donovan Turner é dona de uma loja de café da vizinhança. Como ela não consegue ter sucesso no amor, o café se torna a vida dela. Porém, a chegada do seu ex-namorado e de um escritor na cidade vai balançar o coração dela.
Eu só queria uma comédia-romântica bobinha e a sinopse e os personagens e o ambiente (que fotografia!), sim, todos apontavam para isso. Mas até a primeira metade, eu honestamente estava sorrindo. Havia amado a personagem principal, uma mulher independente e bonita, dona do próprio negócio e fascinada por café (como amante de café, eu quase sentia o cheiro). Havia amado os secundários, os baristas engraçados, a irmã louca, o cunhado doce. E então, ele chegou. Escritor, à procura de inspiração, lindo e estilosamente desleixado. Eu, por vontade própria, daria meu café para ele, sem nem me importar que ele não era cafecólatra como eu. E a química normal se segue. E então, o outro chega. O ex-namorado, monótono, com um emprego de fazer bocejar, ajeitadinho, com palavras ensaiadas. E ela fica em dúvida. Hm, Donovan, exatamente no que você está em dúvida mesmo? É de se esperar todas as ações que vem a seguir, cada uma das cenas eu já tinha na cabeça. Os erros, os dramas, as corridas chorosas, os reconfortos, os corações partidos se remendando.
Nesse ponto, sim, eu já estava rolando os olhos, mas começar a mexer no celular e parar de prestar atenção só começou no inesperado mais que surpreendente aparecimento do script da peça. E começou meu ódio por personagens que se ofendem, entram na casa dos outros como um furação, jogam na cara do dito cujo o quanto foi magoada e depois saem correndo como se estivessem pegando fogo, sem se quer dar uma chance da pessoa se explicar. E a mulher tão independente e forte, de repente, virou uma dama em perigo. Sem contar do meu ódio secundário por uma irmã que se resume na frase: com alguém assim na família, quem precisa de inimigo?
Daí para frente, na minha opinião, foi de comédia-romântica bobinha e clichê para novela mexicana com final açucarado até dar cárie.
Muito fofo!!! Fotografia e trilha sonora belissimas!!!!!
Bonitinho, assisti só pela Rachel Hendrix mas acabei curtindo o filme.
Fofo, eu gostei muito!! Os atores são lindos e tem química.
Eu só queria uma comédia-romântica bobinha e a sinopse e os personagens e o ambiente (que fotografia!), sim, todos apontavam para isso. Mas até a primeira metade, eu honestamente estava sorrindo. Havia amado a personagem principal, uma mulher independente e bonita, dona do próprio negócio e fascinada por café (como amante de café, eu quase sentia o cheiro). Havia amado os secundários, os baristas engraçados, a irmã louca, o cunhado doce. E então, ele chegou. Escritor, à procura de inspiração, lindo e estilosamente desleixado. Eu, por vontade própria, daria meu café para ele, sem nem me importar que ele não era cafecólatra como eu. E a química normal se segue. E então, o outro chega. O ex-namorado, monótono, com um emprego de fazer bocejar, ajeitadinho, com palavras ensaiadas. E ela fica em dúvida. Hm, Donovan, exatamente no que você está em dúvida mesmo? É de se esperar todas as ações que vem a seguir, cada uma das cenas eu já tinha na cabeça. Os erros, os dramas, as corridas chorosas, os reconfortos, os corações partidos se remendando.
Nesse ponto, sim, eu já estava rolando os olhos, mas começar a mexer no celular e parar de prestar atenção só começou no inesperado mais que surpreendente aparecimento do script da peça. E começou meu ódio por personagens que se ofendem, entram na casa dos outros como um furação, jogam na cara do dito cujo o quanto foi magoada e depois saem correndo como se estivessem pegando fogo, sem se quer dar uma chance da pessoa se explicar. E a mulher tão independente e forte, de repente, virou uma dama em perigo. Sem contar do meu ódio secundário por uma irmã que se resume na frase: com alguém assim na família, quem precisa de inimigo?
mas depois ficou legalzinho kkk