Apesar de ser o herdeiro de uma grande plantação, Ward Allen (Jim Caviezel) nunca se conformou com uma vida de privilégios. Em pleno começo do século XX, ele prefere abandonar todas as suas posses e percorrer as estradas junto de seu melhor amigo, o escravo liberto Christmas Moultrie (Chiwetel Ejiofor). Os dois lutam por justiça e liberdade contra os habitantes ricos da região. Em seu caminho, Allen se apaixona por uma mulher da alta sociedade (Jaimie Alexander), disposta a enfrentar seu poderoso pai para se casar com o homem que ama.
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Publicado em 1958, o livro de John Eugene Cay Jr. é uma coletânea de memórias e anedotas sobre Ward Allen, baseadas nas histórias contadas por Christmas Moultrie, um ex-escravizado que foi seu parceiro de caça e amigo próximo. A obra oferece um retrato vívido e pessoal da história no início do século XX em Savannah, destacando a amizade improvável entre Allen e Moultrie. Quanto ao filme, apenas o visual do sul estadunidense se salva, a diretora tirou o tempo de exploração do tema (que poderia surgir naturalmente através de diálogos marcantes entre os dois amigos tão distintos e conectados mutuamente, enquanto caçavam e pescavam) para cuspir um romance melodramático totalmente inconveniente/desinteressante com uma mulher que sequer existiu. Jim Caviezel tão cativante quanto uma acne passa absurdamente longe do carisma necessário. E nem para atrair o público para a literatura serve pois acho difícil alguém se interessar tanto pela vida do protagonista a ponto de procurar o material bruto.
“Talvez estejamos aqui para refazer tudo, remodelar tudo, criar nossa própria nova ideia de perfeição e deixar a ideia de Deus para as sombras da história.” — Ward Allen
Fraco, sem emoção sem tensão, sem nada. A fotografia e o ator principal levam o filme nas costas. rs
Savannah
Já disse uma vez e vou repetir, nem sempre uma boa ideia dá um bom filme, “Savannah” é mais um grande exemplo, o período histórico em que a história se situa poderia render uma grande obra, mas a má execução o torna apenas cansativo e sofrível.
O filme se passa no período pós abolição da escravatura, e honestamente eu esperava que esse fosse o foco da obra, mas isso é simplesmente insignificante, o roteiro roda inteiramente sobre a extremamente chata e desinteressante vida de um riquinho que gosta de caçar, mas que não tem maturidade suficiente para enfrentar seus problemas particulares.
O elenco é composto por nomes talentosos como Jim Caviezel, Chiwetel Ejiofor, Jaimie Alexander e Sam Shepard, mas nenhum deles é bem aproveitado, já que o roteiro é raso e os personagens são chatos e sem vida, tem seus dramas e tal, mas é tudo morno, tudo apático demais.
De modo geral “Savannah” é cansativo em demasia para um filme que nem chega a duas horas de duração, só é salvo do fracasso pelo elenco que tira leite de pedra com personagens e com uma história que não ajudam. Eu sempre fico triste quando vejo potencial desperdiçado, e não consigo pensar em outra coisa quando penso nesse longa.
chatoooooooooo
Desperdício geral de talentos. Baseado em livro ruim (segundos os leitores americanos na Amazon Store - Ward Allen: Savannah River Market Hunter, de John Cay) não poderia resultar mesmo em um bom filme (há cineastas que conseguem reverter a situação, mas são poucos). Fiz duas tentativas de ver até o final: não deu. As estrelas e meia são pela fotografia.