Grafiteiro internacionalmente conhecido, Banksy deixou a sua marca em San Francisco em abril de 2010. Mal sabia ele que este ato de vandalismo iria desencadear uma série de eventos.
Assim como as obras do Banksy, o documentário não te da respostas prontas, mas faz pensar. Qual foi a moral de toda essa história? Tudo bem que é tudo relativo e talvez daqui a 50 anos a tentativa de preservar um Banksy seja vista com outros olhos, mas será que a mensagem que ele tenta passar através dos muros vai ter o mesmo impacto? Será que o artista já não sabe em como sua obra vai estar ali por um breve momento e nós que deveríamos saber apreciar mais isso? O moço que pegou o rato teve uma boa intenção mas é obscena as situações em que ele se encontra, debatendo preço com colecionadores.
Maravilhoso! Traz um puta questionamento sobre qual o lugar da arte e sobre a comercialização de arte de rua. Ao mesmo tempo que ela é marginalizada, proibida, ela é vendida por centenas de dólares em leilões de arte. Vou até procurar ler mais sobre isso porque fiquei bem instigada.
que pessoa ridícula o negociante de arte!!!! como não percebe a total falta de sentido em suas ações?
uma obra do Banksy num salão VIP cercado por pessoas esnobes; a segurança do evento acionada por uma suposta ameaça de um grafiteiro; acha que é está fazendo um grande favor ao Banksy mas na verdade só quer lucrar com as obras de um cara que condena o capitalismo!
Esse fluxo acelerado de movimentos humanos pelos centros urbanos anula cada vez mais o trajeto como momento de contato com o meio, com o mundo. Pelas calçadas, as pessoas se aproximam, mas não se conectam, são pontos tentando ser pontuais. Absortas em suas mentes, suas telas, o movimento do corpo se faz automático, objetivo...
Curiosamente, o grafite é um “dedo no fluxo das formigas”. Pelas ruas, transeunte e autor, muitas vezes desconhecido, se aproximam e se conectam num diálogo íntimo e subjetivo. Os olhos absorvem, a cabeça se alimenta. Seja doce, salgada ou ácida, a mensagem é também um grito que evoca nossa sensibilidade artística, nosso senso crítico e estético.
Entre Prédios, viadutos, muros e portões, o grafite mais que denuncia à sociedade seus limites, suas fraquezas e sua omissão: preconceitos, egocentrismo, crise política, miséria, entre incontáveis. Problemas que conversam com o tempo presente e ecoam nas paredes... e que se tenta sanar no compasso da degradação da tinta e do concreto que a ela se prendem, abrindo, naturalmente, espaço às manifestações de um novo tempo.
Assim como as obras do Banksy, o documentário não te da respostas prontas, mas faz pensar. Qual foi a moral de toda essa história? Tudo bem que é tudo relativo e talvez daqui a 50 anos a tentativa de preservar um Banksy seja vista com outros olhos, mas será que a mensagem que ele tenta passar através dos muros vai ter o mesmo impacto? Será que o artista já não sabe em como sua obra vai estar ali por um breve momento e nós que deveríamos saber apreciar mais isso?
O moço que pegou o rato teve uma boa intenção mas é obscena as situações em que ele se encontra, debatendo preço com colecionadores.
Indústria cultural transforma tudo em mercadoria!!!
Maravilhoso! Traz um puta questionamento sobre qual o lugar da arte e sobre a comercialização de arte de rua. Ao mesmo tempo que ela é marginalizada, proibida, ela é vendida por centenas de dólares em leilões de arte. Vou até procurar ler mais sobre isso porque fiquei bem instigada.
que pessoa ridícula o negociante de arte!!!!
como não percebe a total falta de sentido em suas ações?
uma obra do Banksy num salão VIP cercado por pessoas esnobes;
a segurança do evento acionada por uma suposta ameaça de um grafiteiro;
acha que é está fazendo um grande favor ao Banksy mas na verdade só quer lucrar com as obras de um cara que condena o capitalismo!
nossa, passei muita raiva kkkkkk
Esse fluxo acelerado de movimentos humanos pelos centros urbanos anula cada vez mais o trajeto como momento de contato com o meio, com o mundo. Pelas calçadas, as pessoas se aproximam, mas não se conectam, são pontos tentando ser pontuais. Absortas em suas mentes, suas telas, o movimento do corpo se faz automático, objetivo...
Curiosamente, o grafite é um “dedo no fluxo das formigas”. Pelas ruas, transeunte e autor, muitas vezes desconhecido, se aproximam e se conectam num diálogo íntimo e subjetivo. Os olhos absorvem, a cabeça se alimenta. Seja doce, salgada ou ácida, a mensagem é também um grito que evoca nossa sensibilidade artística, nosso senso crítico e estético.
Entre Prédios, viadutos, muros e portões, o grafite mais que denuncia à sociedade seus limites, suas fraquezas e sua omissão: preconceitos, egocentrismo, crise política, miséria, entre incontáveis. Problemas que conversam com o tempo presente e ecoam nas paredes... e que se tenta sanar no compasso da degradação da tinta e do concreto que a ela se prendem, abrindo, naturalmente, espaço às manifestações de um novo tempo.
Um muro cinza nada nos diz além de desvie.