É meu primeiro nunsploitation, e fiquei um pouco surpreendido. Esperava que tivesse mais cenas de nudez, que tem e também tem crítica a religião. Boas atuações e tecnicamente bem feito.
No final me senti em um filme do Christopher Nolan com as freiras explicando detalhadamente o plot do filme.
Esse cinema mais obscuro me chama muito atenção, um filme nunsploitation mexicano que deve ter custado 2 reais, mas que de alguma forma surpreende e não é à toa que acabou se tornando um cult classic com o passar do tempo. Tem seus momentos galhofas, é claro, mas toda a estética e visual entregam muito.
Deliciosamente desajeitado, esse é mais um exemplar do cinema de horror mexicano que ganhou notoriedade graças ao Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, dois adoradores incorrigíveis de filmes B.
Há um aspecto barroco aqui que é muito atraente. É um filme de exploração de um colorido exuberante em sua fotografia, que transmite uma impressão vívida de pintura surrealista. Essa composição visual com uso expressivo de cores junto com um jogo de luz e sombras, lembra os melhores trabalhos do Mario Bava.
Para os padrões do nunsploitation, o filme de Solares não é tão apelativo em seu erotismo e violência. Claro que tem sua cota de peitos e gritos, mas nada à la The Devils (1971). Na verdade, chega a surpreender ao discutir de modo tão aberto o racismo em um ambiente religioso. Finalmente encontrei uma cópia com som e imagem decentes.
Menino Lúcifer é safadão
É meu primeiro nunsploitation, e fiquei um pouco surpreendido. Esperava que tivesse mais cenas de nudez, que tem e também tem crítica a religião. Boas atuações e tecnicamente bem feito.
No final me senti em um filme do Christopher Nolan com as freiras explicando detalhadamente o plot do filme.
Esse cinema mais obscuro me chama muito atenção, um filme nunsploitation mexicano que deve ter custado 2 reais, mas que de alguma forma surpreende e não é à toa que acabou se tornando um cult classic com o passar do tempo. Tem seus momentos galhofas, é claro, mas toda a estética e visual entregam muito.
Pretensioso 😴.
Peitinho, gemido, galhofa e assim vai o filme inteiro.
Deliciosamente desajeitado, esse é mais um exemplar do cinema de horror mexicano que ganhou notoriedade graças ao Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, dois adoradores incorrigíveis de filmes B.
Há um aspecto barroco aqui que é muito atraente. É um filme de exploração de um colorido exuberante em sua fotografia, que transmite uma impressão vívida de pintura surrealista. Essa composição visual com uso expressivo de cores junto com um jogo de luz e sombras, lembra os melhores trabalhos do Mario Bava.
Para os padrões do nunsploitation, o filme de Solares não é tão apelativo em seu erotismo e violência. Claro que tem sua cota de peitos e gritos, mas nada à la The Devils (1971). Na verdade, chega a surpreender ao discutir de modo tão aberto o racismo em um ambiente religioso. Finalmente encontrei uma cópia com som e imagem decentes.