A áfrica por africanos. nem mítica, nem imaculada. Humana, no final das contas. O continente como ele é, com seus desafios e desenvolvimento, à despeito das invasões do violento e atrasado povo europeu. é todo o oposto do que é mostrado pela mídia do ocidente, sem espaço para o estereotipado continente da fome, doença e miséria (como se o ocidente brankkko não tivesse suas mazelas...) tão boa que nem parece uma produção da netflix que, comumente, aposta em uma agenda inter-racial clichê, insípida e que beira a imbecilidade.
Criado por Kagiso Lediga, o drama de espionagem traz Pearl Thusi (Quantico) no papel de Queen Sono, uma espiã durona que se utiliza de métodos pouco convencionais para fazer o seu trabalho. A protagonista, no entanto, esconde um passado trágico: sua mãe, a revolucionária Safiya Sono, foi assassinada. A trama se complica quando os fantasmas do passado de Queen começam a assombrá-la, fazendo com que ela entre em uma jornada para encontrar a verdade.
4 razões para acompanhar Queen Sono:
1. A protagonista espiã badass Queen Sono é uma espiã ousada, complicada, divertida e complexa, o que a torna irresistível de acompanhar. A protagonista vive a sua vida guiada pelo legado da mãe e devotada a proteger o seu país. No entanto, ela vai contornar as regras para garantir que tenha uma vida digna de ser vivida se - ou quando - ela decidir sair da espionagem.
2. Cenas de ação eletrizantes Com uma rede complexa de conspirações, a série é recheada de cenas de ação. E o melhor: Queen Sono quebra tudo com cenários lindos do continente africano ao fundo. Vale acrescentar que Pearl Thusi fez a maior parte das cenas de luta sem dublê. As sequências de ação são aceleradas, brutais e emocionantes de assistir, tornando este um elemento importante do thriller de espionagem.
3. A África sendo contada pelos próprios africanos Em vez de narrativas de sofrimento contadas por pessoas estrangeiras, Queen Sono é uma história empoderadora narrada pelo ponto de vista da África do Sul, já que o elenco e a equipe são majoritariamente africanos. A série se diferencia por mostrar a história da África do Sul e as suas relações com os outros países, além das músicas, vestuário e idiomas do local.
4. O ícone sul-africano Abigail Kubeka Quem rouba mesmo a cena é a atriz sul-africana Abigail Kubeka, que interpreta Mazet, a avó da protagonista. Sem saber que a neta é uma espiã, Mazet é responsável pelos seus laços familiares e pelas cenas mais engraçadas. Seu amor por Queen e a sua determinação em honrar o legado da filha assassinada a tornam uma personagem totalmente memorável.
Leia mais em noticiasdatv.uol.com.br/noticia/series/com-espionagem-e-reviravolta-queen-sono-e-primeira-producao-africana-da-netflix-34032
não convence muito.
A áfrica por africanos. nem mítica, nem imaculada. Humana, no final das contas. O continente como ele é, com seus desafios e desenvolvimento, à despeito das invasões do violento e atrasado povo europeu. é todo o oposto do que é mostrado pela mídia do ocidente, sem espaço para o estereotipado continente da fome, doença e miséria (como se o ocidente brankkko não tivesse suas mazelas...) tão boa que nem parece uma produção da netflix que, comumente, aposta em uma agenda inter-racial clichê, insípida e que beira a imbecilidade.
Criado por Kagiso Lediga, o drama de espionagem traz Pearl Thusi (Quantico) no papel de Queen Sono, uma espiã durona que se utiliza de métodos pouco convencionais para fazer o seu trabalho. A protagonista, no entanto, esconde um passado trágico: sua mãe, a revolucionária Safiya Sono, foi assassinada.
A trama se complica quando os fantasmas do passado de Queen começam a assombrá-la, fazendo com que ela entre em uma jornada para encontrar a verdade.
4 razões para acompanhar Queen Sono:
1. A protagonista espiã badass
Queen Sono é uma espiã ousada, complicada, divertida e complexa, o que a torna irresistível de acompanhar.
A protagonista vive a sua vida guiada pelo legado da mãe e devotada a proteger o seu país. No entanto, ela vai contornar as regras para garantir que tenha uma vida digna de ser vivida se - ou quando - ela decidir sair da espionagem.
2. Cenas de ação eletrizantes
Com uma rede complexa de conspirações, a série é recheada de cenas de ação. E o melhor: Queen Sono quebra tudo com cenários lindos do continente africano ao fundo. Vale acrescentar que Pearl Thusi fez a maior parte das cenas de luta sem dublê.
As sequências de ação são aceleradas, brutais e emocionantes de assistir, tornando este um elemento importante do thriller de espionagem.
3. A África sendo contada pelos próprios africanos
Em vez de narrativas de sofrimento contadas por pessoas estrangeiras, Queen Sono é uma história empoderadora narrada pelo ponto de vista da África do Sul, já que o elenco e a equipe são majoritariamente africanos.
A série se diferencia por mostrar a história da África do Sul e as suas relações com os outros países, além das músicas, vestuário e idiomas do local.
4. O ícone sul-africano Abigail Kubeka
Quem rouba mesmo a cena é a atriz sul-africana Abigail Kubeka, que interpreta Mazet, a avó da protagonista. Sem saber que a neta é uma espiã, Mazet é responsável pelos seus laços familiares e pelas cenas mais engraçadas.
Seu amor por Queen e a sua determinação em honrar o legado da filha assassinada a tornam uma personagem totalmente memorável.
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