Situado no ambiente acelerado dos trens locais de Mumbai, Sisak detalha um romance silencioso que se desenvolve de forma lenta e intoxicante, durante as viagens de trem de fim de dia entre dois homens.
É um curta delicado, que aborda o medo e a insegurança de amar em um país que até 2018 criminalizava os gays. A troca de olhares é carregada de sentimentos.
No entanto, como entretenimento é chato, monótono... e não tem 1 pingo de diálogo. Embora seja carregado de emoções, eu não gosto de curta/filme sem diálogo (e eu sei que o silêncio deste curta foi justamente para passar o sentimento deles... mas ainda assim para mim não rolou).
Uma belíssima narrativa que nos convida a construir esse enredo. O curta é perfeito ao traduzir com maestria o conceito do que é o silenciar que nós LGBTQ vivemos. E o mais bonito é como o público é parte construtora disso, afinal, a obra nos obriga a pensar sobre quem são esses personagens. São fantasmas? São ilusões? Casados? Lembranças de passado e presente? Possibilidades? É um leque de narrativas possíveis que faz com que haja vários curtas a medida que mais e mais pessoas o assistam. É um conceito espetacular. E não precisa de um longa para "trazer mais detalhes" como disseram abaixo. Os detalhes estão lá fora, na vida real, no silenciar constante que a sociedade impõe. A continuidade de "Sisak" está no olhar que lançamos para fora de nossas bolhas.
Situado no ambiente acelerado dos trens locais de Mumbai, Sisak detalha um romance silencioso que se desenvolve de forma lenta e intoxicante, durante as viagens de trem de fim de dia entre dois homens.
É um curta delicado, que aborda o medo e a insegurança de amar em um país que até 2018 criminalizava os gays. A troca de olhares é carregada de sentimentos.
No entanto, como entretenimento é chato, monótono... e não tem 1 pingo de diálogo. Embora seja carregado de emoções, eu não gosto de curta/filme sem diálogo (e eu sei que o silêncio deste curta foi justamente para passar o sentimento deles... mas ainda assim para mim não rolou).
Pqp! Não precisou dizer nada, pra sentir o que eles sentiram...
Uma belíssima narrativa que nos convida a construir esse enredo. O curta é perfeito ao traduzir com maestria o conceito do que é o silenciar que nós LGBTQ vivemos. E o mais bonito é como o público é parte construtora disso, afinal, a obra nos obriga a pensar sobre quem são esses personagens. São fantasmas? São ilusões? Casados? Lembranças de passado e presente? Possibilidades? É um leque de narrativas possíveis que faz com que haja vários curtas a medida que mais e mais pessoas o assistam. É um conceito espetacular. E não precisa de um longa para "trazer mais detalhes" como disseram abaixo. Os detalhes estão lá fora, na vida real, no silenciar constante que a sociedade impõe. A continuidade de "Sisak" está no olhar que lançamos para fora de nossas bolhas.
Muita coisa a ser dita. Espero que façam um longa e contem todos os detalhes.
Sinopse
Situado no ambiente acelerado dos trens locais de Mumbai, Sisak detalha um romance silencioso que se desenvolve de forma lenta e intoxicante, durante as viagens de trem de fim de dia entre dois homens.