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Data de lançamento
28 Set. 2023Duração
Em meio a uma futura guerra entre a raça humana e as forças da inteligência artificial, Joshua, um endurecido ex-agente das forças especiais que lamenta o desaparecimento de sua esposa, é recrutado para caçar e matar o Criador, o indescritível arquiteto da IA avançada que desenvolveu uma arma misteriosa com o poder de acabar com a guerra e a própria humanidade.
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⚠️ Alerta de spoiler: Se você não viu o filme, corre daqui!
Do diretor do classico moderno "Rogue One", "Resistência" tinha tudo para ser um épico. O que ele entregou, foi um espetáculo de vergonha alheia. O filme tenta misturar guerra de máquinas, inteligência artificial e espiritualidade budista, mas o resultado é uma maçaroca pretensiosa, chata e mal executada que me fez contar os minutos para acabar e beber alguma coisa forte pra esquecer.
O de Gareth Edwards mostra Joshua (John David Washington), um agente inflitrado que está numa missão para destruir uma superarma criada pela IA do Oriente. A partir daí, o longa abandona vira uma colcha de retalhos de clichês de mangá ruim: robôs pacifistas vivendo em cabanas na praia, comunidades ribeirinhas de lataria tomando banho de sol e uma criança androide fazendo carinha de coitada para desativar tecnologia com o pensamento, que aliásé a tal da arma superpoderosa, que na realidade parece mais o pequeno Buda de bateria Moura.
A tal da "guerra contra os robôs" é uma piada. Os Estados Unidos passeiam com uma estação espacial gigantesca pelo céu da Ásia soltando mísseis como se o espaço aéreo fosse bagunça, enquanto as IAs, ditas superinteligentes, agem com a ingenuidade de um monte de inocentes. O clímax com o moleque correndo dentro da nave espacial é constrangedor de tão previsível. Nada passa tensão, a história não tem carne e o miolo do roteiro é um bocejo arrastado.
"Resistência" do Gareth Edwards, é o típico filme que se esconde atrás de um visual clean e efeitos bonitinhos que serve apenas para mascarar a falta absoluta de alma e profundidade. Pega conceitos que já vimos mil vezes em séries e quadrinhos, coloca um filtro oriental por cima e entrega uma historinha rasa, genérica e chata de doer.
Saudades dos filmes de supercomputadores, inteligência artificial, ciborgues assassinos e máquinas mortais dos anos 70, 80 e 90. Era uma guerra que dava gosto de ver a gente lutar e morrer.
Infelizmente, apesar dos efeitos maravilhosos, o roteiro é raso e superficial, tangencia a ação e a reflexão, não entrega bem nem um, nem outro e não nos prende. Fica bem arrastado do meio pro final, além de previsível na jornada trágica e clássica do herói.
Pragmata (2026) by CAPCOM <3
A direção de arte e os efeitos visuais desse filme são sensacionais! O problema nem é a história em si que é boa, com questões filosóficas interessantes mas optou por misturar isso com personagens caricatos de filme de ação. A falta de carisma dos atores em geral em especial do John David Washington atrapalhou tudo.
O filme não funciona muito com um filme de ação. Ele tenta ser mais filosófico do que nos fazer presos na cadeira por boas cenas.
O roteiro também demora um pouco para dar respostas e vai dando pequenas pílulas do passado para entender o futuro.