Mas, gente... Por que não ensinam quem foi Edward Dein nas aulas de cinema?! Nunca ouvi falar deste cineasta e nem conhecia este filme até ele ser lançado em DVD pela Versátil! Adentrei a sessão crente de que teria acesso apenas a uma curiosidade na fusão de gêneros e surpreendi-me perante uma obra com boas atuações, diálogos mui contundentes e corajosos e um roteiro primoroso, escrito pelo próprio diretor, junto à sua colaboradora habitual, a esposa Mildred. É interessante que, apesar da aflição relacionada à moléstia que mata jovenzinhas, no começo, o que mais assusta são as injustiças do mundo, bem como a imposição de discursos vinculados ao fanatismo religioso. Tudo isso é criticado internamente e, por exigências produtivas e/ou moralistas, o desfecho foi apressado e convencional. Mas este filme arrebatou-me: muito, muito bom tanto enquanto terror quanto enquanto faroeste tradicional! (WPC>)
Triste que um filmão de Weird Western desses tenha uma nota ruim. Talvez o público daqui não consiga entender a obra, mas o terror dos anos 50 era exatamente assim. O que torna o filme defasado é a Hammer ter chocado o Mundo 2 anos antes com The Curse of Frankenstein em technicolor, mas produções Western em p/b ainda aconteciam naqueles tempos. Esse filme se encaixa numa união entre 2 Universos, entregando aos fãs de Western o que eles gostam, e aos fãs de terror um gosto de Gothic, ou melhor, Western Horror, característico daqueles tempos. Esse filme para o público mais velho com certeza tem uma aceitação melhor, pois é uma excelente produção.
Mesmo que o resultado não tenha sido muito bom, achei interessante essa associação de terror com vampiro e filme de faroeste. Tudo é razoável: os personagens, os ataques do vampiro, os tiroteios, a história antiga que é contada. Mas algumas coisas são legais, incluindo o final.
Mas, gente... Por que não ensinam quem foi Edward Dein nas aulas de cinema?! Nunca ouvi falar deste cineasta e nem conhecia este filme até ele ser lançado em DVD pela Versátil! Adentrei a sessão crente de que teria acesso apenas a uma curiosidade na fusão de gêneros e surpreendi-me perante uma obra com boas atuações, diálogos mui contundentes e corajosos e um roteiro primoroso, escrito pelo próprio diretor, junto à sua colaboradora habitual, a esposa Mildred. É interessante que, apesar da aflição relacionada à moléstia que mata jovenzinhas, no começo, o que mais assusta são as injustiças do mundo, bem como a imposição de discursos vinculados ao fanatismo religioso. Tudo isso é criticado internamente e, por exigências produtivas e/ou moralistas, o desfecho foi apressado e convencional. Mas este filme arrebatou-me: muito, muito bom tanto enquanto terror quanto enquanto faroeste tradicional! (WPC>)
Triste que um filmão de Weird Western desses tenha uma nota ruim. Talvez o público daqui não consiga entender a obra, mas o terror dos anos 50 era exatamente assim. O que torna o filme defasado é a Hammer ter chocado o Mundo 2 anos antes com The Curse of Frankenstein em technicolor, mas produções Western em p/b ainda aconteciam naqueles tempos. Esse filme se encaixa numa união entre 2 Universos, entregando aos fãs de Western o que eles gostam, e aos fãs de terror um gosto de Gothic, ou melhor, Western Horror, característico daqueles tempos. Esse filme para o público mais velho com certeza tem uma aceitação melhor, pois é uma excelente produção.
Mesmo que o resultado não tenha sido muito bom, achei interessante essa associação de terror com vampiro e filme de faroeste.
Tudo é razoável: os personagens, os ataques do vampiro, os tiroteios, a história antiga que é contada. Mas algumas coisas são legais, incluindo o final.
Western Horror se tivesse vingado poderia ter sido criado um sub gênero.
O filme não é o máximo, mas também não foi tão ruim o quanto eu esperava. Tipo de filme que merecia um remake.