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Na história do cinema, o gênero do Terror sempre teve várias produções que assustaram vários espectadores. Mas, apenas UM filme virou o jogo e, não só assombrou a maior parte do público, como também entrou para a história da Sétima Arte: O Exorcista.
Baseado do livro de William Peter Blatty (que escreveu o roteiro) e dirigido por William Friedkin, o filme aborda a história da garota Regan MacNeil (Linda Blair), de 12 anos, que, sob preocupação da sua mãe, a atriz Chris (Ellen Burstyn), ela teve mudanças de comportamento.
Apesar dos esforços da equipe médica, um dos profissionais sugere a Chris de procurar um exorcista. Ela recorre ao padre Damien Karras (Jason Miller), que têm problemas com sua fé, e com a sua mãe, com doença em estágio terminal.
Karras recorre ao padre e arqueólogo Lankester Merrin (Max von Sydow). Merrin havia viajado ao Iraque e encontrou objetos relacionados à uma criatura bestial.
William Blatty baseou o livro, ao se inspirar na história real do exorcismo devem garoto de 14 anos, em 1949, conhecido como o Exorcismo de Roland Doe.
Os sons do demônio tiveram uso de sons de Porcos e vacas sendo abatidos. Essa ligação foram relatados por investigadores paranormais, onde aconteceu o caso de Amityville.
A filha da família Lutz dizia ter brincado com um amigo imaginário, que seria um porco de olhos vermelhos. O uso dos Porcos foi relatado nos evangelhos, em Jesus exorcizando o geraseno, no qual uma legião de demônios é transferida para 2 mil Porcos.
O filme teve vários acontecimentos trágicos, além de críticas e acusações, como também coisas estranhas, envolvendo a equipe e o elenco.
O Exorcista estreou em 26 de dezembro de 1973, e foi proibido em vários lugares no mundo, as estreias foram atrasadas, impedidas por censores. No Brasil, houve um alvoroço, devido ao conteúdo perturbador, e só estreou em novembro de 1974. A sua dublagem só foi concluída em 1980.
Em 2000, a Warner relançou o filme, com mais de 11 minutos de cenas inéditas, que não foram incluídas na versão do cinema. E, mesmo assim, até hoje, causam alvoroço.
Mesmo com todas as polêmicas, O Exorcista se tornou o filme de terror mais rentável de todos os tempos, com orçamento de US$ 12 milhões e lucro de mais de US$ 441 milhões. Além disso, foi indicado à 10 Oscars, sendo que ganhou APENAS 2 (Roteiro Adaptado e Som), e dessas indicações, foi o primeiro filme do gênero a ser indicado à melhor Filme.
Ganhou 4 Globos de Ouro (Filme, Direção, Roteiro e Atriz Coadjuvante, para Linda Blair). O Exorcista teve duas continuações, um remake de 2004 (prelúdio do primeiro filme) e o prólogo de 2005, além da série de TV, exibida entre 2016 e 2017.
Linda Blair, por seu papel de Regan, se tornou ícone da cultura popular do gênero. Porém, com a fama, ela passou a ser acuada de blasfêmia, além de inúmeras ameaças de morte. Depois do sucesso do primeiro filme, ela voltou a fazer as duas continuações.
O tema Tubular Bells, de Mike Oldfield, virou peça fundamental para a trilha de O Exorcista.
Todos sabem que Stephen King sempre foi um grande contador de histórias, seja de terror, suspense, drama ou ficção-científica. Seja ele mesmo escrevendo suas obras, ou sob seu alter-ego Richard Bachman. E se tem um filme que resume bem sua genialidade é Um Sonho de Liberdade, de 1994.
No filme, o banqueiro Andy Drufesne (Tim Robbins) é condenado à prisão perpétua, pelo assassinato de sua mulher e seu amante, na qual ele alega que é inocente. Daí, ele foi enviado à prisão de Shawnshank, onde saca que sua vida depende de sobrevivência.
Lá, ele conhece "Red" (Morgan Freeman), um contrabandista que consegue qualquer coisa para os presos. É aí que, quando Andy resolve "ajudar" um dos guardas da prisão, ele acaba conseguindo algo maior: ele acaba "lavando" dinheiro da corrupção do diretor da prisão.
Pode-se dizer que o filme é, ao mesmo tempo, uma reflexão sobre esperança e fé, em momentos mais difíceis. Em algumas cenas, pode ter alusões ao Cristianismo, o qual o diretor Frank Darabont nega.
Um Sonho de Liberdade foi orçado em US$25 milhões, e em sua primeira exibição foi um fracasso de bilheteria. Mesmo assim, em 1995, foi indicado à 7 Oscars, incluindo Melhor Filme e Diretor. Em outra exibição, arrecadou mais do que a primeira vez.
Anos depois, no auge das vídeo locadoras, o filme foi um dos mais alugados de 1995, suas exibições na televisão atingiram o máximo de audiência nos EUA.
E tem mais: o filme entrou na Biblioteca do Congresso, entrou na lista dos 100 melhores filmes americanos de todos os tempos e é o 1º lugar do IMDb.
Com certeza, o Pacífico que Andy Drufesne profetizou, foi tão azul quanto os sonhos.
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Bons filmes!
Equipe Filmow
Obrigado Rodrigo!
Obrigado Rodrigo. Assisti suas entrevistas da TV Cultura e da Band, eu não sabia que vc tem autismo, só fiquei sabendo pelas entrevistas. Tenho um sobrinho que também tem autismo. E eu tenho mediunidade e superdotação, sofri muito com pessoas que não reconhecem, preconceituosos, céticos, invejosos, etc, então eu entendo o que os autistas passam. Abraços.
Não é à toa que, em termos de shows ao vivo, o público mais animado e intenso sempre são o do Brasil. Basta ver as bandas que se apresentaram aos montes, com o passar dos anos. Eu poderia dizer vários artistas e bandas, mas, a lista é extensa. Sem falar dos festivais e eventos modestos, também.
Agora, em 2002, apenas UMA Banda fez seu batismo de fogo, ao se apresentar, pela primeira vez, depois de muitos anos. O nome é Rush. E o trio canadense fez uma turnê muito especial.
Divulgando, na época, o álbum Vapor Trails, de 2002, Geddy Lee, Alex Lifeson e o saudoso Neil Peart, tocaram para um público sedento e energético. Em São Paulo, teve o maior público até então, com estimativa de 60 mil pessoas.
Mas, foi no Maracanã (RJ), que a banda resolveu gravar seu primeiro DVD ao vivo, para um público de 40 mil. Lançado em 2003, Rush in Rio começou com o hit máximo Tom Sawyer, pra levantar até o mais cálido e frio defunto moribundo.
A partir daí, foram só clássicos renomados, como Roll The Bones, YYZ, 2112, Closet To The Heart, Lá Villa Strangiato, The Spirit of Radio e Working Man.
A banda não esperava tamanha reação intensa, ao ver um emaranhado de fanáticos pelo Rush. Especialmente Peart, que, naquela época, todos achavam que ele não poderia mais tocar, pois viveu um drama pesado, ao perder, por um ano, a mulher e a filha, ao mesmo tempo. Porém, o baterista fez um solo fantástico, intitulado O Baterista, provando à todos que a sua técnica apurada NÃO havia perdido.
Por causa do seu solo, ele foi indicado ao Grammy de Melhor Performance Instrumental de Rock em 2005, mas perdeu para Brian Wilson.
Sendo assim, Rush In Rio (DVD) foi certificado 7x Platina pela RIAA nos EUA, com mais de 70 mil cópias até setembro de 2010.