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O ano de 2024 teve filmes importantes que foram lançados. E ao concorrerem ao Oscar, fica aquela expectativa de saber quem são os vencedores. Claro que, para nós, Brasileiros, Ainda Estou Aqui conseguiu o feito inédito.
Mas, teve um filme que muita gente ficou impressionada ao ser anunciada como a grande vencedora. Anora, de Sean Baker, venceu 5 estatuetas, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Edição e Atriz, para Mikey Madison.
Mas, por que esse filme teve todo esse êxito ao vencer concorrentes fortes, como Ainda Estou Aqui e A Substância?
A história do filme fala sobre Ani (Mikey), uma prostituta de luxo,que se envolve em um relacionamento com Ivan, um herdeiro do Oligarca russo, que passa a ser o seu príncipe encantado para a donzela.
Claro que Ivan se mostrava egoísta e imaturo no começo, quando seguranças dos pais dele visitam à mansão e se deparam com o inocente casal. É aí que a vida da Ani se torna uma montanha-russa (com o perdão do trocadilho, pois o filme tem quase todo o idioma em russo!).
No filme, Ani se mostra uma fortaleza humana e determinada, além de ser sobrevivente de muitas injustiças pairando na sua mente. Não é à toa que Mikey Madidon apareceu, pela primeira vez, no filme Era Uma Vez... Em Hollywood, do Quentin Tarantino. E sua atuação foi tão marcante em todo o filme.
Outro ponto a ressaltar é a presença de Ivan (Yura Borisov), capanga da família russa. Ele, na primeira vista, parecia ser aterrorizante. Mas, com o passar do tempo, ele se mostrava afetuoso com a moça, mesmo ela o rejeitando.
Além do Oscar, Anora venceu a Palma de Ouro, no Festival de Cannes, em 2024, passando a ser o quarto filme da história a ganhar, tanto a Palma de Ouro quanto o Oscar de melhor Filme. Sean Baker fez história ao ganhar os prêmios da Academia em uma única cerimônia, se igualando à Walt Disney.
Qualquer pessoa no mundo sonha em participar em um programa de perguntas e respostas na televisão. Mesmo que você seja muito humilde, mas com uma inteligência acima do normal. Porém, apenas poucos programas utilizam regras, de forma correta e ética, sem, ao menos, enganar os telespectadores.
E isso tudo foi filmado em Quiz Show - A Verdade dos Bastidores, dirigido por Robert Redford, em 1994. Baseado em fatos reais, sendo o caso mais emblemático, o escândalo do programa Twenty-One, nos anos 50.
Um advogado enviado pelo Congresso Americano descobre uma possível fraude do programa, que tinha como principal competidor um rapaz judeu humilde. Até aí, os produtores resolvem convocar um professor jovem de família rica, que passa a ganhar do judeu. Esse professor passou a ser celebridade, da noite para o dia.
Foi aí que o investigador resolve juntar um grande quebra-cabeça pra saber se o programa foi combinado. O roteiro de Paul Attanasio foi baseado nas memórias do Richard N. Goodwin, o próprio advogado que investigou Twenty-One.
Com um elenco estelar de John Turturro, Ralph Fiennes, Mira Sorvino e a participação de Martin Scorsese, o filme teve o orçamento de US$ 31 milhões, com um lucro de US$ 52,2 milhões. Além de ser indicado aos Oscars de Melhor Filme, Direção, Ator Coadjuvante e Roteiro Adaptado. No mesmo ano que tivemos competidores acirrados, como Forest Gump, Pulp Fiction e Um Sonho de Liberdade.
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Obrigado Rodrigo!
Obrigado Rodrigo. Assisti suas entrevistas da TV Cultura e da Band, eu não sabia que vc tem autismo, só fiquei sabendo pelas entrevistas. Tenho um sobrinho que também tem autismo. E eu tenho mediunidade e superdotação, sofri muito com pessoas que não reconhecem, preconceituosos, céticos, invejosos, etc, então eu entendo o que os autistas passam. Abraços.
Obrigado por ter me aceito, Rodrigo!
Já estou lhe seguindo no Instagram.
Um abraço e viva o Metal e nosso Palmeiras. Tamo junto! : )
Quando eu escrevi sobre Requiem Para Um Sonho, eu havia dito que filmes de drama são muito mais aterrorizantes e assustadores do que filmes de terror e suspense. Geralmente, quando o assunto é sobre Dr0g4s.
E se tem um filme que atribui à esse assunto é o Eu, Christiane F. - 13 Anos, Drogada e Prostituída, de 1981, baseado na biografia da própria Christiane, e também em fatos reais (e bota REAL nisso!).
Em Berlim, nos anos 70, Christiane era uma garota bonita e jovial, cheia de vida, que acaba frequentado um clube noturno, ao lado de seus amigos. Daí, ela se apaixona por um traficante de dr0g4s.
Em meio ao show de seu ídolo David Bowie, ela começa a entrar no submundo dos entorpecentes. Ela entra na c0c41n4, depois na m4c0nh4 e, em seguida, a pior de todas: a H3r01n4.
À medida que começa a se viciar, seu corpo e sua saúde começa a deteriorar. Até mesmo chegar a se pr0st1tu1r, em troca do seu vício letal.
Cenas em que seus amigos passam a ter overdoses, ficando paralisados, inclusive a própria Christiane tendo convulsões, são de arrepiar o osso da espinha.
Uma visão de que a juventude se vê perdida, para, a partir dos anos 80, quando um certo vírus se torna epidemia mundial.
Mais de 40 anos depois, o filme continua atual, e a realidade se torna mais assustadora do que nunca.