Matt Fletcher acaba de chegar em Ojo Prieto, cansado de sua vida arriscada, e vai à igreja se confessar. Mas em pouquíssimo tempo, consegue uma desavença com Chuy Medina, um perigoso mexicano, graças a sua mulher Trini, que lhe joga em uma enrascada, tentando fugir do marido. Recapturando a mulher mas disposto a não passar vergonha, ele exige comprar o magnífico cavalo do estranho, que logo recusa. E a tranquilidade que Matt esperava fica cada vez mais longe, pois Chuy está decidido a roubar o cavalo, a qualquer custo.
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Ele não estava sempre a um passo á frente.
Fui com 'muita cede ao pote' (desculpe-me o trocadilho) ao assistir a este faroeste dirigido por Sidney J. Furie (que nunca foi um grande cinasta, porém, rodou alguns bons longas).
Achei "Sangue em Sonora" um filme sem alma, sem identidade própria. Como disseram abaixo, não consegui me envolver por completo. Tem o nome de peso Marlon Brando (que nunca fui fã) e aqui está comedido por demais, num papel apagado sobrando pra John Saxon roubar a cena como vilão da trama.
A fotografia e o close-up no rosto dos atores são destaques positivos. No mais, um faroeste esquecível.
Confesso que, de cara, tive dificuldade em aceitar Marlon Brando fazendo um western. Por alguma razão que eu mesma não sei explicar, isso me pareceu fora do lugar. Fora isso, não consegui me conectar com o filme. Achei sem vida, sem identidade de western (confesso que meus preferidos são os da década de 40 e 50, têm uma atmosfera que é só deles). No mais, tem alguns enquadramentos "estilo do diretor". John Saxon está muito bem como vilão.
Faroeste e drama romântico da Universal Pictures indicado ao Globo de Ouro de melhor ator coadjuvante, John Saxon (1936-2020). O filme foi baseado no romance homônimo de Robert MacLeod, o mesmo autor que escreveu 100 rifles (69), que também virou um western no cinema. O filme foi dirigido pelo canadense Sidney J. Furie e rodado em Techniscope na Califórnia, Utah e Arizona.
Furie, o diretor, teve muitos problemas no set por causa de seu jeito, seu método de filmagem, os ângulos estranhos que ele pediu ao operador de câmera, um veterano no mundo do cinema desde E o Vento Levou (39). Marlon Brando (1924-2004) também disse a Furie que era um péssimo diretor. O filme era o favorito de John Saxon entre seus filmes.
O virtuosismo de Furie funciona em detalhes e nos close-ups, principalmente na cena de luta de "braço de ferro" com escorpiões venenosos como balizas. Ele descreveu que seu relacionamento com Brando nas filmagens foi como "uma batalha". O filme combina um sentimento britânico de estilo e maneiras com aquele vigor norte-americano aberto. Mas as cenas de neve são estritamente originárias do Canadá. Pode até não estar entre os melhores faroestes de todos os tempos, mas é bem divertido de se ver.
Filme fraco.... não tem porque ele ir atrás do vilão.... ele (o mocinho) não é bom pistoleiro, não tem artimanha..... sério.... desfecho sem emoção alguma..... Assistido em 07/12/2020.