O rock proletário dos Garotos Podres, mistura ska com hardcore desde o início da cena criada por eles e a molecada da época; Cólera, Inocentes, Lobotomia e, que ainda fazem uma música dentro de suas possibilidades, sem maior comprometimento com público (passam o grunge, os Raimundos, bandas punks gringas faturam mais do que mega astros do pop) nem seus discos são produzidos com minimalismo. Mas o som ainda cru, e a mensagem direta, empunhando a bandeira negra da anarquia são subversivos e recusam os favores da sociedade, niilistas berram que só destruindo o mundo que o exclui poderão reerguer uma sociedade realmente justa e de iguais em suas diferenças.
O rock proletário dos Garotos Podres, mistura ska com hardcore desde o início da cena criada por eles e a molecada da época; Cólera, Inocentes, Lobotomia e, que ainda fazem uma música dentro de suas possibilidades, sem maior comprometimento com público (passam o grunge, os Raimundos, bandas punks gringas faturam mais do que mega astros do pop) nem seus discos são produzidos com minimalismo. Mas o som ainda cru, e a mensagem direta, empunhando a bandeira negra da anarquia são subversivos e recusam os favores da sociedade, niilistas berram que só destruindo o mundo que o exclui poderão reerguer uma sociedade realmente justa e de iguais em suas diferenças.