Confinado em uma cadeira de rodas após um acidente de carro, Lucas, de 13 anos, faz uma nova amizade com sua colega de classe Laís e se junta a ela numa jornada épica para encontrar o pai que nunca conheceu.
A ideia é honrosa, de fato, mas nem só de idéia pode viver um road movie infantil. - Vale pelo pinscher rosnando feito pitbull e pela Lara Boldorini (adorei sua personagem). Acontece o mesmo que ocorreu com "Colegas" de 2013: uma inclusão social sem preocupação alguma com roteiro, como se colocar portadores da síndrome de down ou cadeirantes já bastasse para encantar a platéia. Em ambos os casos as crianças mandam benzaço nas atuações inegavelmente! Mas carecem de melhores estruturas narrativas. Sem contar que o resto do filme (tirando o par mirim central) são quase inexistentes.
polícia é tratada como imprestável e zomba do sofrimento das mães. Não entendi em qual cidade se passa (após ver o filme,descobri que era no Sul) ,mas que agonia foi ver eles de casaco com maior sol e pedalando. A melhor coisa de longe é o triciclo do menino,que pelo visto,chegou em boa hora,mas que não entendi como era recarregado. A viagem nada mais é do que paisagens aéreas feitas por drones e quando se está em terra firme,parece que estão andando em círculos,muito amadora. Teve um momento em que pensei que os jovens que tinham dirigido o filme,porque não é possível! Serviu para Laís quebrar a cara e dar mais valor à mãe,escutando dos outros o que a mãe dizia para ela e ela não acreditava e pela iniciativa de inclusão social. Final que não faz jus com o restante do filme,pois em nenhum momento,senti interesse amoroso neles.
Dois protagonistas jovens em sintonia e com talento, uma trama simples, mas cativante e cheia de força, um filme com locações bonitas, pouco comuns e infantil, contando a história de uma boa amizade, ele não aprofunda seus assuntos, mas encanta.
Um filme útil, necessário, perfeito! Um filme para se ver com o coração! Como cadeirante me senti representada várias vezes! Quem pensou nesse filme pensou em nós [cadeirantes]. A gente pode sim, a gente pode tudo! A dupla protagonista é muito cativante! Assistido em 08\05\2021 pela Amazon Prime Video.
Fraco e chato! Péssimo enredo. Só o menino da cadeira de rodas é quem leva o filme no colo. Tv Brasil, outro canal chato que passa os filmes de 10 em 10 minutos por causa dos vários intervalos. 20/04/21
A ideia é honrosa, de fato, mas nem só de idéia pode viver um road movie infantil. - Vale pelo pinscher rosnando feito pitbull e pela Lara Boldorini (adorei sua personagem). Acontece o mesmo que ocorreu com "Colegas" de 2013: uma inclusão social sem preocupação alguma com roteiro, como se colocar portadores da síndrome de down ou cadeirantes já bastasse para encantar a platéia. Em ambos os casos as crianças mandam benzaço nas atuações inegavelmente! Mas carecem de melhores estruturas narrativas. Sem contar que o resto do filme (tirando o par mirim central) são quase inexistentes.
Filme curto (ainda bem!),porque a viagem que era para ser no mínimo interessante,não têm emoção, não tem aventura, simplesmente não tem nada.
A
polícia é tratada como imprestável e zomba do sofrimento das mães.
Não entendi em qual cidade se passa (após ver o filme,descobri que era no Sul) ,mas que agonia foi ver eles de casaco com maior sol e pedalando.
A melhor coisa de longe é o triciclo do menino,que pelo visto,chegou em boa hora,mas que não entendi como era recarregado.
A viagem nada mais é do que paisagens aéreas feitas por drones e quando se está em terra firme,parece que estão andando em círculos,muito amadora. Teve um momento em que pensei que os jovens que tinham dirigido o filme,porque não é possível!
Serviu para Laís quebrar a cara e dar mais valor à mãe,escutando dos outros o que a mãe dizia para ela e ela não acreditava e pela iniciativa de inclusão social.
Final que não faz jus com o restante do filme,pois em nenhum momento,senti interesse amoroso neles.
Dois protagonistas jovens em sintonia e com talento, uma trama simples, mas cativante e cheia de força, um filme com locações bonitas, pouco comuns e infantil, contando a história de uma boa amizade, ele não aprofunda seus assuntos, mas encanta.
Um filme útil, necessário, perfeito! Um filme para se ver com o coração! Como cadeirante me senti representada várias vezes! Quem pensou nesse filme pensou em nós [cadeirantes]. A gente pode sim, a gente pode tudo! A dupla protagonista é muito cativante! Assistido em 08\05\2021 pela Amazon Prime Video.
Fraco e chato!
Péssimo enredo. Só o menino da cadeira de rodas é quem leva o filme no colo.
Tv Brasil, outro canal chato que passa os filmes de 10 em 10 minutos por causa dos vários intervalos.
20/04/21