Mesmo sem puxar a sardinha pro lado sofrido dos lgbts, ainda há o apelo estético dos corpos, uma pena essa sexualização pela imensa maioria de tudo que é construído na área. Afinal, não são apenas 'corpos' que se atraem, são vidas, são histórias, misturados com preconceitos e estigmas da sociedade. Se isso por si só não é apelo suficiente pra deixar a sexualização de lado, eu não sei o que é. Mas é isso né, vivemos numa sociedade que o que dá ibope é o que é considerado 'belo' para os holofotes atuais, e, creio que isso dificilmente mudará. Fica só aqui meu direito de fala sobre isso.
Creio que eu tive aqui uma aula de como "puxar" o público para dentro da trama com poucos minutos de história. Fiquei tão imerso que quando acabou me deu um estalo de "Ow! O que acontece?" Não é uma trama arrebatadora e nem com pontos de virada que vão te deixar na ponta da cadeira. Pelo contrário, o que temos aqui é simplesmente a vida banal. E é lindo! Somado a isso, há um detalhe primordial: é fato que grande parte das mídias LGBTQIA+ pendem para tramas que têm um lado sofrido. Infelizmente, essa é a nossa história de vida. Ainda. Contudo, "Scraps" vai além dessa obviedade. Perceba: ele não ilude com uma trama fantasiosa ao estilo "está tudo bem, o preconceito não existe", mas também não optou por focar no problema. O recorte de vida aqui é apenas a singeleza da descoberta da sexualidade e um sorriso. Foi maravilhoso.
Achei uma história tão tocante pena que é apenas um curta. A fotografia é perfeita e tudo faz a gente entrar na história e querer morar lá. Apenas ansiando uma continuação...
Tadinha da gayzinha. Achei a amizade legal e também a mina que aparece necessária. Melhores falas foram as dela.
Mesmo sem puxar a sardinha pro lado sofrido dos lgbts, ainda há o apelo estético dos corpos, uma pena essa sexualização pela imensa maioria de tudo que é construído na área. Afinal, não são apenas 'corpos' que se atraem, são vidas, são histórias, misturados com preconceitos e estigmas da sociedade. Se isso por si só não é apelo suficiente pra deixar a sexualização de lado, eu não sei o que é.
Mas é isso né, vivemos numa sociedade que o que dá ibope é o que é considerado 'belo' para os holofotes atuais, e, creio que isso dificilmente mudará. Fica só aqui meu direito de fala sobre isso.
Creio que eu tive aqui uma aula de como "puxar" o público para dentro da trama com poucos minutos de história. Fiquei tão imerso que quando acabou me deu um estalo de "Ow! O que acontece?" Não é uma trama arrebatadora e nem com pontos de virada que vão te deixar na ponta da cadeira. Pelo contrário, o que temos aqui é simplesmente a vida banal. E é lindo! Somado a isso, há um detalhe primordial: é fato que grande parte das mídias LGBTQIA+ pendem para tramas que têm um lado sofrido. Infelizmente, essa é a nossa história de vida. Ainda. Contudo, "Scraps" vai além dessa obviedade. Perceba: ele não ilude com uma trama fantasiosa ao estilo "está tudo bem, o preconceito não existe", mas também não optou por focar no problema. O recorte de vida aqui é apenas a singeleza da descoberta da sexualidade e um sorriso. Foi maravilhoso.
Achei uma história tão tocante pena que é apenas um curta. A fotografia é perfeita e tudo faz a gente entrar na história e querer morar lá. Apenas ansiando uma continuação...