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Sinopse
Ray Donovan (Liev Schreiber) é um profissional capaz de fazer os problemas dos ricos e poderosos de Los Angeles desaparecer, mas enfrenta sérios problemas quando seu pai Mickey Donovan (Jon Voight) é libertado da prisão.
Assisti essa temporada na época de estreia, e hoje estou retomando, pra dar continuidade e finalizá-la. Um roteiro denso, cru e pesado. Tem um bom elenco, e boa fotografia. As atuações são excelentes, faz vc mergulhar na série, e se envolve nos personagens. John Voigth excepcional.
Assisto filmes/séries mais por indicação do que por escolha aleatória, sempre com o cuidado de não criar expectativa porque acredito em avaliações absolutamente pessoais. Demorei anos para assistir Os Sopranos porque era muito famoso. Eu queria zerar as expectativas. Não conseguiu me prender. Um dos motivos é que parecia inspirado nas séries que provavelmente se inspiraram nela. Uma cópia reversa. E aí que Ray Donovan também não me pegou porque quase tudo me remetia a Os Sopranos.
O personagem título, vivido por um soturno Liev Schreiber, é o equivalente hollywoodiano de Mr. Wolf, o mítico personagem vivido por Harvey Keitel em Pulp Fiction. Ele é um fixer, ou seja, alguém que conserta os mais variados problemas dos ricos e famosos de Hollywood, como parte de seu contrato com o escritório de advocacia comandado por Ezra Goldman (Elliot Gould) e Lee Drexler (Peter Jacobson). Sua capacidade de lidar com a vida sexual desregrada de astros do cinema e de jogadores profissionais é inversamente proporcional à sua capacidade de dar um jeito em sua própria vida pessoal.
Uma cópia simplificada de Sopranos e com cenas exageradas e desnecessária de sexo, foi bem morna essa temporada, não chega a ser a "obra prima" que alguns dizem, vamos ver mais pra frente.
Incorpora o clichê da família irlandesa católica desestruturada de Boston que sofreu abuso sexual de padre. Porém por ter feito intercâmbio em Boston, tudo que remeta à cidade mexe com à minha memória afetiva kkk, então mesmo achando esta temporada bem mediana e a maioria dos personagens chatos, em especial a Abby e a Bridget filha, tive coragem e assisti inteira, o que não teria ocorrido caso o emocional não tivesse sido afetado. Pra mim o Jon Voight foi quem fez valer assistir esses 12 episódios.
Assisti essa temporada na época de estreia, e hoje estou retomando, pra dar continuidade e finalizá-la. Um roteiro denso, cru e pesado. Tem um bom elenco, e boa fotografia. As atuações são excelentes, faz vc mergulhar na série, e se envolve nos personagens. John Voigth excepcional.
Assisto filmes/séries mais por indicação do que por escolha aleatória, sempre com o cuidado de não criar expectativa porque acredito em avaliações absolutamente pessoais. Demorei anos para assistir Os Sopranos porque era muito famoso. Eu queria zerar as expectativas. Não conseguiu me prender. Um dos motivos é que parecia inspirado nas séries que provavelmente se inspiraram nela. Uma cópia reversa. E aí que Ray Donovan também não me pegou porque quase tudo me remetia a Os Sopranos.
O personagem título, vivido por um soturno Liev Schreiber, é o equivalente hollywoodiano de Mr. Wolf, o mítico personagem vivido por Harvey Keitel em Pulp Fiction. Ele é um fixer, ou seja, alguém que conserta os mais variados problemas dos ricos e famosos de Hollywood, como parte de seu contrato com o escritório de advocacia comandado por Ezra Goldman (Elliot Gould) e Lee Drexler (Peter Jacobson). Sua capacidade de lidar com a vida sexual desregrada de astros do cinema e de jogadores profissionais é inversamente proporcional à sua capacidade de dar um jeito em sua própria vida pessoal.
Uma cópia simplificada de Sopranos e com cenas exageradas e desnecessária de sexo, foi bem morna essa temporada, não chega a ser a "obra prima" que alguns dizem, vamos ver mais pra frente.
Incorpora o clichê da família irlandesa católica desestruturada de Boston que sofreu abuso sexual de padre. Porém por ter feito intercâmbio em Boston, tudo que remeta à cidade mexe com à minha memória afetiva kkk, então mesmo achando esta temporada bem mediana e a maioria dos personagens chatos, em especial a Abby e a Bridget filha, tive coragem e assisti inteira, o que não teria ocorrido caso o emocional não tivesse sido afetado. Pra mim o Jon Voight foi quem fez valer assistir esses 12 episódios.