In a time where highly skilled ninja organizations carry out secret missions, Iga Jigoza's group of seventeen ninja must find a way to infiltrate the enemy's stronghold and steal the pact from Negoro ninja Saiga Magokuro. A classic.
Com uma fascinante mistura de relatos históricos factuais e elementos ficcionais, 17 Ninjas é um entretenimento envolvente e maduro, não recomendado para crianças. Trata-se de um drama de ação impressionante e intenso. O filme foi um lançamento inspirado dos estúdios Toei, que buscavam capitalizar o grande sucesso dos excelentes Shinobi no Mono (1962–63), do estúdio rival Daiei.
O diretor Yasuto Hasegawa constrói uma narrativa sofisticada, adotando uma abordagem racional e realista para os lendários guerreiros das sombras do Japão medieval. Produção multifacetada e repleta de estrelas, 17 Ninjas acompanha a história dos ninjas do clã Iga, enviados para se infiltrar em uma fortaleza impenetrável. No entanto, antes mesmo de alcançarem os muros do castelo, percebem que cada movimento é frustrado por um implacável caçador de ninjas.
Aqui, os ninjas são retratados como instrumentos de espionagem descartáveis — agentes secretos devotados ao dever, prontos para servir e sacrificar suas vidas nas sombras. O filme se destaca pelo uso expressivo de interiores pouco iluminados e pelo domínio excepcional das sombras. A cinematografia em preto e branco é notável, criando um mundo atmosférico de suspense, intriga e escuridão.
Com enquadramentos precisos e composição visual rigorosa, pode-se afirmar que Jūshichinin no Ninja é um verdadeiro Ninja Noir. Trata-se de uma envolvente e sombria história melodramática, um jogo sangrento de manipulação humana e intriga política, no qual se desenrola uma luta desesperada e intensa pela sobrevivência.
Esse ganha pontos por deixar a rinha entre Iga e Koga de lado e apresentar outro clã ninja, os Negoro, representados com responsa pelo Saiga. Um inimigo formidável, diriam os Iga.
Clã ninja tem a missão dada por shogunato aliado de capturar um tratado de aliança entre Shogunato e um clã ninja (que é seu rival) pra evitar mudanças geopolíticas desfavoráveis a eles. Pra isso eles tem que invadir uma fortaleza defendida por uma guarda de samurais chefiados por um ninja fodão de um clã inimigo. No filme vemos , Stelf , ação, escaladas tudo com pouquíssimo exagero, os Ninjas foram bem retratados aqui, ótimo filme . Obs: Uma pena o cinema japonês não ter explorado tanto a temática Ninja quanto a samurai.
É um filme legal, que acaba engrenando mais da metade para o final. O começo é meio esquisito, umas baixas já no primeiro minuto deixa você meio sem saber o que esperar do filme. O negócio começa a pegar mesmo na metade. A história é bem feita e o filme consegue cumprir bem seu papel, a trilha sonora é boa e a direção também é competente. Umas interpretações meio forçadas, mas que é típica desses filmes, principalmente do ninja malvadão interpretado por Jûshirô Konoe. O filme teve uma sequência em 1965 (17 ninjas 2: A Grande Batalha) com alguns atores voltando aos seus papéis, mas com um diretor diferente.
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Dezessete Ninjas (1963) – Jūshichinin no Ninja
Com uma fascinante mistura de relatos históricos factuais e elementos ficcionais, 17 Ninjas é um entretenimento envolvente e maduro, não recomendado para crianças. Trata-se de um drama de ação impressionante e intenso. O filme foi um lançamento inspirado dos estúdios Toei, que buscavam capitalizar o grande sucesso dos excelentes Shinobi no Mono (1962–63), do estúdio rival Daiei.
O diretor Yasuto Hasegawa constrói uma narrativa sofisticada, adotando uma abordagem racional e realista para os lendários guerreiros das sombras do Japão medieval. Produção multifacetada e repleta de estrelas, 17 Ninjas acompanha a história dos ninjas do clã Iga, enviados para se infiltrar em uma fortaleza impenetrável. No entanto, antes mesmo de alcançarem os muros do castelo, percebem que cada movimento é frustrado por um implacável caçador de ninjas.
Aqui, os ninjas são retratados como instrumentos de espionagem descartáveis — agentes secretos devotados ao dever, prontos para servir e sacrificar suas vidas nas sombras. O filme se destaca pelo uso expressivo de interiores pouco iluminados e pelo domínio excepcional das sombras. A cinematografia em preto e branco é notável, criando um mundo atmosférico de suspense, intriga e escuridão.
Com enquadramentos precisos e composição visual rigorosa, pode-se afirmar que Jūshichinin no Ninja é um verdadeiro Ninja Noir. Trata-se de uma envolvente e sombria história melodramática, um jogo sangrento de manipulação humana e intriga política, no qual se desenrola uma luta desesperada e intensa pela sobrevivência.
Altamente divertido. Altamente recomendado.
Esse ganha pontos por deixar a rinha entre Iga e Koga de lado e apresentar outro clã ninja, os Negoro, representados com responsa pelo Saiga. Um inimigo formidável, diriam os Iga.
Clã ninja tem a missão dada por shogunato aliado de capturar um tratado de aliança entre Shogunato e um clã ninja (que é seu rival) pra evitar mudanças geopolíticas desfavoráveis a eles. Pra isso eles tem que invadir uma fortaleza defendida por uma guarda de samurais chefiados por um ninja fodão de um clã inimigo. No filme vemos , Stelf , ação, escaladas tudo com pouquíssimo exagero, os Ninjas foram bem retratados aqui, ótimo filme .
Obs: Uma pena o cinema japonês não ter explorado tanto a temática Ninja quanto a samurai.
É um filme legal, que acaba engrenando mais da metade para o final. O começo é meio esquisito, umas baixas já no primeiro minuto deixa você meio sem saber o que esperar do filme. O negócio começa a pegar mesmo na metade. A história é bem feita e o filme consegue cumprir bem seu papel, a trilha sonora é boa e a direção também é competente. Umas interpretações meio forçadas, mas que é típica desses filmes, principalmente do ninja malvadão interpretado por Jûshirô Konoe. O filme teve uma sequência em 1965 (17 ninjas 2: A Grande Batalha) com alguns atores voltando aos seus papéis, mas com um diretor diferente.
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