Vitória, uma jovem estagiária em uma empresa, compete com três outros homens por uma vaga efetiva. Assim, num ato de competitividade irracional, ela decide assassiná-los em sua busca pelo sucesso.
OK, ao meu redor, gargalhavam, o filme chegou em quem ansiava por ele, despejou os seus chistes de incitação 'trash', com um pano de fundo "sociológico", reduzindo ao mero escracho o que engendrou uma aparente onda de regravações, após a empreitada do Costa-Gravas em O CORTE. As más condições de filmagem, justificadas pelo baixíssimo orçamento da produção, validam a impressão de "mal-feito de propósito", o que torna canhestra toda e qualquer tentativa de analisar com um mínimo de seriedade a obra. Para que, né? Não avançarei neste sentido, então. Não funcionou comigo, não curti a moral invertida de empoderamento, não acho engraçado o modo como a contagem de assassinatos aparece aqui (com uma lógica internamente falida, no que tange ao TOC da psicopatia) e, realmente, considero improdutiva a bazófia pleonástica, relacionada à punição direcionada à babaquice de um dos rapazes, justamente o que declina da vaga e que, portanto, poderia garantir a sua liberação na lista de eliminações "motivadas" pela necessidade de trabalhar. O vilão está lá fora (o empregador é ainda mais machista que os concorrentes da protagonista), mas é mais fácil investir na gaiatice competitiva dos grupos inferiorizados. "Ah, mas é só uma comédia, Wesley!". Aham! É assim que o cancelamentismo de Twitter segue vigorando... Até compreendo o auê que ele provoca, mas, comigo realmente não funciona! :( - WPC>
OK, ao meu redor, gargalhavam, o filme chegou em quem ansiava por ele, despejou os seus chistes de incitação 'trash', com um pano de fundo "sociológico", reduzindo ao mero escracho o que engendrou uma aparente onda de regravações, após a empreitada do Costa-Gravas em O CORTE. As más condições de filmagem, justificadas pelo baixíssimo orçamento da produção, validam a impressão de "mal-feito de propósito", o que torna canhestra toda e qualquer tentativa de analisar com um mínimo de seriedade a obra. Para que, né? Não avançarei neste sentido, então. Não funcionou comigo, não curti a moral invertida de empoderamento, não acho engraçado o modo como a contagem de assassinatos aparece aqui (com uma lógica internamente falida, no que tange ao TOC da psicopatia) e, realmente, considero improdutiva a bazófia pleonástica, relacionada à punição direcionada à babaquice de um dos rapazes, justamente o que declina da vaga e que, portanto, poderia garantir a sua liberação na lista de eliminações "motivadas" pela necessidade de trabalhar. O vilão está lá fora (o empregador é ainda mais machista que os concorrentes da protagonista), mas é mais fácil investir na gaiatice competitiva dos grupos inferiorizados. "Ah, mas é só uma comédia, Wesley!". Aham! É assim que o cancelamentismo de Twitter segue vigorando... Até compreendo o auê que ele provoca, mas, comigo realmente não funciona! :( - WPC>