Dione é um jovem misterioso que vive com uma família em uma região rural e remota. A tranquilidade da região é afetada quando um rico fazendeiro tenta comprar a pequena propriedade na qual Dione e a família vivem.
Em tempos de Coringa como retrato da violência de um Estado neoliberal, vem Rifle com um Brasil latifundiário, com má-distribuição agrária e de renda, e um trabalhador sem terras, despossuído de tudo e todos. Daí essa raiva (que muitas vezes se traduz em pulsão de violência sem necessariamente ter sentido) e melancolia indefesas. Talvez seja um paralelo que contraponha críticas excessivamente rígidas com o filme. O silêncio e a incompreensão constituem a trama.
Há duas viradas de perspectiva neste filme: na primeira, potencialmente melhor, o excesso de contenção interpretativa (quase não se ouve a voz dos personagens) dissipa um pouco do impacto - discursivamente devastador; na segunda, o efeito-dominó avassala a todos. Ritmicamente, esta ruptura causa alguns problemas de apreciação, mas o filme não chega a ser incoeso. a trilha musical é ótima. E a opção por deixar o protagonista em suspenso também. Numa revisão, creio que será melhor. No primeiro contato, a melancolia reativa implantou-se. E não foi bom... (WPC>)
Uma experiência desagradável que instiga o telespectador ao tédio, diálogos incompreensíveis e uma narrativa não cronológica. É difícil terminar de assistir mas é uma obra que cresce com o passar do tempo, na tentativa de entender o que eu vira no telão a história foi revelando nuances que na hora da projeção eu não acessara. Não sei se recomendo.
Em tempos de Coringa como retrato da violência de um Estado neoliberal, vem Rifle com um Brasil latifundiário, com má-distribuição agrária e de renda, e um trabalhador sem terras, despossuído de tudo e todos. Daí essa raiva (que muitas vezes se traduz em pulsão de violência sem necessariamente ter sentido) e melancolia indefesas. Talvez seja um paralelo que contraponha críticas excessivamente rígidas com o filme. O silêncio e a incompreensão constituem a trama.
Há duas viradas de perspectiva neste filme: na primeira, potencialmente melhor, o excesso de contenção interpretativa (quase não se ouve a voz dos personagens) dissipa um pouco do impacto - discursivamente devastador; na segunda, o efeito-dominó avassala a todos. Ritmicamente, esta ruptura causa alguns problemas de apreciação, mas o filme não chega a ser incoeso. a trilha musical é ótima. E a opção por deixar o protagonista em suspenso também. Numa revisão, creio que será melhor. No primeiro contato, a melancolia reativa implantou-se. E não foi bom... (WPC>)
Uma experiência desagradável que instiga o telespectador ao tédio, diálogos incompreensíveis e uma narrativa não cronológica. É difícil terminar de assistir mas é uma obra que cresce com o passar do tempo, na tentativa de entender o que eu vira no telão a história foi revelando nuances que na hora da projeção eu não acessara. Não sei se recomendo.
Um porre.
Sem condições, é pra sair do cinema na metade do filme!! #chatíssimo