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Data de lançamento
2 Out. 2024Duração
Um coletivo palestino-israelense mostra a destruição de Masafer Yatta, na Cisjordânia ocupada, por soldados israelenses e a aliança que se desenvolve entre o ativista palestino Basel e o jornalista israelense Yuval.
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Documentário absurdo. Retrata e gera uma sensação de revolta e tristeza com a situação.
Extremamente importante e necessário.
Apesar de revoltante, não mostra nem a metade da crueldade e do sadismo de Israel.
Nos últimos meses temos visto notícias cada vez mais chocantes e tristes dos crimes perpetuados pelo Estado de Israel, pelos colonos israelenses e sionistas.
E agora não só contra os palestinos, mas também contra libaneses e iranianos.
E hoje em dia o que me deixa com mais raiva no mundo é Israel poder fazer tudo o que faz e não ter NENHUMA consequência. E os canalhas ainda se fazem de vitima. O sentimento de impotência me deixa muito frustrado também.
Hoje o que temos no mundo mais próximo do que o nazismo foi no século passado é o sionismo. Como dizem "... o sonho do oprimido é ser opressor".
E agora nossa querida Tabata Amaral não quer que apontemos os crimes cometidos pelo Estado de Israel e pelos sionistas, pois segunda ela é antissemitismo.
A relação entre Basel Adra e Yuval Abraham é um dos aspectos mais interessantes do filme, pois os diretores não optam por esconder ou amenizar as dificuldades presentes nessa aliança, atravessada o tempo todo pelas desigualdades impostas pelo regime de apartheid. Do ponto de vista de Basel, o filme é profundamente autobiográfico: desde muito pequeno, ele registra as demolições de casas, as expulsões e a violência cotidiana enfrentada pelas comunidades locais, a militância de seu pai, Nasser Adra, e as diversas vezes em que o viu sendo preso. Do ponto de vista de Yuval, e nisto não há qualquer julgamento, o filme é, em certa medida, uma extensão de seu trabalho como jornalista e militante.
"Sem chão" apresenta a situação de Masafer Yatta, região montanhosa ao sul da Cisjordânia, na província de Hebron. A primeira tentativa de expulsão dos palestinos desse conjunto de aldeias data da segunda metade dos anos 1960, no pós-Guerra dos Seis Dias, durante o curto governo do trabalhista Yigal Allon. O chamado "Plano Allon" tinha como intuito garantir a integridade do território judaico desde o deserto do Naqab até o Rio Jordão. O pai do cineasta Basel Adra pertence à segunda geração de palestinos que resistiram (e seguem resistindo) a essa limpeza étnica. Após os acontecimentos de 7 de outubro de 2023, colonos israelenses na região conseguiram expulsar milhares de palestinos de suas aldeias com a colaboração do exército israelense.
Revoltante. Quanta covardia.
Isso é um GENOCÍDIO! Israel está cometendo GENOCÍDIO!
O Documentário é só um recorte. Sabemos que a totalidade é desesperadora.
Um documentário super pesado, que gera uma enoooorme revolta, a gente acha que sabe o que está esperando e nunca está preparado. Mas aí você percebe que esse documentário é apenas um PEQUENO recorte de tamanha injustiça e genocídio que acontece na Palestina. Isso que gera uma onda de mais fúria, desesperança, sentimento de impotência. Enfim, difícil, mas necessário, que as vozes deles consigam abranger mais e mais públicos.