Esse documentário é daqueles que não tem muita razão de existir já que não se aprofunda em nada nos fatos históricos que são aparentemente a razão de ter sido feito. Ele dedica um tempo muito maior à vida amorosa do seu diretor que parece que se apaixona por toda mulher que aparece na sua frente. Ele até que traz passagens curiosas e absurdas como aquela em que uma mulher sulista se declara contra o fim da escravidão. No saldo geral o filme foi menos ruim do que eu esperava que pudesse ter sido. Vi por conta do livro "1001 filmes para ver antes de morrer".
Eu realmente poderia morrer ser ter visto essa coisa tediosas de quase três horas sobre um cara mal amado ( e durante o filme você descobre porque ele era mal amado!). Documentário sobre a derrota sofrida pelo sul na Guerra da Secessão é tudo o que esse filma não é. Nota 2,0.
Indulgência do cineasta em achar que sua vida amorosa totalmente banal teriam relevância pra enterrar a premissa original do documentário sobre a Guerra de Secessão estadunidense, em benefício de um documentário estilo "diário de bordo" sobre as tentativas malfadadas em arrumar compromisso afetivo. Perdeu a pertinência com o tempo e ficou parecendo só uma exacerbação de uma aflição do topo da pirâmide de Maslow.
Apesar de muito relevante, à época em que foi lançado, por causa de seu pioneirismo e relação ao subgênero documental do "cinema-ensaio", a longa duração, o tema histórico essencialmente norte-americano e uma exacerbada condescendência do diretor em relação a si mesmo soaram-me como aspectos prejudiciais. Ainda assim, o filme é interessante em seu mostruário de tipos femininos sulistas, de modo que o filme é bem-sucedido na aplicação de seu subtítulo sobre "o amor romântico na era nuclear". Só força um pouco a barra, mas é compreensível em termos de estética oitentista. Relevante, portanto. (WPC>)
Talvez seja uma experiência um tanto penosa, mas a premissa de combinar a vida das pessoas nos 80 aos acontecimentos da Guerra Civil é chocante. O ranço da destruição ainda sobrevive no cunho mais pessoal possível, nas relações amorosas, na vida. Bacana.
Esse documentário é daqueles que não tem muita razão de existir já que não se aprofunda em nada nos fatos históricos que são aparentemente a razão de ter sido feito. Ele dedica um tempo muito maior à vida amorosa do seu diretor que parece que se apaixona por toda mulher que aparece na sua frente. Ele até que traz passagens curiosas e absurdas como aquela em que uma mulher sulista se declara contra o fim da escravidão. No saldo geral o filme foi menos ruim do que eu esperava que pudesse ter sido. Vi por conta do livro "1001 filmes para ver antes de morrer".
Eu realmente poderia morrer ser ter visto essa coisa tediosas de quase três horas sobre um cara mal amado ( e durante o filme você descobre porque ele era mal amado!). Documentário sobre a derrota sofrida pelo sul na Guerra da Secessão é tudo o que esse filma não é. Nota 2,0.
Indulgência do cineasta em achar que sua vida amorosa totalmente banal teriam relevância pra enterrar a premissa original do documentário sobre a Guerra de Secessão estadunidense, em benefício de um documentário estilo "diário de bordo" sobre as tentativas malfadadas em arrumar compromisso afetivo. Perdeu a pertinência com o tempo e ficou parecendo só uma exacerbação de uma aflição do topo da pirâmide de Maslow.
Apesar de muito relevante, à época em que foi lançado, por causa de seu pioneirismo e relação ao subgênero documental do "cinema-ensaio", a longa duração, o tema histórico essencialmente norte-americano e uma exacerbada condescendência do diretor em relação a si mesmo soaram-me como aspectos prejudiciais. Ainda assim, o filme é interessante em seu mostruário de tipos femininos sulistas, de modo que o filme é bem-sucedido na aplicação de seu subtítulo sobre "o amor romântico na era nuclear". Só força um pouco a barra, mas é compreensível em termos de estética oitentista. Relevante, portanto. (WPC>)
Talvez seja uma experiência um tanto penosa, mas a premissa de combinar a vida das pessoas nos 80 aos acontecimentos da Guerra Civil é chocante. O ranço da destruição ainda sobrevive no cunho mais pessoal possível, nas relações amorosas, na vida. Bacana.