Recontagem, que foi indicado a 11 Primetime Emmy Awards 2008 e foi dirigido por Jay Roach, recria tudo o que aconteceu no decorrer de mais de um mês de luta das equipes dos Partidos Republicano e Democrata para conseguir aquilo que queriam: ver seu candidato eleito Presidente dos Estados Unidos. Para tanto, o roteiro do estreante Danny Strong focaliza figuras públicas como: Ron Klain (Kevin Spacey), o conselheiro geral do comitê da recontagem de Gore; David Boies (Ed Begley Jr.), advogado contratado por Gore; Katherine Harris (Laura Dern), a Secretária de Estado da Flórida; Michael Whouley (Denis Leary), estrategista da campanha de Gore; James Baker (Tom Wilkinson), o conselheiro da campanha de Bush na recontagem; dentre outros.
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Custava investir nas urnas eletrônicas?? Que mané chad...
O gado trumpista meteu dessa que foi roubado depois de perder pro Joe, passou vergonha rsrs pelo menos em 2000 tinha mais conteúdo para contestar.
É Flórida, até hoje.
Se prepare para uns 300 personagens
Sabia da confusão que marcou essa eleição, mas não em tantos detalhes, o filme tem uma pegada muito boa e entretem bastante.
Para quem gosta de política talvez seja uma boa opção, caso contrário é provável que não consiga assistir até o fim. Interessante que quando são os democratas à contestar à vitória do oponente, eles tratam como absolutamente legítimo, já quando se trata de um republicano à fazer o mesmo, eles consideram como um ataque à democracia.
Interessante como na democracia não é nem a questão de aceitar a derrota do outro, mas de usar alternativas para inverter o placar quando é possível.
Se tratando do filme, é um filme rápido, lotado de falas, cheio de personagens que já fazem parte da politica americana, 1 ponto q achei ruim foi não ter pausas entre diálogos, o filme está sempre falando falando sem parar as vezes com nomes e termos técnicos que você não conhece ou o filme não explicou então tem q sempre estar vidrado ao filme.
Rever esse filme depois dessa semana é um alento que a situação podia ter sido muito pior, assim como pra ficar triste como as democracias são frágeis. Laura Dern MANDA MUITO!