Dirigido por
Data de lançamento
18 Jan. 2009Duração
O jovem Casper é integrante de uma temida gang chamada "La Mara Salvatrucha" e tenta fugir de sua realidade violenta.
Sayra uma garota de periferia de Honduras tenta entrar ilegalmente nos EUA com seu pai e seu tio, em busca de uma melhor condição de vida.
Estas duas vidas se encontram na perigosa odisséia dos imigrantes ilegais em direção aos EUA.
Um retrato verdadeiro sobre a realidade de uma das mais violentas gangues atualmente existentes, a "Mara Salvatrucha" e sobre o desespero da imigração ilegal em direção aos EUA.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Não sei se foi intencional, mas traz uma produção bem simples, dando uma representação mais realista, quase que como um documentário, onde ficção e realidade se confundem constantemente. Lembra o querido "Cidade de Deus", mas diferente da obra tupiniquim, "Sin Nombre" carece de mais impacto.
É difícil se conectar tanto com os personagens quando eles não são bem desenvolvidos e atuação dos atores também não colabora muito. Os adventos que vão surgindo em seus caminhos até causa um certo choque ou apreensão, mas não é algo tão bem elaborado.
No geral, é notável trazer esse tema de realidade tão amarga a tona. Tem seus momentos e quase chega lá, porém o resultado é aquém.
Isso foi realmente pesado. Seria o "Cidade de Deus" mexicano?
Parabéns a todos os envolvidos.
Um relato pesado do cotidiano Mexicano, a questão da imigração e das gangues, sempre rende bons filmes.
O primeiro filme do ótimo Cary Fukunaga.O drama particular que sempre adotou em sua carreira pode ser visto de ponta a ponta nesse filme aqui.Outro conto de sobrevivência com algumas desavenças ao longo que dão um ótimo ritmo à trama.
>Assistido em 29 de Março de 2022
-Dou nota 7/10
Adoro filmes que me fazem sentir algo arrebatador, que me tiram daquela visão "técnica-chata-cinéfila". Filmes que mesmo não sendo perfeitos, levantam uma reflexão pertinente. Sin Nombre é um desses filmes, que faz o indivíduo questionar, ter empatia, sentir revolta, que faz o sujeito querer o mudar o mundo, quando não é capaz nem de mudar a própria vida, ou seja, é um filme bom para quem curte a viagem de "sentir o cinema", agora, para os cinéfilos chatos, que fazem do cinema uma enfadonha estrutura burocrata, tem coisas melhores. Na obra, os imigrantes são pessoas sem identidade, que compartilham o sonho de ter uma vida melhor, para isso, enfrentam a odisseia desumana para atingirem a terra de oportunidades, é triste, real, o efeito colateral de um imperialismo nojento. A MS-13... uma gangue indefensável, mas, em um país com raras oportunidades, sem resquício algum de senso comunitário, a gangue, a ilusão de irmandade e coesão familiar/comunitária, se torna um porto seguro para aqueles sem segurança alguma. Até o desconexo romance, tem lá sua beleza, afinal, com tanta desgraça e falta de perspectiva, só mesmo a porra do sentimento para liberar um pouco de dopamina, oxitocina, etc., e causar o minimo de prazer. Enfim, um bom filme para pensar e sentir.