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Data de lançamento
9 Maio 1980Duração
Depois de muito tempo fechado, alguns monitores vêm passar uns dias no local que por muitos ficou conhecido como o "Acampamento Sangrento". Ignorando os avisos, eles preferem se divertir e passar o final de semana cantando e fazendo amor, mas não esperavam que alguém fosse brincar de "Mate o Monitor". Assim, um por um, eles vão morrendo sem que os outros descubram.
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Tendo assistido Sexta-Feira 13 alguns dias depois de Halloween, meu primeiro pensamento foi "Quem é Michael Myers perto de uma mulher de meia idade em busca de vingança pela morte do filho?".
Há algo de Psicose às avessas aqui: enquanto Norman Bates "encarnava" a mãe morta ao lidar com suas vítimas, Pamela Voorhees faz o mesmo com o menino Jason.
Assim como em Halloween, a história acontece sob uma aura de moralismo. Sexo, Strip Monopoly, álcool, maconha. Os jovens em Crystal Lake agem fora da norma dos bons costumes e vão sendo eliminados um a um. Até mesmo Annie, a cozinheira que nem chegou ao acampamento, cometeu o pecado de fazer pouco caso do conselho de um adulto, o motorista de caminhão – diga-se de passagem descrito como um "American original" – que disse a ela para se demitir.
Fiquei impressionado de ver como as mortes são gráficas, até mesmo para os padrões de hoje: machadada na testa, flecha no pescoço por baixo da cama, o rapaz pregado à porta da cabana e, claro, a cabeça decepada no final.
Fraco, fraco.... fraquíssimo!
Aproveitei o recesso de trabalho para revisar a cineserie Sexta -Feira 13, eu não poderia deixar de lado (e dar uma assistida), no seu primeiro filme, que deu o ponta pé inicial a uma franquia icônica e bem sucedida, sobretudo, em cultivo da cultura pop oitentista quanto de público (e fãs pelo mundo afora). Neste primeiro filme, a direção ficou por conta de seu idealizador, Sean S. Cunningham, que vinha galgando filmes de terror sem sucesso comercial, como foi o caso do interessante e impactante, Aniversário Macabro, 1972. Definitivamente, Sean S. Cunmingham, deixou aqui seu nome gravado na história do cinema de horror, não pelo filme ter grandes feitos, mas por criar uma boa mitologia e um estilo de filme, o 'slasher movie', que vinha já sendo popularizado nos anos 70, em muitos giallos italianos, inclusive, popularizando, ainda mais essa cultura na década de 80. E no meu ver, o realizador iniciou bem! Com uma trilha sonora fascinante e bem marcante, assinada por Harry Manfredini (não tem como ouvir essa música e não lembrar do filme e de seu icônico personagem, Jason Voorhees). A construção do suspense é muito boa, Sean S. Cunningham, explora ao máximo cenas silenciosas, testando ao máximo, a tensão do telespectador. E por falar de cenas, que filmagem mais linda! Inclusive este filme é muito bem fotografado! Difetente demais assistirmos as filmagens de antigamente das de hoje (atualmente a coisa ficou bem irreal, meio IA, arte fílmica feita em computador), aqui inclusive, até os efeitos práticos são realizados manualmente ( e muito funcionais, inclusive!) com ótima maquiagem a cargo de Tom Savani (contribuidor que fez ótimos trabalhos nos filmes sequenciais). O aspecto negativo que este primeiro filme de SEXTA - FEIRA 13, sofre são as fracas atuações de um elenco inexperiente (todos canastrões) e uma final girl bem insossa (Adriane King). A excessão, (Betsy Palmer) que tem apenas 20 minutos de presença em cena, pelo menos mostra uma interessante (e as vezes cômica ) atuação esquizofrênica. Inclusive, Betsy em entrevista (que era apresentadora de programa infantil) brinca afirmando a preocupação de como o publico infantil iria reagir a sua imagem com de uma mãe assassina e falou que só topou desempenhar o papel por que estava precisando de dinheiro para comprar um carro. Muito bacana a entrevista e como os artistas de antigamente eram mais simples, livres desta soberba atual! Trabalhavam por pouco, gostavam da arte de atuar! SEXTA-FEIRA 13, o início, pode não ser um filme perfeito (inclusive não é o melhor da franquia) não tem também um feito melhor, muito pelo seu orçamento apertado. Mas, com certeza, escreveu seu nome na galeria dos filmes de terror entre um dos mais icônicos criando uma franquia rentável e um dos personagens mais icônicos e carismático dos anos 80 e no cinema de horror.
Horrível. Só assisti para seguir corretamente a ordem e ver os outros.
As atuações e aquelas cenas de lutas no final é comédia pura.
Filme que lançou o grande jason como um dos melhores vilões (apesar dele não ser aqui,e isso nem é spoiler pelo amor....)
Mas assistir sabendo que é uma velha o tempo todo é muito broxante