Vários espiões são convocados para encontrar maleta de conteúdo desconhecido. Mas a situação se complica quando os agentes descobrem que estão enredados numa trama de mentiras, traições e assassinatos.
Tinha potencial para ser um clássico absoluto, cenas de ação e diálogos crocantíssimos, mas falta uma unidade dramática, um conflito mais significativo pra chamar de meu; ainda sim, filmão.
Não vou repetir oq tanto já foi dito sobre as cenas excelentes de carros. Só quero pontuar que esse filme tem ALGUMAS das soluções "Deus Ex Maquina" mais bizarras do cinema.
Primeiro, um pouco depois do meio do filme, acontece um dos inúmeros plot twists, a perseguição dá toda errada e a contratante, junto com o seu chefe, somem junto com o cara que havia escondido a maleta. Jean Reno tá com o DeNiro sangrando no carro pq tomou um tiro. Aí aparece a "salvação", um conhecido/amigo (que ele chama de Jean-Pierre, mais clichês de francês impossível) para onde o Reno leva o DeNiro para fazer a tal da "operação" (cena bem legal, por sinal). Até aí tudo bem, compreensível que um mercenário tenha um outro mercenário amigo com uma "base". Oq é bizarro é que o Reno fala algo do tipo "precisamos de informações de uma irlandesa, um irlandês, um alemão ex-KGB em Paris". E, tipo, no dia seguinte, tem não só informações, como eles aparecem NO PORTÃO desse trio! Cara, não há possibilidade de um senhorzinho nerd bonachão, que mora num castelo isolado na França e passa os dias pintando miniaturas de Japão feudal, consiga de um dia pro outro o endereço EXATO de 3 pessoas com essa descrição mínima numa das maiores cidades do mundo! Pra começar, o Reno fala em Paris, mas teoricamente eles poderiam estar em qualquer lugar do mundo. Mas mesmo que fosse só em Paris, essa solução do filme é MUITO aleatória. Aí tem a tal da perseguição de carros (maravilhosa), tudo dá errado de novo, pra variar, e eles vão para o café pensar onde o trio fantástico poderia estar. Pq vcs não apelam para o mago Jean-Pierre de novo, oras??? Mas aí eles dão lá uma desculpa esfarrapada dos russos, q não faz sentido nenhum, mas pelo menos eles tentaram alguma lógica bubbles lá. Aí, já no final do filme, Jean Reno toma 2 tirambaços a queima-roupa no peito, cai no chão estribuchando do lado de fora do tal teatro, então o DeNiro persegue o chefão para dentro do teatro, passa por umas 4 ou 5 portas. Repito, QUATRO ou CINCO portas, algumas até sendo fechadas inclusive, eles têm um confronto e quando o vilão vai dar o tiro derradeiro no DeNiro, ele toma um tiro do Jean Reno que está EXATAMENTE no mesmo local, em uma posição privilegiada, do alto, tipo sniper. NÃO TINHA COMO ele chegar ali nem correndo, quanto mais com 2 pipocos no peito (na verdade, não tinha como ele nem saber q os caras estavam exatamente alí, pra início de conversa...)
Enfim, um filme legal, lento em certos pontos, sente o peso da época, mas relevando várias conveniências (falei só das mais bizarras, mas há ainda há VÁRIAS outras), é um filme de espião divertido.
Serve. Muita marmelada e teve cenas q pareciam indecisos no q ia acontecer.
Começaram a forçar demais quando o Peugeot
consegue alcançar a BMW q tava muito mais rápida.
Tinha potencial para ser um clássico absoluto, cenas de ação e diálogos crocantíssimos, mas falta uma unidade dramática, um conflito mais significativo pra chamar de meu; ainda sim, filmão.
Sim, as cenas de perseguições com os carros nas minúsculas ruas de Paris são insanas e frenéticas e só por isso vale dar uma conferida.
Não vou repetir oq tanto já foi dito sobre as cenas excelentes de carros. Só quero pontuar que esse filme tem ALGUMAS das soluções "Deus Ex Maquina" mais bizarras do cinema.
Primeiro, um pouco depois do meio do filme, acontece um dos inúmeros plot twists, a perseguição dá toda errada e a contratante, junto com o seu chefe, somem junto com o cara que havia escondido a maleta. Jean Reno tá com o DeNiro sangrando no carro pq tomou um tiro. Aí aparece a "salvação", um conhecido/amigo (que ele chama de Jean-Pierre, mais clichês de francês impossível) para onde o Reno leva o DeNiro para fazer a tal da "operação" (cena bem legal, por sinal). Até aí tudo bem, compreensível que um mercenário tenha um outro mercenário amigo com uma "base". Oq é bizarro é que o Reno fala algo do tipo "precisamos de informações de uma irlandesa, um irlandês, um alemão ex-KGB em Paris". E, tipo, no dia seguinte, tem não só informações, como eles aparecem NO PORTÃO desse trio!
Cara, não há possibilidade de um senhorzinho nerd bonachão, que mora num castelo isolado na França e passa os dias pintando miniaturas de Japão feudal, consiga de um dia pro outro o endereço EXATO de 3 pessoas com essa descrição mínima numa das maiores cidades do mundo! Pra começar, o Reno fala em Paris, mas teoricamente eles poderiam estar em qualquer lugar do mundo. Mas mesmo que fosse só em Paris, essa solução do filme é MUITO aleatória.
Aí tem a tal da perseguição de carros (maravilhosa), tudo dá errado de novo, pra variar, e eles vão para o café pensar onde o trio fantástico poderia estar. Pq vcs não apelam para o mago Jean-Pierre de novo, oras??? Mas aí eles dão lá uma desculpa esfarrapada dos russos, q não faz sentido nenhum, mas pelo menos eles tentaram alguma lógica bubbles lá.
Aí, já no final do filme, Jean Reno toma 2 tirambaços a queima-roupa no peito, cai no chão estribuchando do lado de fora do tal teatro, então o DeNiro persegue o chefão para dentro do teatro, passa por umas 4 ou 5 portas. Repito, QUATRO ou CINCO portas, algumas até sendo fechadas inclusive, eles têm um confronto e quando o vilão vai dar o tiro derradeiro no DeNiro, ele toma um tiro do Jean Reno que está EXATAMENTE no mesmo local, em uma posição privilegiada, do alto, tipo sniper. NÃO TINHA COMO ele chegar ali nem correndo, quanto mais com 2 pipocos no peito (na verdade, não tinha como ele nem saber q os caras estavam exatamente alí, pra início de conversa...)
Enfim, um filme legal, lento em certos pontos, sente o peso da época, mas relevando várias conveniências (falei só das mais bizarras, mas há ainda há VÁRIAS outras), é um filme de espião divertido.
A nota aqui engana demais.