Quando uma atração de Escape Room deixa de ser uma atividade divertida para se tornar uma experiência paranormal perigosa, um pai e uma filha precisam fugir de um espírito furioso.
O filme começa confuso, tem pessimas atuações, não explica nada, efeitos especiais de doer, no final descamba vergonhosamente, falha miseravelmente seja lá qual era a proposta dele, enfim, assistivel
É um misto de jogos mortais com alien com tubarão voadores kkk
Quando Karen entra pela primeira vez no banheiro feminino, ela tira um tubo de rímel da bolsa e o coloca na bancada. Depois que a garçonete Betsy sai, Karen volta para o espelho, mas o rímel não está mais na bancada.
Útil • 2
1
Quando Melonie entra novamente na sala com o projetor, ele não está funcionando... duas vezes.
Um filme que tenta se mostrar mais inteligente e complexo do que ele é. O começo é até interessante, em que vamos recebendo as informações sobre o local e vaoms nos perguntando quais vão ser os rumos tomados (será um filme de assassinos? De espíritos?). Mas aí o filme
parece achar que apenas isso não vai ser suficiente e tenta inserir mirabolâncias que tentam impressionar por suas ideias mas que têm pouco sentido na trama. O conceito do looping temporal não tem o menor sentido. Por que alguns estão no loop e outros não? Quando ele se inicia? Como ele pode existir fora do local das armadilhas, dentro do restaurante? No final, o filme fica completamente aberto e sem explicação, mas não porque os realizadores o quiseram assim, e sim por ser mal escrito, tentando inserir elementos interessantes mesmo quando estes não fazem sentido. Um dos personagens, por exemplo, parece saber muito sobre o local e soa como um foreshadowing falso, para pensarmos que ele tinha relação com o local quando ele não tem. Ótimo, uma falsa expectativa, ele realmente não tem relação com o local. Mas aí fica inexplicável o motivo dele saber tanto sobre o local se ele não tem relação com lá. Outra coisa meio inexplicável. A anfitriã do Escape Room se veste à moda antiga, os oferece um contrato em pegaminho a ser assinado com pena, dando a entender que o Escape Room teria uma temática medieval/antiga. Ok. Mas, no desenrolar do filme, o mesmo parece deixar a entender que na verdade não havia Escape Room, mas sim um estabelecimento em que o tal do Inventor realizava experimentos e acabou entrando em loop temporal. Ok. Então não tinha Escape Room? Por qual motivo o contrato? Não tinham outras pessoas que frequentavam o local e também sumiram? Quem fez o anúncio? As reviravoltas e mirabolâncias do filme não tem coesão, parece que o diretor foi escrevendo e pensando elas enquanto filmava. Por isso o filme, que começa muito bem e tem um bom primeiro ato acaba desandando.
Enquanto eu escrevia, fui percebendo mais situações ilógicas e considerei diminuir a nota, mas vou continuar com a mesma nota. O filme foi para mim suficientemente interessante antes de desandar. Nota: 6.6.
O filme começa confuso, tem pessimas atuações, não explica nada, efeitos especiais de doer, no final descamba vergonhosamente, falha miseravelmente seja lá qual era a proposta dele, enfim, assistivel
É um misto de jogos mortais com alien com tubarão voadores kkk
Nota dois somente pela ideia. Do mais, confuso e sem final. Espero que tenha uma continuação para justificar o começo, meio e fim. 😜😂
Chato.
Quando Karen entra pela primeira vez no banheiro feminino, ela tira um tubo de rímel da bolsa e o coloca na bancada. Depois que a garçonete Betsy sai, Karen volta para o espelho, mas o rímel não está mais na bancada.
Útil
•
2
1
Quando Melonie entra novamente na sala com o projetor, ele não está funcionando... duas vezes.
Um filme que tenta se mostrar mais inteligente e complexo do que ele é. O começo é até interessante, em que vamos recebendo as informações sobre o local e vaoms nos perguntando quais vão ser os rumos tomados (será um filme de assassinos? De espíritos?). Mas aí o filme
parece achar que apenas isso não vai ser suficiente e tenta inserir mirabolâncias que tentam impressionar por suas ideias mas que têm pouco sentido na trama. O conceito do looping temporal não tem o menor sentido. Por que alguns estão no loop e outros não? Quando ele se inicia? Como ele pode existir fora do local das armadilhas, dentro do restaurante? No final, o filme fica completamente aberto e sem explicação, mas não porque os realizadores o quiseram assim, e sim por ser mal escrito, tentando inserir elementos interessantes mesmo quando estes não fazem sentido. Um dos personagens, por exemplo, parece saber muito sobre o local e soa como um foreshadowing falso, para pensarmos que ele tinha relação com o local quando ele não tem. Ótimo, uma falsa expectativa, ele realmente não tem relação com o local. Mas aí fica inexplicável o motivo dele saber tanto sobre o local se ele não tem relação com lá.
Outra coisa meio inexplicável. A anfitriã do Escape Room se veste à moda antiga, os oferece um contrato em pegaminho a ser assinado com pena, dando a entender que o Escape Room teria uma temática medieval/antiga. Ok. Mas, no desenrolar do filme, o mesmo parece deixar a entender que na verdade não havia Escape Room, mas sim um estabelecimento em que o tal do Inventor realizava experimentos e acabou entrando em loop temporal. Ok. Então não tinha Escape Room? Por qual motivo o contrato? Não tinham outras pessoas que frequentavam o local e também sumiram? Quem fez o anúncio?
As reviravoltas e mirabolâncias do filme não tem coesão, parece que o diretor foi escrevendo e pensando elas enquanto filmava. Por isso o filme, que começa muito bem e tem um bom primeiro ato acaba desandando.
Enquanto eu escrevia, fui percebendo mais situações ilógicas e considerei diminuir a nota, mas vou continuar com a mesma nota. O filme foi para mim suficientemente interessante antes de desandar.
Nota: 6.6.