Rodrigo Noé de Souza
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Últimas opiniões enviadas

Rodrigo Noé de Souza
5 dias atrás

Todos sabem que Stephen King sempre foi um grande contador de histórias, seja de terror, suspense, drama ou ficção-científica. Seja ele mesmo escrevendo suas obras, ou sob seu alter-ego Richard Bachman. E se tem um filme que resume bem sua genialidade é Um Sonho de Liberdade, de 1994.

No filme, o banqueiro Andy Drufesne (Tim Robbins) é condenado à prisão perpétua, pelo assassinato de sua mulher e seu amante, na qual ele alega que é inocente. Daí, ele foi enviado à prisão de Shawnshank, onde saca que sua vida depende de sobrevivência.

Lá, ele conhece "Red" (Morgan Freeman), um contrabandista que consegue qualquer coisa para os presos. É aí que, quando Andy resolve "ajudar" um dos guardas da prisão, ele acaba conseguindo algo maior: ele acaba "lavando" dinheiro da corrupção do diretor da prisão.

Pode-se dizer que o filme é, ao mesmo tempo, uma reflexão sobre esperança e fé, em momentos mais difíceis. Em algumas cenas, pode ter alusões ao Cristianismo, o qual o diretor Frank Darabont nega.

Um Sonho de Liberdade foi orçado em US$25 milhões, e em sua primeira exibição foi um fracasso de bilheteria. Mesmo assim, em 1995, foi indicado à 7 Oscars, incluindo Melhor Filme e Diretor. Em outra exibição, arrecadou mais do que a primeira vez.

Anos depois, no auge das vídeo locadoras, o filme foi um dos mais alugados de 1995, suas exibições na televisão atingiram o máximo de audiência nos EUA.

E tem mais: o filme entrou na Biblioteca do Congresso, entrou na lista dos 100 melhores filmes americanos de todos os tempos e é o 1º lugar do IMDb.

Com certeza, o Pacífico que Andy Drufesne profetizou, foi tão azul quanto os sonhos.

Rodrigo Noé de Souza
1 mês atrás

Um recado às crianças: nem todos os contos de fada são, exclusivamente, para vocês. Sabe aquelas histórias que seus pais contam, antes de dormir? Pois é, NÃO ACREDITEM!

Depois do sucesso do Shrek 1 e 2, a The Weinstein Company (sabem quem são um dos donos!) resolveu investir numa animação stop-motion, com um toque cômico e sem-noção, pouco convencional às animações tradicionais.

E eis que surgiu Deu A Louca Na Chapéuzinho, com aquela baboseira que todo mundo conhece e tá de saco cheio. Poderia ser uma produção p0rn0gr4f1c4, com duplo sentido e fazendo apologia à z00f1f14.

Mas, como não podem agredir as crianças, criaram uma trama policial em cima do caso, envolvendo Chapéuzinho Vermelho, sua vovó, o lobo mau e o lenhador. E a polícia, toda formada por animais antropomórficos, tentam resolver esse caso.

Pelas cenas, parecem que beberam da fonte de filmes consagrados. Além, é claro, de piadas pesadas e nonsenses, para deleite dos adultos.

O filme custou US$ 8 milhões para ser feito, mas, arrecadou mais de US$ 110 milhões. E teve continuação, mas, foi um fracasso retumbante.

Rodrigo Noé de Souza
1 mês atrás

Numa época em que o século XXI se tornou uma terra sem lei, somente um ser, metade homem e metade máquina, pode ser a verdadeira salvação para uma cidade, Tomada pelo crime. E esse ser é ROBOCOP.

Para fazer esse filme, o diretor Paul Verhoeven, que recusou duas vezes até aceitar dirigir esse filme, usou toda sua técnica sarcástica e olhar psicótico ao dar corpo e alma ao ciborgue.

Em uma Detroit futurista, Tomada pela criminalidade, o policial Alex Murphy e sua parceira Lewis caçam a Gangue, liderada por Clarence Boddicker. Lá na usina abandonada, Clarence e seus capangas torturam Murphy até a morte.

A OCP, órgão contratado pela prefeitura para comandar a força e a segurança policial, usam o cadáver do Murphy e criam Robocop.

Pronto pra guerra, o ciborgue vira mania local. Porém, ele precisa lidar com traumas do seu passado, além de caçar os culpados pela sua morte.

O filme fala sobre humanidade, violência, corrupção corporativa e uma sátira ao governo Reagan.

Robocop foi sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 53 milhões e faturou o Oscar de Efeitos Sonoros.

O filme teve duas continuações, série de TV, série animada, jogos de videogame, produtos licenciados e um remake de 2014, dirigido pelo brasileiro José Padilha (Tropa de Elite).

  • Filmow 4 dias atrás

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow

  • Leonardo 2 anos atrás

    Obrigado Rodrigo!

  • Rafa M.B. 2 anos atrás

    Obrigado Rodrigo. Assisti suas entrevistas da TV Cultura e da Band, eu não sabia que vc tem autismo, só fiquei sabendo pelas entrevistas. Tenho um sobrinho que também tem autismo. E eu tenho mediunidade e superdotação, sofri muito com pessoas que não reconhecem, preconceituosos, céticos, invejosos, etc, então eu entendo o que os autistas passam. Abraços.