Garçonete ambiciosa e sem escrúpulos deixa o café em que trabalhava para se juntar a um parque de diversões itinerante. Rapidamente ela descobre que detesta os "freaks" que fazem parte da atração.
Singela homenagem ao irretocável clássico "Freaks", de Tod Browning, escrita e produzida por David Friedman, um dos papas do cinema exploitation, fã declarado do filme de 1932 e de espetáculos itinerantes, "She Freak" é uma joiazinha tosca. Dirigida por Byron Mabe, não apresenta nudez ou violência mais explícita. Ponto negativo? Pois bem, apesar das evidentes restrições orçamentárias da produção, "She Freak" consegue passar sua atmosfera circense com sucesso. E mais, as maquiagens das aberrações são relativamente convincentes e um sentimento de doença e danação infecta todo o filme como que escondido por trás das distrações "inofensivas" do parque. Pra fechar,
A cena da cobra me pegou de surpresa.
Um Freaks modesto com a alma e aquela lisergia que iria explodir nos anos 70s.
Refilmagem praticamente sem "freaks", que eram o melhor e essencial elemento do original.
Singela homenagem ao irretocável clássico "Freaks", de Tod Browning, escrita e produzida por David Friedman, um dos papas do cinema exploitation, fã declarado do filme de 1932 e de espetáculos itinerantes, "She Freak" é uma joiazinha tosca.
Dirigida por Byron Mabe, não apresenta nudez ou violência mais explícita. Ponto negativo? Pois bem, apesar das evidentes restrições orçamentárias da produção, "She Freak" consegue passar sua atmosfera circense com sucesso. E mais, as maquiagens das aberrações são relativamente convincentes e um sentimento de doença e danação infecta todo o filme como que escondido por trás das distrações "inofensivas" do parque.
Pra fechar,
a aparição da protagonista transformada em aberração