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Sinopse
Baseado no livro homônimo de Caco Barcellos. A trama retrata o período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre os anos 70 e 90. A série traz um relato chocante sobre a violência praticada pela ROTA.
Rota 66: A Polícia que Mata. Criadores Maria Camargo, Teo Pappaic. Uma série curta em formato de investigação jornalista, baseado no livro do jornalista Caco Barcellos. A série foca nas vítimas da violência policial nos anos 70 a 90. Uma ótima dramatização. Tem uma fotografia em tons esverdeado, tipo fotografia antiga apagada. A série é ótima, prende o espectador.
A produção é muito boa, o desenvolvimento mesclando fatos e ficção é bem crível também. A edição deslizou no final, não souberam encerrar com a mesma qualidade com que começou, deu até uma impressão de que "acabou do nada". Jogaram uma resolução simplista para um problema gigantesco que só estava começando, umas frases na tela resumindo os fatos que ocorreram depois daquilo e fim. Outra coisa que incomoda muito é a falta de explicação para os atos dos policiais, que foram representados quase como vilões de novela, praticando o mal pelo mal. Por último, o Caco Barcelos, que deveria ser o protagonista, parece ser o personagem menos interessante de se acompanhar, e também só passa a ter relevância para o andamento da história nos últimos 2 episódios.
Uma série com muitas questões árduas, e a maior delas é que o mesmo discurso de bandidos versus gente do bem ainda pega voto de trouxa. Pelo menos a série mostra o quão falacioso é esse discurso.
Rota 66: A Polícia que Mata. Criadores Maria Camargo, Teo Pappaic. Uma série curta em formato de investigação jornalista, baseado no livro do jornalista Caco Barcellos. A série foca nas vítimas da violência policial nos anos 70 a 90. Uma ótima dramatização. Tem uma fotografia em tons esverdeado, tipo fotografia antiga apagada. A série é ótima, prende o espectador.
A produção é muito boa, o desenvolvimento mesclando fatos e ficção é bem crível também. A edição deslizou no final, não souberam encerrar com a mesma qualidade com que começou, deu até uma impressão de que "acabou do nada". Jogaram uma resolução simplista para um problema gigantesco que só estava começando, umas frases na tela resumindo os fatos que ocorreram depois daquilo e fim. Outra coisa que incomoda muito é a falta de explicação para os atos dos policiais, que foram representados quase como vilões de novela, praticando o mal pelo mal. Por último, o Caco Barcelos, que deveria ser o protagonista, parece ser o personagem menos interessante de se acompanhar, e também só passa a ter relevância para o andamento da história nos últimos 2 episódios.
Muito bem feita essa série.
Mostra uma crueldade da polícia, sem nenhum motivo, que machuca.
Terminava os episódios arrasada!
Uma série com muitas questões árduas, e a maior delas é que o mesmo discurso de bandidos versus gente do bem ainda pega voto de trouxa. Pelo menos a série mostra o quão falacioso é esse discurso.
Desconfio profundamente de QUALQUER UM que fale mal dessa obra (tanto o livro quanto a série)...