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Data de lançamento
18 Nov. 2021Duração
Ataque dos Cães acompanha os irmãos Phil e George, que são ricos proprietários da maior fazenda de Montana. Enquanto o primeiro é brilhante, mas cruel, o segundo é a gentileza em pessoa. Quando George secretamente se casa com a viúva local Rose, o invejoso Phil faz tudo para atrapalhá-los.
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Apesar de algumas boas atuações, uma história consistente & paisagens bonitas; O principal problema, porém, é o ritmo, que é muito arrastado...Torna o filme lento, mas não chega a ser cansativo ou entediante, da pra assistir, mesmo que a historia possa ser meio desintereessante. No geral, vale a pena assistir, pra ver o que vai dar, embora o roteiro esteja longe de ser indispensável ou de marcar uma grande mudança no gênero.
PUTA MERDA!
[review feita em 19 de janeiro de 2022]
aviso de gatilho: menciono pedofilia na review.
aviso de spoiler: tem alguns spoilers médios, nada que estrague muito a experiência mas se você for sensível a spoiler tá aí o aviso
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contextos de opressão e violência passiva permeiam todo o filme, sua primeira hora é construindo esse cenário opressivo de masculinidade onde a mulher é coadjuvante social, incapaz de tomar quase nenhuma decisão sobre o rumo de sua vida. após toda essa construção o filme embarca no relacionamento entre dois personagens.
a masculinudade tóxica aqui é trabalhada em todos seus pontos e nuances, é de longe uma das obras com a abordagem mais interessante para o tema que já vi. parte da construção social do macho, alienação desde o comportamento até a sexualidade (tem uma cena em que o Phill fala de quando trouxeram meninas assim que eles, os meninos no caso, começaram a ter ereções, ou seja, muito muito jovens, e ele fala isso glorificando essa cultura de masculinidade extremamente problemática), mas que passa para contextos de opressão e toca na obsessão, quase homoerótica, do homem pelo homem enquanto ser masculino. obsessão essa que se torna ainda mais violenta e alienante em um contexto de homossexualidade abafada e reprimida por todo o contexto da masculinidade tóxica.
isso tudo gera ciclos de violência e de perpetuação dessa masculinidade e, por entre essa ideia, a diretora trabalha aqui a homossexualidade nesse contexto e como ela encontra espaço para se expressar e se manifestar, dessa forma ganhando um caráter de reinterpretação, os símbolos masculinos opressores são ressigificados para dar valor ao sentimento homoafetivo, que é alvo de forte repressão em todo o contexto, o que é possível perceber por toda a relação do Phill com aquele cara do passado dele que eu esqueci o nome.
O filme é nada mais que um puta estudo de personagem do Phill, seus anseios e suas contradições. Aliás, vale dizer que todas as atuações são incríveis? eu queria ter visto mais do Jesse Plemons, tem uma cena dele no início do filme que acho incrível. Mas fora ele tá tudo mundo perfeito, a Kirsten Dunst tá perfeito pqp tem uma cena foda dela aqui também e o menino lá também tá ótimo, mas ninguém tá tão foda quanto o Benedict Cumberbatch, puta que lá mierda ele manda MUITO mas MUITO. O filme fala muito apenas com as expressões faciais dos personagens, pelo menos uns 40% do que se pode entender da trama vem simplesmente do rosto dos personagens, comunica tudo que a gente precisa saber quase sempre e os diálogos servem para aprofundar a psicologia de cada um.
a primeira uma hora de filme é uma perfeição só, há uma constante violência e pressão aqui, eu nunca fiquei tão tenso assistindo nada acontecer. depois disso o ritmo do filme ganha uma barriga ele fica bem mais cansativo até chegar no último ato onde ele se torna tenso de novo e é o clímax da história, fecha tudo e conta tudo necessário pra compreender o filme.
nota: 9.0
"NETFLIX" (02/02/2026). O filme é bom! Confesso que esperava mais! Narra a história de dois irmãos: Phil e George (Cumberbatch e Plemons, respectivamente...), fazendeiros ricos no início dos anos 1900 e que comandam uma imensa região rural, numa localidade remota estadunidense. Enquanto George descobre o amor ao lado da viúva Rose (Dunst), Phil implica e destila toda sua crueldade sobre ela e seu filho, o doce Peter (McPhee). E nessa conturbada nova figuração de família, os limites da razão ficam bastante instáveis. Com Conroy, Lemon, Carradine, Keenan, McKenzie, Peter Carroll, Alison Bruce e Adam Beach, o filme é um drama, por vezes, sonolento, mas que suas cenas muito sutis, quando ele termina, fazem muito sentido. Baita atuação de Cumberbatch e a fotografia do filme é um show à parte e beira a perfeição! Mesmo assim, ainda acho que ficou a desejar, pra quem concorria a tantos Oscar's! Todavia, o filme é bom... 🤓🤓🤓📽📽📽
Um cowboy selvagem desabrochando como uma flor em campo. Apesar das atuações convincentes e da atmosfera melancólica, a história (se é que há uma) nunca sai do lugar, rendendo na maior parte um drama sem grandes acontecimentos.