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Um enorme e selvagem psicopata chamado Ivan Moser, que "violentou e matou" 23 homens, mulheres e crianças (ou 24, como o próprio criminoso corrige ao ser acusado dos crimes), está para ser executado na cadeira elétrica. Mas algo dá errado e ele não morre, iniciando um motim que destrói o presídio e deixa centenas de mortos. Dezoito meses depois, uma decadente equipe de filmagem consegue alugar a velha cadeia como cenário para as filmagens de "Death House Dolls", um exploitation movie sobre mulheres na prisão. A equipe é liderada pelo cineasta Robert Edwards, tendo como atriz principal uma estrela decadente, Sharon Fox, cheia de frescuras, e que só está fazendo o filme porque precisa de dinheiro. Logo, uma nova onda de crimes volta a ocorrer, aterrorizando a equipe técnica e os atores.
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Duro de Prender (Prison, 1987) e Cadeira Elétrica (The Chair, 1988) são muito melhores que esse.
Suspense e terror da Back East Money, Skouras Pictures, Weskirk e Wind River Productions. Foi a estréia como diretor de Robert Kirk no cinema e seu único filme de ficção, pois ele era mais especializado como produtor de seriados para a TV.
Anthony Perkins (1932-1992) substituiu Roddy McDowall (1928-1998) em pouco tempo. Este filme fez parte de um ciclo de filmes de terror sobre assassinos voltando dos mortos após a execução na cadeira elétrica. Condenação do além (87), A casa do espanto III (89) e Shocker: 100 mil volts de terror (89) também foram incluídos nessa tendência.
"Destroyer" é amador na produção e está em números em slash, mas o senso de ironia o torna um filme ruim e quase divertido. Raramente tão interessante quanto se poderia esperar. As sequências com a equipe de filmagem são curiosas e até divertidas, mas a estória apela para as cenas de violência gratuita e não foge de situações previsíveis, com exceção de uma: desta vez, Anthony Perkins não é um maníaco.
18-08-2022
O filme é bonzinho, nada mais do que isso. Um detalhe que vi e achei até engraçado, não sei se é um tique nervoso do ator ( TAXISTA) ou se era pra ser assim, não faço idéia, isso a 1:11:36 de filme, ele mostra a língua umas 4 vezes na mesma cena, tive de rever de tanto que eu dei risada.
Mais uma das perolas dos anos 80 que conseguir rever novamente.