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Analisando novamente, esse filme é bem medíocre e infantilizado, como a visão que a Wizards of the Coast possui da marca D&D.
Ele tem características muito claras de filmes da Marvel: um humor pastelão e com frames rápidos, vilões com motivações ridículas e um grupo de heróis desajustados, onde o personagem principal beira à chatice como engraçadinho. Isso tudo numa trama que, honestamente, ta muito longe de ser Faêrun, um local de origem pastoril, mas que ganhou estética de anime quando a Wizards decidiu caminhar sem o dedo de seu criador: Ed Greenwood.
É curioso que o BECMI era vendido como D&D para o público jovem, com Gazeteers muito mais profundos que essa trama rasa aí. Eu duvido muito que com a política atual, a Wizards seria capaz de entregar uma trama tão amarrada e profunda como a do cenário "Gran Ducado de Karameikos". Os vilões dessa comédia sequer arranham a qualidade de Ludwig von Hendricks e seu mago Bargle.
Mas é isso, D&D cada vez mais descaracterizado e destruído cinematograficamente. Essa bobeirinha ta muito mais parecida com Marvel que com espada e feitiçaria.
É impressionante como essas porcarias de filmes da Marvel conseguem nota alta nesses sites. Eu fico me perguntando se as pessoas gostam disso ou são induzidas a gostarem por conta da propaganda massiva da Disney.
O filme repete novamente a rasa fórmula Marvel, colocando um draminha ou outro pra se fingir de "denso". Mas no fim, o dorso do filme, a história, é feita na fórmula mais que batida: piadas insuportáveis. O Alto Evolucionário e Adam Warlock, dois dos personagens mais icônicos do Universo Cósmico da Marvel, não passaram de alívio cômico de baixa qualidade aqui nesse filme, sendo o primeiro um cientista histriônico e insuportável de assistir. O último, nem preciso dizer que merecia uma imponência MUITO maior que o ator pastelão foi capaz de passar.
Enfim, uma despedida de uma das franquias mais bobas da Marvel, com toda fórmula única que o James FUNN é capaz de entregar. Agora ele vai tá lá estragando a DC, enquanto nos faz consumir piada e comédia pastelão rasa de baixa qualidade. O cinema de super-heróis está deprimente.
É um bom thriller aos moldes dos anos 90, me lembrou até a pegada de "clássicos da tv" como "Mulher Solteira Procura", mas umas pontas soltas me incomodaram...
para um cara que faz diversas atrocidades pelas mínimas coisas, deveriam ter explicado por que ele não agia, ou se agia sem que percebêssemos, enquanto a mulher fazia da vida da Millie um inferno.
Tirando isso, como já falaram, a Amanda Seyfried destruiu na interpretação das emoções da personagem, enquanto a Sydney Sweeney está contida no que de melhor sabe fazer: a ingênua sensual.
No mais, o take final do filme foi desnecessário e decepcionante. Não sei como é o livro, mas sem ele eu teria dado 0,5 estrela a mais.