Em 2003, três mercenários extraditando um narcotraficante para fora da Guiné-Bissau são forçados a se esconder na região mística de Saloum, no Senegal.
O que aconteceria se juntasse elementos de faroeste, tráfico, guerrilha e mitologias africanas num filme só? Saloum.
O filme é dividido em duas metades e, infelizmente, a primeira metade é mais interessante e melhor acabada. Fiquei desejando que os elementos que ganham destaque na segunda metade fossem um pouco melhor desenvolvidos, inclusive em sua execução visual. Acho inclusive que, mesmo com o baixo orçamento, dava pra ter criado algo um pouco melhor. Acho que a segunda metade também falha um pouco em algo que a primeira acerta muito que é a construção de suspense.
Ainda assim, a direção de Jean Luc Herbulot é impressionante e o que ele e o cinematógrafo Gregory Carandi realizam aqui é dinâmico, ambicioso, conta muito bem a história proposta e ainda é bonito. Não sei quanto foi o orçamento do filme, mas imagino que não chegue nem perto do que um médio orçamento hollywoodiano gastaria.
Mesmo com minhas vírgulas, especialmente em relação ao ato final, eu considero que as qualidades fazem valer muito a pena assistir essa pérola senegalesa.
Visualmente muito foda e culturalmente rico, mas a narrativa é um pouco confusa. Apesar disso, eu achei muito bom, prendeu minha atenção e é interessante ver um filme de terror nesse contexto.
gostei bastante!
09.08.26
A cena do jantar é desconfortante e brabíssima de boa.
O que aconteceria se juntasse elementos de faroeste, tráfico, guerrilha e mitologias africanas num filme só? Saloum.
O filme é dividido em duas metades e, infelizmente, a primeira metade é mais interessante e melhor acabada. Fiquei desejando que os elementos que ganham destaque na segunda metade fossem um pouco melhor desenvolvidos, inclusive em sua execução visual. Acho inclusive que, mesmo com o baixo orçamento, dava pra ter criado algo um pouco melhor. Acho que a segunda metade também falha um pouco em algo que a primeira acerta muito que é a construção de suspense.
Ainda assim, a direção de Jean Luc Herbulot é impressionante e o que ele e o cinematógrafo Gregory Carandi realizam aqui é dinâmico, ambicioso, conta muito bem a história proposta e ainda é bonito. Não sei quanto foi o orçamento do filme, mas imagino que não chegue nem perto do que um médio orçamento hollywoodiano gastaria.
Mesmo com minhas vírgulas, especialmente em relação ao ato final, eu considero que as qualidades fazem valer muito a pena assistir essa pérola senegalesa.
Visualmente muito foda e culturalmente rico, mas a narrativa é um pouco confusa. Apesar disso, eu achei muito bom, prendeu minha atenção e é interessante ver um filme de terror nesse contexto.
Muito foda.