Uma excelente comédia dramática, quase uma poesia, se não fosse por declarar toda dor que o abandono parental pode causar, o ponto alto do filme são os coadjuvantes que vão sendo agregados no decorrer dos acontecimentos, sempre trazendo novas informações sobre o morto, de forma divertida e curiosa, adorável... "É para ter estabilidade com um emprego empolgante. O risco faz você se sentir vivo. Às vezes, até ser meio descuidado pode ser bom." fico feliz de estar no caminho certo…
Pena o enredo ser tão exagerado. Quase uma novela mexicana. Situações improváveis acontecem no decorrer da história. A vida real não é tão megalodramática assim, na verdade, é beeem mais sem graça.
Nesse filme me incomodou a personagem da enfermeira que serviu apenas para que conhecêssemos mais o personagem Ray. Não fluiu com naturalidade o seu interesse pela história dele. Não foi muito sutil. Mas isso pode ser só chatice minha…
Apesar dos pesares, gosto da mensagem principal desse filme: “nós não conhecíamos o nosso pai”, ou algo assim, dito pelo Ray no finalzinho do filme.
Os anos passam e eu tenho amadurecido nessa reflexão de que a gente só tem a nossa visão/ interpretação pessoal de como a pessoa é. Relatos alheios nos confirmam que as pessoas à nossa volta tem muitas facetas, e só conhecemos parte dela (a parte que nos permitem conhecer, ou as que conseguem nos mostrar). Difícil resumir alguém as nossas experiências com aquela pessoa. Importante também o entendimento de que somos vistos assim pelos outros, a sua maneira, pela sua experiência conosco. O ser humano é muito mais complexo.
Meio drama, meio comédia.
Até que funcionou, graças a dupla de atores principais.
Não curti. O que podia ser um drama familiar virou algo bobo e caricatural.
Uma excelente comédia dramática, quase uma poesia, se não fosse por declarar toda dor que o abandono parental pode causar, o ponto alto do filme são os coadjuvantes que vão sendo agregados no decorrer dos acontecimentos, sempre trazendo novas informações sobre o morto, de forma divertida e curiosa, adorável...
"É para ter estabilidade com um emprego empolgante. O risco faz você se sentir vivo. Às vezes, até ser meio descuidado pode ser bom." fico feliz de estar no caminho certo…
Filme bom. Diálogos profundos, atuações boas.
Pena o enredo ser tão exagerado. Quase uma novela mexicana. Situações improváveis acontecem no decorrer da história. A vida real não é tão megalodramática assim, na verdade, é beeem mais sem graça.
Nesse filme me incomodou a personagem da enfermeira que serviu apenas para que conhecêssemos mais o personagem Ray. Não fluiu com naturalidade o seu interesse pela história dele. Não foi muito sutil. Mas isso pode ser só chatice minha…
Apesar dos pesares, gosto da mensagem principal desse filme: “nós não conhecíamos o nosso pai”, ou algo assim, dito pelo Ray no finalzinho do filme.
Os anos passam e eu tenho amadurecido nessa reflexão de que a gente só tem a nossa visão/ interpretação pessoal de como a pessoa é. Relatos alheios nos confirmam que as pessoas à nossa volta tem muitas facetas, e só conhecemos parte dela (a parte que nos permitem conhecer, ou as que conseguem nos mostrar). Difícil resumir alguém as nossas experiências com aquela pessoa. Importante também o entendimento de que somos vistos assim pelos outros, a sua maneira, pela sua experiência conosco. O ser humano é muito mais complexo.
Leve e profundo na medida certa, onde os diálogos roubam a cena. Grandes atuações de Ewan McGregor e Ethan Hawke.