Últimas opiniões enviadas
"Dizem que não dá para fugir da sua vida, mas dá. Só que você vira um monstro."
Gostei bastante do filme. Não sabia qual era o enredo e a sinopse não entrega do que se trata (ainda bem).
Acho que é o primeiro filme que vi abordando a covid-19 assim, de um jeito que realmente me impactou. Ela era precavida, retirava as roupas ao entrar em casa etc. Quantos casos devem ter acontecido assim!! Quando entendi o que ia acontecer, fiquei daqui falando "não!" rs (ele tinha asma).
É um filme que aborda temas tristes, o que torna o filme bem realista e isso pode não agradar a todos.
Que bom que ela se permitiu conhecer pessoas interessantes! Gostei que abordaram bem a telemedicina e a terapia on-line (avanços tecnológicos que foram acelerados por conta da própria pandemia - como o mundo mudou depois disso!)... Enfim, achei tudo muito orgânico e interessante de acompanhar.
A sogra dela me lembrou a sogra do filme Corra (mesma atriz, afinal rs) e imaginei, desde o início, que ela seria um problema. Achei bacana como revelaram só no final a fala acusatória da mãe... Antes do telespectador saber dessa cena, certamente já vai ter se perguntado (como eu fiz aqui) como ela deveria se sentir culpada pelo ocorrido. E no final das contas, a sogra não era tão vilã assim... As pessoas sempre tem seus motivos para ser como são.
Melhor desfecho não poderia ter.
Ela encarando todos e se desculpando pela fuga.
Apesar dos temas devastadores, o filme é lindo, dentro da proposta, e a conclusão final é de esperança.
Muito bom! Arthur Morisson conduz muito bem o documentário, gosto dele.
Os dados e números apresentados fazem parecer que a produção é imparcial, mas a conclusão é clara.
Repleto de vídeos do Lula em seus palanques, o documentário nos permite notar como ele é um grande artista. Seu público o ouve do palanque como quem vê um ídolo (olhinhos chegam a brilhar - bizarro). Para quem tem o mínimo de noção de oratória e técnicas de vendas, é fácil pescar suas estratégias de narrativas.
Para Lula é "babaquice fazer superávit", palavras dele em um de seus discursos.
Como gostaria que as pessoas se informassem mais, buscassem dados e se interessassem pela economia do nosso país. Galerinha está focada, nas redes sociais, na troca de farpas familiares e entre amigos sobre pautas que, convenhamos, mascaram o real problema do nosso sistema.
Mas acredito que, aos poucos, a galera está acordando... Com passos de formiga e sem vontade, mas está. A ideia é mudar, aos poucos, quem representa o povo no legislativo e, também aos poucos, ver o que pode ser feito com o STF, os "guardiões da Constituição" que andam "interferindo" na vontade dos que nos representam no Congresso.
Sigo odiando levantar bandeiras para políticos, mas amando buscar entender melhor o assunto. Esse documentário é bem útil por isso.
Últimos recados
O novo app do Filmow é oficial!
Olá, cinéfilo!
Depois de 2 meses em beta, o novo app do Filmow agora é oficial e 100% funcional.
Baixe aqui:
Android: https://filmow.s.gy/vIEnVo
iPhone: https://filmow.s.gy/esyxMU
Queremos ouvir você: gostou? O que falta? Como melhoramos?
Chama no WhatsApp +55 11 97103-8686 ou avalia direto na loja.
Bons filmes!
Equipe Filmow
Oi! Quando li seu comentário sobre Som da Liberdade, vim ver seu perfil. Grau de compatibilidade alta, e Gattaca na lista de favoritos, pensei "Já e minha amiga"
Olá Aylana, boas!
Estou com um projeto no Instagram para difundir a Sétima Arte, chama-se @cinequotespage - tu podes ir ver? (Obs.: Sugestões são sempre bem-vindas!)
Espero que tu goste, abraços!
Acho que foi meu primeiro contato com um filme sueco e, meus caros, o que é isso???
Nos primeiros minutos pensei que talvez não fosse gostar da trama por conta da diferença da realidade apresentada, mas rapidamente o longa foi me ganhando com diálogos e cenas de uma profundidade sem fim. Cenas simples com camadas, MUITAS CAMADAS, como a degustação de queijos na feira da França e TANTAS outras que não dá aqui para enumerar.
Tenho dificuldade em passar pano para o tema traição, mas, nesse filme, depois de sermos apresentados logo de cara a um casamento disfuncional (dormiam em quartos separados, a protagonista se privava das próprias vontades e não há uma troca sequer de carinho entre o casal), consegui curtir muito a cena da cozinha com Fabien, ao som ambiente de Moulin Rouge, onde um fala francês e o outro fala sueco e, apesar de não entenderem um ao outro, tudo flui maravilhosamente bem. Fiquei com a esperança de que Magnus sairia do armário no final do filme rs, mas não rolou. Seria melhor se, ao ir para a França, ela já tivesse se separado do marido, mas tá bom. Passarei pano, porque o filme não é nada raso.
O que é o personagem Einar?? Que atuações incríveis são essas?? De arrepiar.
Encerrei o filme apaixonada pelos personagens, pela França e seus sabores, pela cena do abraço de Agneta em frente ao espelho (!!!), pela amizade de Einar e Agneta e com uma vontade louca de viver.