Um precursor de Cães de Aluguel (1992), de Tarantino. Ambos tratam de um assalto bem planejado mas que dá errado na última hora. Enquanto os criminosos fogem, vemos flashbacks que explicam como foram parar naquela situação. Gostei muito mas como não vi o original de 1939 não posso comparar.
Faroeste biográfico adaptado do filme de Henry King, Jesse James (39), que se baseava apenas na vida de James. Neste, o filme focava no relacionamento entre os dois irmãos James durante os últimos 18 anos da vida de Jesse James. Houve ainda outro filme similar: Cavalgada dos proscritos (80), que foi baseado na mesma história da vida real da gangue de Jesse James.
Imagens da produção original de 1939 foram usadas quando Frank e Jesse atravessam um penhasco a cavalo em um rio e quando colidem, a cavalo, através de uma vitrine de loja durante o "Northfield Minnesota Raid".
Embora provavelmente fosse ainda mais desestabilizador e subversivo se ele fosse capaz de escalar Elvis Presley como Jesse, de acordo com seus desejos, o Jesse do filme do diretor Ray permanece atormentado e meio impiedoso, bastante desajeitado, com flashbacks como viagens ruins, a forma desfiada e retorcida, os atores parecendo perturbados, onde a história cruel surgiu da necessidade de monstruosidade esquecida por Deus da Guerra Civil. O diretor Nicholas Ray (1911-1979) acrescenta algumas nuances psicológicas não encontradas no filme mais prosaico de 1939.
Após a Guerra Civil (1861-1865), os irmãos Frank e Jesse James tentam, em vão, encontrar trabalho; então, eles decidem ganhar dinheiro por outros meios: planejam o assalto a um trem com a intenção de se aposentar com o saque mas, quando descobrem que é um negócio fácil e muito lucrativo, decidem continuar com seus crimes, o que os condena a viver fora da lei.
Chama a atenção o modo como a Fox utilizou descaradamente as cenas mais icônicas do clássico de Henry King (há pelo menos meia dúzia delas) para assim ajudar a remendar este desnecessário remake. Não me recordo de ter visto algo do tipo no meio cinematográfico dito Classe A (ou até Z). A começar por este "detalhe" este arremedo de filme sobre Jesse James já estava automaticamente condenado ao desprezo por público e crítica.
Assisti pelo digistack da Versátil, "Cinema Faroeste vol. 3". Qualidade de imagem e som estão excelentes. Interessante que para um filme de 1957 já anunciam a empresa que faz o trabalho das cores. Aí eu já não sei se foi um processo de colorização pós-filmagem. Realmente eu não entendo essas questões.
Um precursor de Cães de Aluguel (1992), de Tarantino. Ambos tratam de um assalto bem planejado mas que dá errado na última hora. Enquanto os criminosos fogem, vemos flashbacks que explicam como foram parar naquela situação. Gostei muito mas como não vi o original de 1939 não posso comparar.
Faroeste biográfico adaptado do filme de Henry King, Jesse James (39), que se baseava apenas na vida de James. Neste, o filme focava no relacionamento entre os dois irmãos James durante os últimos 18 anos da vida de Jesse James. Houve ainda outro filme similar: Cavalgada dos proscritos (80), que foi baseado na mesma história da vida real da gangue de Jesse James.
Imagens da produção original de 1939 foram usadas quando Frank e Jesse atravessam um penhasco a cavalo em um rio e quando colidem, a cavalo, através de uma vitrine de loja durante o "Northfield Minnesota Raid".
Embora provavelmente fosse ainda mais desestabilizador e subversivo se ele fosse capaz de escalar Elvis Presley como Jesse, de acordo com seus desejos, o Jesse do filme do diretor Ray permanece atormentado e meio impiedoso, bastante desajeitado, com flashbacks como viagens ruins, a forma desfiada e retorcida, os atores parecendo perturbados, onde a história cruel surgiu da necessidade de monstruosidade esquecida por Deus da Guerra Civil. O diretor Nicholas Ray (1911-1979) acrescenta algumas nuances psicológicas não encontradas no filme mais prosaico de 1939.
Após a Guerra Civil (1861-1865), os irmãos Frank e Jesse James tentam, em vão, encontrar trabalho; então, eles decidem ganhar dinheiro por outros meios: planejam o assalto a um trem com a intenção de se aposentar com o saque mas, quando descobrem que é um negócio fácil e muito lucrativo, decidem continuar com seus crimes, o que os condena a viver fora da lei.
Um western árido e com cores pulsantes. Acho que a parte técnica é a melhor coisa dele.
Chama a atenção o modo como a Fox utilizou descaradamente as cenas mais icônicas do clássico de Henry King (há pelo menos meia dúzia delas) para assim ajudar a remendar este desnecessário remake. Não me recordo de ter visto algo do tipo no meio cinematográfico dito Classe A (ou até Z). A começar por este "detalhe" este arremedo de filme sobre Jesse James já estava automaticamente condenado ao desprezo por público e crítica.
assistível.
Assisti pelo digistack da Versátil, "Cinema Faroeste vol. 3". Qualidade de imagem e som estão excelentes. Interessante que para um filme de 1957 já anunciam a empresa que faz o trabalho das cores. Aí eu já não sei se foi um processo de colorização pós-filmagem. Realmente eu não entendo essas questões.