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Data de lançamento
15 Out. 2014Duração
Noite do Terror 2 revive o pesadelo do primeiro filme, quando Jacob Goodnight ressurge dos mortos no necrotério da cidade, logo após a matança no Hotel Blackwell. Neste sepulcro subterrâneo para os mortos, um grupo de jovens luta para sobreviver enquanto um psicopata demente, mais uma vez começa a caça-los, um a um.
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YOU WILL PAY FOR YOUR SINS, ou " voce irá pagar por seus pecados", no minimo pelo visto o acostumado a embates nas assim intituladas marmeladas marciais KANE alter ego interpretativo de GLEN JACOBS junto a mentirosa WWE, foi o primeiro a responder de forma lamentavel e patetica ao menos em se tratando de ENTRETENIMENTO, por seu interesse em migrar para a setima arte ha exatos 12 anos, ja que por obstante se houve um pecado nisto aqui, primeiro foi em tirar este QUASE SEMI LIXO por sob forma de franquia do papel, segundo prolonga lo alem do primeiro exemplar roteriistico oriundo ao primeiro o qual FRACO e CHATO idem como este, terceiro, ter aceitado PROTAGONIZAR isto, ( OBS: espero que tenha quebrado o pescoço do seu respectivo agente), e 4° bem? chamar isto de " NOITE DE TERROR ", ou SEE NO EVIL, tradução, " NAO VEJA O MAL, no maximo e olha lá caso nao tenha opçoes melhores, pois depender disto em prol de preencher horas oculares inativas, de fato que TERROR para tal desafortunado homo sapie ou homo sapiens a contento, se é que porventura ou nao me entendem, resumindo a quem interessar ou nao possa, bem como DANEM SE opinioes divergentes, " tal importancia", a proposito de NECROTERIOS aliado a SEPULCROS SUBTARRANEOS, longa metragem quase MORTO em interesse audio visual, eu disse QUASE, e mesmo assim PUTZ, de algo RUIM por completo a um PRODUTO MENOS RUIM, tanto este o qual no momento aqui vos interpela enxerga alguma diferença, nem voces mesmos verão alguma a respeito entre ambos, e fim de papo. FAÇA ME O FAVOR. FRACO. See No Evisticamente " DUAS ESTRELAS.
Este slasher tem os seus momentos e a presença da Danielle Harris, mas é inferior ao seu antecessor.
Inferior ao primeiro (que eu gostei muito). Mas é bom ver a Danielle Harris, nossa eterna Jamie de Halloween 4 e 5, nas telinhas
O primeiro filme, por mais clichê que fosse, tinha seu charme e funcionava perfeitamente como um bom slasher, tinha bons personagens e uma boa direção, já aqui nesta sequência absolutamente tudo isso foi pro lixo, que continuação mais decepcionante! 😬
Durante o período em que JigSaw promovia a dor através de jogos sangrentos e ousados, vieram várias outras produções similares, com a câmera acelerada e personagens envolvidos em armadilhas mortais. See no Evil, lançado por aqui com o aleatório título Noite do Terror, fez parte dessa safra, com distribuição da Lionsgate, numa tentativa de desenvolver um novo ícone do horror. Um grupo de delinquentes, encarcerados por penas menores, foi designado para limpar um hotel abandonado, a partir de um projeto social desenvolvido pelo ex-policial Williams, que perdeu o braço durante um confronto com o serial killer Jacob Goodnight. O local é habitado pelo gigantesco psicopata, num plano de sua mãe para vingar o filho e encontrar mais pecadores. Com direção de Gregory Dark, o primeiro filme se destacou pela violência excessiva, pelo clima de insegurança e claustrofobia e principalmente pelo modus operandi de Jacob, que tinha como marca registrada arrancar os dois olhos de suas vítimas em efeitos sangrentos e bem realizados. E a boa avaliação também se deve ao surpreendente assassinato do policial no meio do filme, sem transformá-lo em um eterno sobrevivente, como se costuma fazer no gênero.
Apesar das críticas positivas, uma continuação demorou para ser produzida. Somente oito anos depois veio à luz Noite do Terror 2 (arghhh), com a proposta de trazer novamente o assassino para mais cenas de tensão e violência. O primeiro problema já aparece aí: no final do filme de 2006, Jacob teve um dos olhos vazados com um cano e despencou de um ponto alto do hotel até o chão, sendo improvável a sobrevivência. Tudo se justifica com o gênero da produção, com base na imortalidade de Jason Voorhees e Michael Myers, bastando apenas criar uma situação nova para colocá-lo novamente em ação. Se não há explicação lógica, o roteiro de Nathan Brookes e Bobby Lee Darby já demonstra sua condição frágil para permitir outras “licenças do gênero“.
Na mesma noite em que cometeu o massacre no hotel, noticiado na TV, Jacob é conduzido a um necrotério juntamente com as nove vítimas encontradas no local, para reconhecimento da causa da morte. Lá trabalham três funcionários: Amy, o apaixonado Seth e o chefe cadeirante Holden. É aniversário de Amy e ela planeja se encontrar com um grupo de amigos para festejar a data, mas com a chegada dos corpos ela acaba ficando no local para ajudar a equipe. Assim, seus amigos decidem, então, ir até lá para comemorar, aumentando o número de presas para o psicopata. A insana Tamara, seu namorado Carter, o irmão protetor de Amy, Will, e Kayla entram facilmente no gigantesco necrotério para não mais encontrar a saída. Enquanto se preocupam apenas em transar e se divertir, Tamara, que pesquisou sobre o assassino na internet, tem a ideia de ver o corpo e ainda provocá-lo, ao fazer sexo ao lado dele.
Dado como morto, Jacob se levanta e dá início ao banho de sangue, construindo suas armas como o tradicional gancho, a partir dos itens encontrados no local. Em pouco mais de vinte minutos, todos terão seu destino selado com o psicopata, com exceção de dois. Esses passarão o restante do filme correndo de um lado para o outro, em busca de uma saída daquele inferno, temendo um encontro final com o monstro. Sem nada mais para contar, Noite do Terror 2 é só isso mesmo: correria, tentativa de se esconder nos mais variados ambientes, problemas com as centenas de chaves para abrir as portas e nada mais. Para justificar a falta de comunicação externa, o chefe Holden tem o costume de recolher os celulares e trancá-los num cofre (!?!), e Jacob decide destruir o sistema elétrico para deixar o necrotério sem luz e telefone.
Até aí, com a claustrofobia instaurada, você até pensa que irá curtir um slasher violento e divertido! Infelizmente, não é o que acontece. Mesmo com alguns flashbacks do filme original para quem se esqueceu do que acontecia, o próprio Jacob opta por mudar sem motivo o modo de assassinar os pecadores. Ele não arranca mais os olhos, e utiliza suas ferramentas para cortar gargantas e furar intestinos, algo bastante diferente do que o tornou conhecido. E quando precisa realmente matar determinado personagem – o que encerraria o filme bem antes – decide atirá-lo de um lado para outro do cenário ao invés de quebrá-lo ao meio ou desmembrá-lo, repetindo algumas ações de Jason na década de 80. A descaracterização de Jacob é ainda maior quando o tornam um assassino falante, que até chega ao ponto de interrogar Kayla para saber se ela merece ser salva, dando a impressão que os roteiristas nem sequer assistiram ao primeiro filme.
Com esse elenco de rostos conhecidos, era de se esperar um filme melhor. Há muitos furos por todo o enredo – ambientes ora iluminados, ora sem energia -, e cenas esticadas em exagero para alongar a duração do filme. Veja, por exemplo, a sequência final, com a câmera mostrando um personagem saindo do prédio, indo ao carro, para chegar ao portão de saída, destrancá-lo antes de trazer algo mais que valha a pena ser visto. E, diferente do primeiro, fizeram questão de sugerir uma continuação, com a exposição de cada um dos corpos até a fala derradeira.
Assim, com tantos problemas que não justificam a sua realização, só resta a nós arrancarmos os olhos para não precisarmos mais ver filmes assim.
Eu sempre lembro desse Filme e o mais triste de tudo é que ficou em aberto e esquecido pelo diretor.