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Em cerca de 18 minutos este curta mostra a jornada de uma sacola plástica, desde o momento que é adquirida pela sua dona em um supermercado, mostrando o seu descarte, a passagem por lixões, sendo assoprada pelos ventos por estradas, florestas, ruas, rios até chegar às praias e finalmente nos oceanos.
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A fotografia é simples, porém, muito bonita. A narração é de uma profundidade absurda.
ASSISTA LEGENDADO: PARTE 1 E PARTE 2: https://www.youtube.com/channel/UC2B-hCCBbMy0NikuobOlJlA
Conheci este diretor graças à sua péssima versão para FAHRENHEIT 451. Vasculhando a sua elogiada filmografia, descobri que já procrastinava a audiência a este curta-metragem por uma década. Algo em sua divulgação fazia-me suspeitar de pedantismo existencial, apesar de ter muita validade pela narração apaixonada do fofo que é Werner Herzog. Mergulhei no filme num momento de profunda crise depressiva - e, Deus, como fez sentido: identifiquei-me por completo. A narração é sumamente terna e o roteiro torna-nos cúmplices de um poluente involuntário e condenado a vagar pelo mundo. Quase o favoritei, de tão arrebatado que fiquei. Só não o fiz porque, em determinado ponto, o personagem prosopopéico faz uso de um nível de chantagem emocional pouco defensável. Mas logo recupera o tom magnânimo de desamparo consolador... Lindo! (WPC>)
agora eu entendi completamente a katy perry cantando: "do you ever feel, like a plastic bag, drifting through the wind, wanting to start again?"
Sempre quando vejo uma sacola plástica voando entro na sua viagem pelo espaço. O curta retrata a vida desta sacola ao qual eu fiz vários paralelos com a vida, sendo que é sempre possível mudar. E que narração!
E que cena mais linda da interação das duas sacolas amantes, elas estavam dançando no espaço.