Tora Hamilton é uma estranha em sua nova casa nas rochosas ilhas Shetland, próximo da Escócia. Embora seu marido tenha crescido no local, é a primeira vez que ele retorna em vinte anos. Cavando em sua nova propriedade, Tora desenterra um corpo humano, à primeira vista, um corpo secular. Percebendo que o corpo de fato é recente, e que a vítima, uma mulher, teve o coração cortado e que estava no final de uma gestação, Tora, torna-se obcecada em descobrir o que aconteceu realmente, mesmo quando a polícia, seus colegas e, seu marido tentam convencê-la a não se envolver.
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Achei bem confuso, bagunçado, tedioso, cansativo, arrastado, chato, muita coisa mal feita, e os momentos finais bem boboca.
E depois do boom dos acontecimentos atuais sobre esse tema delicado, talvez tenha sido essa a inspiração pra esse roteiro e filme que se perdeu no bom desenvolvimento.
Após ter participado do roteiro de alguns filmes, como Plano de Vôo e Um Álibi Perfeito, Peter A. Downling se aventura na direção, mas sem abrir mão do roteiro. Em Sacrifício, o diretor tenta jogar no seguro, aposto em alguns clichês do gênero, inclusive na condução do mistério da história e essa falta de originalidade, acaba tornando o mesmo um pouco previsível, fazendo com que o filme não passe de uma obra razoável. Enfim, o potencial era bom, mas o resultado final deixou um pouco a desejar.
** (Regular)
Conseguiu prender minha atenção, adoro histórias investigativas ainda mais com essa trama de sacrifício e coração arrancado hahaha
É um filme que consegue prender sua atenção. Mas não tem nenhuma reviravolta.
Sacrifício é um thriller investigativo até interessante, desde que o espectador assista com boa dose de suspensão de descrença. A famosa diversão despretensiosa.
Acompanhamos uma investigadora, operadora de escavadeira e médica nas horas vagas que tenta desvendar um mistério após encontrar um corpo em sua propriedade. Apesar da duração de não ser longa, chega um determinado momento em que a trama cansa um pouco.
Radha Mitchell é uma boa atriz e segura bem o filme nas costas. Os coadjuvantes estão bem, considerando o padrão britânico de atuação.
Apesar da boa ideia o roteiro força bastante ao tentar mostrar uma espécie de seita (ou sociedade secreta) que possui até um hospital particular para realizar partos e fazer sacrifícios nas horas vagas. Sem falar que algumas atitudes de personagens não são muito verossímeis.