Skin

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Skin (2019)
Skin
Média do filme: 4.2 de 5 — baseado em 33 votos
MÉDIAFILMOW
4.2
33 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Duração 80 min (1h20)
Classificação indicativa de Skin: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos

Duração

80 minutos Classificação indicativa de Skin: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
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Sinopse

Em busca da beleza em todas as suas formas, a atriz Beverly Naya volta à Nigéria e explora o impacto da cor da pele na sociedade.

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Marília Mendonça: Sentimento Louco | Trailer

Marília Mendonça: Sentimento Louco

Comentários 0
amigos querem ver
cabalo1
Serafim Lucas Gaspar
½
2 anos atrás

Caralho, poha , onde é que vejo o filme ou documentário???

Tem mais anúncio aqui do que outra coisa n sei onde ver o filme

O documentário me deu gatilho do inicio ao fim, é muito triste pensar que todos os dias milhares de mulheres passam pelo mesmo problema e isso em todos os cantos do mundo. A importância da representatividade é gritante nos dias atuais, temos que ensinar as crianças que elas são lindas exatamente da forma como são, exatamente como as milhares de estrelas que existem no céu, cada uma com sua essência. Ficou muito mais do que claro que a questão do clareamento é para aceitação social, tanto emocional como profissional, e quanto mais escura a mulher for, mais ela sofre. E a forma de passar por cima disso é a informação, pois uma pessoa que te prefere mais clara, no fundo não te prefere, então tchau pra ela.

Ninguém merece que a sua cor de pela seja uma questão na sua vida.

juquerino
Juliana
5 anos atrás

Um documentário muito bom.

É muito triste ver sobre essa indústria do clareamento e pra mim foi até chocante de ver que isso existe, principalmente porque fica claro que é a mulher tentando ser aceita na sociedade, sendo mais parecida com o "branco que é bom" e se distanciando do "preto mal".
A "solidão da mulher negra(retinta)" nunca ficou tão evidente como nesse documentário.
Só achei que faltou falar mais disso, da sociedade, todas falavam a mesma coisa dos motivos do clareamento, podia ter reservado um tempo do documentairo pra falar da opressao da sociedade. A criança já queria ser mais clara e nem sabia o motivo direito, dando uma aprofundada poderia contextualizar o motivo desses produtos derem tão populares.

A cena que ela pergunta se a mulher se arrepende e ela fala que não, mas que se pudesse voltaria pra cor original e chora falando que não está triste partiu meu coração!! É uma opressão tão grande, que ela não consegue nem admitir que queria ter a pele escura no seu natural e sair do vício forçado.

sigridur
maira
6 anos atrás

É bem informativo no tocante à industria de produtos estéticos de clareamento de pele, que até então eu não fazia ideia da potência bilionária que ela tem no mercado atual. Mas me incomodou um pouco como a obra não aprofunda muito as causas, focando apenas nos efeitos.
Exemplo: ao serem questionadas sobre por que as mulheres querem clarear a pele, as entrevistadas respondiam sempre "por insegurança, por falta de amor próprio, por falta de auto-estima, pra agradar os homens", e a diretora não acrescentou nenhum comentário a respeito, ratificando o que respondiam durante o desenvolver da obra. Como se o ser insegura, não ter amor próprio, etc, fosse a base e tivesse brotado do nada, sendo que todos esses sintomas são consequências de uma cenário muito maior.
Beverly Naya sugere o impacto do racismo, do capitalismo, do machismo e da misoginia, mas não desenvolve nenhum dos temas. Aliás, nenhum desses termos foi utilizado no documentário, nem mesmo "racismo". A própria Naya opta por falar que na infância sofreu "bullying" ao invés de falar que sofreu racismo.
Pelo discurso das mulheres entrevistadas, e até do próprio encaminhar da narrativa escolhido pela diretora, o foco acaba sendo uma questão mais individual, se distanciando do debate estrutural. Certamente foi sua escolha e a obra não se propõe mesmo a isso, focando apenas em alguns recortes. Mas acho que seria bem mais rico se se propusesse, porque tem muito potencial.
Ainda assim, achei enriquecedor, fiquei emocionada em diversos momentos, é muito bonita a sensibilidade e percepção da Beverly Naya. Muito inteligente quando ela mostra como uma atriz negra não retinta consegue diversos papeis, e logo depois corta para a atriz negra retinta que não conseguia nenhuma papel e depois de quatro anos desistiu de ser atriz. Novamente, e sempre, sempre, retorno ao questionamento: quantas poetas, cientistas, políticas, artistas, etc, perdemos por conta do racismo? Foram silenciadas sem a possibilidade de desenvolverem suas potências.

_wellbakari
Well Bakari
6 anos atrás

Documentário extremamente necessário, sobretudo ao discutir como o capitalismo usa e abusa do racismo nos países africanos. É triste ver as dor e o sexismo imposto sobre as mulheres...

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½
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