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Data de lançamento
17 Julho 1987Duração
Na Detroit do futuro, dominada por sádicos criminosos, a polícia foi privatizada e não consegue deter a alta criminalidade. A multinacional OCP pretende substituir os policiais humanos por ciborgues, e aproveita o cadáver do policial Murphy, executado pro uma quadrilha, para criar RoboCop - um misto de máquina e homem a serviço da justiça. Mas as memórias de Murphy, que deveriam ter sido apagadas, ressurgem, e com elas o desejo de vingar-se do seus assassinos.
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Bom filme policial.
Bom filme, nao sabia q tinha gore, me impressionou!
Numa época em que o século XXI se tornou uma terra sem lei, somente um ser, metade homem e metade máquina, pode ser a verdadeira salvação para uma cidade, Tomada pelo crime. E esse ser é ROBOCOP.
Para fazer esse filme, o diretor Paul Verhoeven, que recusou duas vezes até aceitar dirigir esse filme, usou toda sua técnica sarcástica e olhar psicótico ao dar corpo e alma ao ciborgue.
Em uma Detroit futurista, Tomada pela criminalidade, o policial Alex Murphy e sua parceira Lewis caçam a Gangue, liderada por Clarence Boddicker. Lá na usina abandonada, Clarence e seus capangas torturam Murphy até a morte.
A OCP, órgão contratado pela prefeitura para comandar a força e a segurança policial, usam o cadáver do Murphy e criam Robocop.
Pronto pra guerra, o ciborgue vira mania local. Porém, ele precisa lidar com traumas do seu passado, além de caçar os culpados pela sua morte.
O filme fala sobre humanidade, violência, corrupção corporativa e uma sátira ao governo Reagan.
Robocop foi sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 53 milhões e faturou o Oscar de Efeitos Sonoros.
O filme teve duas continuações, série de TV, série animada, jogos de videogame, produtos licenciados e um remake de 2014, dirigido pelo brasileiro José Padilha (Tropa de Elite).
IMPRIMATUR - visto pela primeira vez entre 1990 e 1991:
Na sua estreia no Tela Quente inédito, adormeci e perdi o filme e nem sei se a primeira reprise foi no mesmo ano. Lembro que sua exibição na tv se deu concomitante ao lançamento da parte 2 nos cinemas... Foi tudo bem revolucionário para o público brasileiro, mas hoje não se nega certa cafonice. A banalização da violência continua seu grande trunfo.
Avaliação em nota: 7.9
Vi quando era garoto e achava que era só ação. Hoje, reassistindo a esse clássico, percebo profundas reflexões sobre a vida e a humanidade. Certamente um dos melhores filmes de ciborgue já lançados.