Rodrigo Noé de Souza
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São Paulo - (🇧🇷 BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Rodrigo Noé de Souza
    4 dias atrás

    O ano de 2024 teve filmes importantes que foram lançados. E ao concorrerem ao Oscar, fica aquela expectativa de saber quem são os vencedores. Claro que, para nós, Brasileiros, Ainda Estou Aqui conseguiu o feito inédito.

    Mas, teve um filme que muita gente ficou impressionada ao ser anunciada como a grande vencedora. Anora, de Sean Baker, venceu 5 estatuetas, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Edição e Atriz, para Mikey Madison.

    Mas, por que esse filme teve todo esse êxito ao vencer concorrentes fortes, como Ainda Estou Aqui e A Substância?

    A história do filme fala sobre Ani (Mikey), uma prostituta de luxo,que se envolve em um relacionamento com Ivan, um herdeiro do Oligarca russo, que passa a ser o seu príncipe encantado para a donzela.

    Claro que Ivan se mostrava egoísta e imaturo no começo, quando seguranças dos pais dele visitam à mansão e se deparam com o inocente casal. É aí que a vida da Ani se torna uma montanha-russa (com o perdão do trocadilho, pois o filme tem quase todo o idioma em russo!).

    No filme, Ani se mostra uma fortaleza humana e determinada, além de ser sobrevivente de muitas injustiças pairando na sua mente. Não é à toa que Mikey Madidon apareceu, pela primeira vez, no filme Era Uma Vez... Em Hollywood, do Quentin Tarantino. E sua atuação foi tão marcante em todo o filme.

    Outro ponto a ressaltar é a presença de Ivan (Yura Borisov), capanga da família russa. Ele, na primeira vista, parecia ser aterrorizante. Mas, com o passar do tempo, ele se mostrava afetuoso com a moça, mesmo ela o rejeitando.

    Além do Oscar, Anora venceu a Palma de Ouro, no Festival de Cannes, em 2024, passando a ser o quarto filme da história a ganhar, tanto a Palma de Ouro quanto o Oscar de melhor Filme. Sean Baker fez história ao ganhar os prêmios da Academia em uma única cerimônia, se igualando à Walt Disney.

  • Rodrigo Noé de Souza
    5 dias atrás

    Qualquer pessoa no mundo sonha em participar em um programa de perguntas e respostas na televisão. Mesmo que você seja muito humilde, mas com uma inteligência acima do normal. Porém, apenas poucos programas utilizam regras, de forma correta e ética, sem, ao menos, enganar os telespectadores.

    E isso tudo foi filmado em Quiz Show - A Verdade dos Bastidores, dirigido por Robert Redford, em 1994. Baseado em fatos reais, sendo o caso mais emblemático, o escândalo do programa Twenty-One, nos anos 50.

    Um advogado enviado pelo Congresso Americano descobre uma possível fraude do programa, que tinha como principal competidor um rapaz judeu humilde. Até aí, os produtores resolvem convocar um professor jovem de família rica, que passa a ganhar do judeu. Esse professor passou a ser celebridade, da noite para o dia.

    Foi aí que o investigador resolve juntar um grande quebra-cabeça pra saber se o programa foi combinado. O roteiro de Paul Attanasio foi baseado nas memórias do Richard N. Goodwin, o próprio advogado que investigou Twenty-One.

    Com um elenco estelar de John Turturro, Ralph Fiennes, Mira Sorvino e a participação de Martin Scorsese, o filme teve o orçamento de US$ 31 milhões, com um lucro de US$ 52,2 milhões. Além de ser indicado aos Oscars de Melhor Filme, Direção, Ator Coadjuvante e Roteiro Adaptado. No mesmo ano que tivemos competidores acirrados, como Forest Gump, Pulp Fiction e Um Sonho de Liberdade.

  • Rodrigo Noé de Souza
    5 dias atrás

    O ano era 1995. E o cinema tem realizado importantes filmes, de todos os gêneros. Mas, apenas, UM filme foi realizado, e se tornado cult: Coisas Para Fazer em Denver Quando Você Está Morto.

    Em Denver, o gangster Jimmy "O Santo" (Andy Garcia) tinha um programa para pessoas que tinham pouco tempo de vida, gravando vídeos póstumos. Mas, ele se encontra com problemas financeiros. Um grande chefão do crime (Christopher Walken) havia comprado promissórias, mas, estava disposto a esquecer tudo se o Jimmy fizer um "serviço": eliminar seu filho drogado.

    Para isso, Jimmy convoca um grupo de assassinos, ele confiança, para fazer esse trabalho, e que também precisam de dinheiro. Porém, algo sai errado e eles tem prazo de 48 horas para deixar a cidade.

    O título do filme vem de uma canção de Warren Zevon com o mesmo nome, gravada em 1991, no qual o mesmo permitiu sob a condição de que a música fosse tocada nos créditos finais. O nome do protagonista Jimmy O Santo vem da canção de Bruce Springsteen, Lost In The Flood, de 1973.

    O filme foi exibido no Festival de Cannes, em 1995. E foi um fracasso de bilheteria e recebeu críticas negativas, com muitos comentando de que seria um "clone" de Pulp Fiction, do Quentin Tarantino. O filme teve um orçamento de US$ 8 milhões, com um lucro de (pasmem!) US$ 529 mil, na época.

    A Miramax (na época, sob a gestão dos irmãos Weinstein) vendeu os direitos de distribuição para a japonesa Shochiku, junto com outras produções, como Grande Hotel e Robinson Crusoé, em um acordo de aquisição em massa.

  • Leonardo 2 anos atrás

    Obrigado Rodrigo!

  • Rafa M.B. 2 anos atrás

    Obrigado Rodrigo. Assisti suas entrevistas da TV Cultura e da Band, eu não sabia que vc tem autismo, só fiquei sabendo pelas entrevistas. Tenho um sobrinho que também tem autismo. E eu tenho mediunidade e superdotação, sofri muito com pessoas que não reconhecem, preconceituosos, céticos, invejosos, etc, então eu entendo o que os autistas passam. Abraços.

  • Obrigado por ter me aceito, Rodrigo!

    Já estou lhe seguindo no Instagram.

    Um abraço e viva o Metal e nosso Palmeiras. Tamo junto! : )