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Sinopse
Brad quer ser o maior rapper do pedaço... Para ser o governador da Califórnia, o pai precisa segurar o filho no laço.. Um seqüestro forjado resolveria o probema, se os seqüestradores e o refém não estragassem o esquema.
Pô, não entendi essa nota tão baixa. Sinceramente, Malibu’s Most Wanted é um filme muito bom. O começo é realmente bem médio, meio morno, mas a partir do momento em que B-Rad
, a coisa muda completamente: ele sai totalmente da casinha e o filme melhora – e muito. A partir daí a comédia engrena, o ritmo sobe e se torna exatamente o tipo de sátira leve, divertida e bem intencionada que o filme quer ser.
Jamie Kennedy está muito bem no seu papel. Mesmo sendo deslocado, até meio “alienado”, dá para notar que B-Rad é genuinamente amante da cultura hip-hop, mesmo sem ter crescido no gueto. Cresceu rodeado de dinheiro e de todas as regalias possíveis, mas ele não liga muito para isso, como o filme mostra em vários momentos. No fundo, ele só queria mais presença do pai, Bill Gluckman (interpretado por Ryan O’Neal), que nem era um cara tão ruim assim, apenas um sujeito influenciado pelos seus cabos eleitorais que moldavam sua postura pública, inclusive o afastamento emocional em relação ao filho.
E é impossível não notar que B-Rad é claramente inspirado em B-Rabbit, personagem de Eminem em 8 Mile. A estrutura do “branco fora de lugar tentando provar sua autenticidade dentro da cultura hip-hop” está ali, mas aqui ela é tratada com humor e exagero, virando uma sátira da imagem do “wannabe gangster”. O filme brinca com isso abertamente, e Jamie Kennedy sabe usar essa inspiração sem copiar, criando algo próprio e caricato, mas carismático.
O elenco todo ajuda demais no resultado. Ryan O’Neal manda bem como Bill Gluckman; Regina Hall, a saudosa atriz que interpreta Shondra, está excelente e carrega muita presença. Ela já era queridíssima por “Todo Mundo em Pânico”, e aqui mostra de novo o motivo: timing cômico perfeito, carisma, e uma beleza que está incrivelmente reluzente, com uma pele linda e brilho natural que a câmera aproveita ao máximo. O filme cresce cada vez que ela aparece.
Temos também Taye Diggs (Sean) e Anthony Anderson (PJ), dois atores que dominam esse tipo de personagem e que aqui se divertem muito com a proposta. Anderson, em especial, está totalmente à vontade — ele é acostumado a interpretar esses papéis e sempre se dá muito bem. Suas cenas com Kennedy são algumas das mais engraçadas e funcionam porque o trio cria uma dinâmica quase absurda, mas muito divertida. Blair Underwood completa bem o time como o estrategista político do pai de B-Rad. E ainda tem a participação de Snoop Dogg como o Rat (Ronnie Rizzat), o “rato” da história, que aparece pouco mas adiciona mais personalidade e humor ao filme.
No final, o filme entrega algo até mais elaborado do que se espera desse tipo de comédia:
o momento em que Bill Gluckman vai resgatar o próprio filho, finalmente entendendo os erros que cometeu, reconhecendo que deixou B-Rad de lado e que nunca o deixou ser quem realmente era. Ao perceber que o filho não é o “playboyzinho” que não só deveria ser, mas o que ele queria, e sim um cara apaixonado pela cultura negra, autêntico na própria estranheza, Gluckman resolve mudar e construir uma relação de verdade.
É um desfecho que funciona porque fecha o arco emocional do protagonista e amarra bem a crítica social do filme — leve, mas presente.
No fim das contas, Malibu’s Most Wanted entrega humor, entrega sátira, entrega personagens carismáticos e ainda finaliza com coração. Para um filme tão subestimado, a resposta deveria ser muito melhor. Essa média de 2.5 aqui não é justa, o filme é ácima da média e entrega entrertenimento na medida certa.
e a vulgo desesteropitização de determinados agrupamentos sociais, ou demais pulgueiros provindos as classes mais baixas, cujo a primeira vista sem duvida a associação direta destes junto a seguimentos inuteis aos olhos do resto do mundo, ao estilo do por exemplos rappers, djs, bem como demais irrelevancias profissionais, com certeza o são inquestionaveis, para agora este quase tapa no meio da cara da negritude, ao trazer a branquitude para seu mundo a exatos 17 anos, ainda que outrora sabemos tratar se uma falacia para lá de demagoga alem de improvavel interação urbana a contento, que contudo senhoras e senhores ou a quem mais interessar ou não possa, valeu sim a tentativa de MALIBUS, MOST WANTED,ou traduzindo O MAIS PROCURADO DE MALIBU, tal tentativa de unir universos ao inves de separa los, atraves desta forma cinefilica amena sem alardes tão pouco debates desnecessarios, afinal de contas não dizem que todos nós sem excessões outrora o somos filhos de deus, então sendo assim, que cada um procure descobrir isto, da melhor forma possivel, SE E´QUE PORVENTURA ME ENTENDEM. razoavel. " MALIBUDISTICAMENTE" nota 8.0
Gosto muito desse filme, Jamie Kennedy é bem engraçado, ainda tem o Anthony Anderson acostumado com esse tipo de filme, Regina Hall a eterna Brenda de todo mundo em pânico, Kal Penn que sempre faz o indiano caricato nas comédias, e Damien Dante Wayans, sobrinho dos ''irmãos Wayans'', não é talentoso quanto aos tios, mas não compromete, o filme ainda tem a participação de Snoop Dogg (esqueceram de colocar no cadastro aqui), a história de um playboy de malibu, filho do candidato a governador que nunca teve tempo pra ele, como foi criado pela empregada negra, acabou gostando de hip hop e rap, pra não atrapalhar a campanha do seu pai os assessores arrumam um sequestro falso que acaba virando realidade, diversão é garantida
Pô, não entendi essa nota tão baixa. Sinceramente, Malibu’s Most Wanted é um filme muito bom. O começo é realmente bem médio, meio morno, mas a partir do momento em que B-Rad
descobre o plano dos caras
Jamie Kennedy está muito bem no seu papel. Mesmo sendo deslocado, até meio “alienado”, dá para notar que B-Rad é genuinamente amante da cultura hip-hop, mesmo sem ter crescido no gueto. Cresceu rodeado de dinheiro e de todas as regalias possíveis, mas ele não liga muito para isso, como o filme mostra em vários momentos. No fundo, ele só queria mais presença do pai, Bill Gluckman (interpretado por Ryan O’Neal), que nem era um cara tão ruim assim, apenas um sujeito influenciado pelos seus cabos eleitorais que moldavam sua postura pública, inclusive o afastamento emocional em relação ao filho.
E é impossível não notar que B-Rad é claramente inspirado em B-Rabbit, personagem de Eminem em 8 Mile. A estrutura do “branco fora de lugar tentando provar sua autenticidade dentro da cultura hip-hop” está ali, mas aqui ela é tratada com humor e exagero, virando uma sátira da imagem do “wannabe gangster”. O filme brinca com isso abertamente, e Jamie Kennedy sabe usar essa inspiração sem copiar, criando algo próprio e caricato, mas carismático.
O elenco todo ajuda demais no resultado. Ryan O’Neal manda bem como Bill Gluckman; Regina Hall, a saudosa atriz que interpreta Shondra, está excelente e carrega muita presença. Ela já era queridíssima por “Todo Mundo em Pânico”, e aqui mostra de novo o motivo: timing cômico perfeito, carisma, e uma beleza que está incrivelmente reluzente, com uma pele linda e brilho natural que a câmera aproveita ao máximo. O filme cresce cada vez que ela aparece.
Temos também Taye Diggs (Sean) e Anthony Anderson (PJ), dois atores que dominam esse tipo de personagem e que aqui se divertem muito com a proposta. Anderson, em especial, está totalmente à vontade — ele é acostumado a interpretar esses papéis e sempre se dá muito bem. Suas cenas com Kennedy são algumas das mais engraçadas e funcionam porque o trio cria uma dinâmica quase absurda, mas muito divertida. Blair Underwood completa bem o time como o estrategista político do pai de B-Rad. E ainda tem a participação de Snoop Dogg como o Rat (Ronnie Rizzat), o “rato” da história, que aparece pouco mas adiciona mais personalidade e humor ao filme.
No final, o filme entrega algo até mais elaborado do que se espera desse tipo de comédia:
o momento em que Bill Gluckman vai resgatar o próprio filho, finalmente entendendo os erros que cometeu, reconhecendo que deixou B-Rad de lado e que nunca o deixou ser quem realmente era. Ao perceber que o filho não é o “playboyzinho” que não só deveria ser, mas o que ele queria, e sim um cara apaixonado pela cultura negra, autêntico na própria estranheza, Gluckman resolve mudar e construir uma relação de verdade.
No fim das contas, Malibu’s Most Wanted entrega humor, entrega sátira, entrega personagens carismáticos e ainda finaliza com coração. Para um filme tão subestimado, a resposta deveria ser muito melhor. Essa média de 2.5 aqui não é justa, o filme é ácima da média e entrega entrertenimento na medida certa.
Assistido em 16/11/2025
Usuário temporariamente bloqueado por infringir os termos de uso do Filmow.
e a vulgo desesteropitização de determinados agrupamentos sociais, ou demais pulgueiros provindos as classes mais baixas, cujo a primeira vista sem duvida a associação direta destes junto a seguimentos inuteis aos olhos do resto do mundo, ao estilo do por exemplos rappers, djs, bem como demais irrelevancias profissionais, com certeza o são inquestionaveis, para agora este quase tapa no meio da cara da negritude, ao trazer a branquitude para seu mundo a exatos 17 anos, ainda que outrora sabemos tratar se uma falacia para lá de demagoga alem de improvavel interação urbana a contento, que contudo senhoras e senhores ou a quem mais interessar ou não possa, valeu sim a tentativa de MALIBUS, MOST WANTED,ou traduzindo O MAIS PROCURADO DE MALIBU, tal tentativa de unir universos ao inves de separa los, atraves desta forma cinefilica amena sem alardes tão pouco debates desnecessarios, afinal de contas não dizem que todos nós sem excessões outrora o somos filhos de deus, então sendo assim, que cada um procure descobrir isto, da melhor forma possivel, SE E´QUE PORVENTURA ME ENTENDEM. razoavel. " MALIBUDISTICAMENTE" nota 8.0
Gosto muito desse filme, Jamie Kennedy é bem engraçado, ainda tem o Anthony Anderson acostumado com esse tipo de filme, Regina Hall a eterna Brenda de todo mundo em pânico, Kal Penn que sempre faz o indiano caricato nas comédias, e Damien Dante Wayans, sobrinho dos ''irmãos Wayans'', não é talentoso quanto aos tios, mas não compromete, o filme ainda tem a participação de Snoop Dogg (esqueceram de colocar no cadastro aqui), a história de um playboy de malibu, filho do candidato a governador que nunca teve tempo pra ele, como foi criado pela empregada negra, acabou gostando de hip hop e rap, pra não atrapalhar a campanha do seu pai os assessores arrumam um sequestro falso que acaba virando realidade, diversão é garantida
''Não me odeie''
Comédia trash de antigamente que era muito boa naquele tempo.