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Bancário luta para terminar um curso universitário e estabelecer-se como profissional. Estranhamente, sente perturbações desde menino. Nenhum médico consegue resolver seu caso. Ao consultar uma mãe-de-santo, esta confirma sua alta mediunidade. Ele larga o emprego estável para aprofundar-se no exercício de sua mediunidade e acaba se tornando um pai-de-santo.
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CRíTICA
* Filme bem mais ou menos, pode ser um bom passatempo para a madrugada.
Apesar de ser um drama, o filme se torna uma comédia involuntaria para aqueles que não acreditam nessas besteiras de pai e mãe de santo, assim como eu ^^.
Mesmo para quem não acredita nessas maluquices, ainda assim é interessante acompanhar e dar um mergulho para entender como funciona o mundo e cultura desse povo supersticioso.
Confira tbm uma Maitê Proença bela e nova em inicio de carreira, inclusive em uma cena quente da forma como veio ao mundo.
Pra mim o filme vale mais pela atuação do Pedro Paulo Rangel e pela presença da Maitê Proença no auge da sua beleza. É um filme assistivel, mesmo não tendo achado tão bom.
Várias coisas erradas nesse filme no tocante da religião, por exemplo,
não tem cabimento um médio ao reclamar da postura de um pai de santo e ameaçar expulsá-lo como se fosse um funcionário, isso não existe, um terreiro só se abre mediante a existencia de uma mãe ou pai de santo. E a parte onde o pai de santo agarra a mãe pequena no terreiro, como se não fosse bizarro o suficiente, ela cede e ainda coloca o chapéu de boiadeiro (por quem ela mostra ter tesão) na cabeça dele.
- 7/10
- nunca pensei que veria um filme com rinha de pai de santo, por isso eu amo tanto o cinema brasileiro
- excelente ver um filme que trata a umbanda com respeito e critica os preconceitos
- só podia explicar mais o que acontece
Marcante e histórico!
Gosto quando as produções brasileiras se impõe acima de uma lógica de mercado. Acredito muito no cinema que se faz por aqui, mesmo com todos os recursos reduzidos.
A verdade é que o mercado externo tem receio da potência que os artistas brasileiros tem, assim como todos os outros aspectos que poderiam se sobressair no mundo. Enfim... precisamos aprender a apreciar com mais carinho os produtos da nossa cultura.
Salve o Brasil. SALVE A UMBANDA!
Salve a arte resistente que temos em nossas mãos