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Data de lançamento
18 Out. 1976Duração
Holmes e Watson partem para Nova York quando descobrem que Irene Adler está em perigo. Chegando lá, descobrem que Moriarty realizou o crime do século, além de ter sequestrado o filho de Adler, Scott, para garantir que Holmes fique fora da investigação, mas Moriarty mais uma vez será obrigado a enfrentar o grande detetive.
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25/05/2024
assistivel
Roger Moore já "colhia os louros" em sua carreira após rodar dois filmes do agente James Bond - 007. Muito popular nos anos 70 decidiu realizar esta versão setentista insossa de Sherlock Holmes. Apesar do ótimo 'cast' o filme não tem nada de mais, assim, como inúmeras versões chinfrins do detetive mais famoso do mundo. O bom do filme é ver a beleza de Charlotte Rampling e o charme inglês aristocrático de Roger Morre. No mais, o mais do mesmo em filmes do Sherlock Homes.
De início achei realmente terrível, a primeira cena já é uma pataquara sem sentido - se o Holmes achou o covil do vilão por que não trouxe a polícia de uma vez? Falta de provas? O plano maligno estava todo escrito na lousa! E sempre existem as armadilhas falastronas pra provar que o Professor é um vilão... Enfim, depois disto ainda temos aquela terrível cena do Holmes conversando com o tiozinho do teatro e ficando todo aliviado por uma informação de terceiros (!) ao ponto de nem ir tipo, verificar com a própria Adler se ela estava realmente bem (????), só fazendo isso quando já é tarde demais. E aí piora quando Irene Adler entra em cena (Holmes a chamando de Irene, sério isso gente? Nem serem amantes eventuais desculpa essa). Toda aquela cena ficou tão horrível que achei que estava vendo telenovela e tive que desplugar alguns minutos e dar uma respirada antes de criar a vontade de voltar pra matar o negócio - atuações extremamente ruins, mesmo. Mas felizmente depois do plot do Scott o negócio fica pelo menos mais divertido (Scott Doesn´t Know entrou na mente na hora), o filho do Holmes bissexual que tem um relacionamento com o Watson e eventuais aventuras sexuais com a Irene (enquanto ela ainda estiver "atuando", claro - nem viajei nessa com a coisa da repetição da personagem se vestir como homem...). Roger Moore não consegue largar a canastrice e algumas partes realmente doem - tipo ele interrompendo a Irene, mais desesperado que esta (?), mas faz lá o personagem todo cheio das incongruências que o roteiro pede - e talvez por isso humano o suficiente pra eu conseguir perdoar, hê. O Watson do Macnee é tão cópia do Nigel Bruce (gente, quando eles irão largar isso do Watson bufão?) que enquanto em alguns momentos eu ficava "wtf o Holmes tá fazendo com esse nó cego? É tipo pet mesmo?", então me deram a cena em que ele descobre e questiona sobre os ingressos, e depois umas declarações devotas do Holmes para com o Watson que me fizeram abraçar a mim mesma tanto pelo fanservice quanto pela aleatoriedade do bagulho hahahaha - tipo Holmes se controla na entrega que não é pra tanto! O que dizer do John Huston como Moriarty? Um pecado, em resumo. Tão caricato e mal utilizado e ARG apenas. No final foi uma experiência...que estou feliz ter acabado. Que venham os próximos!