Em Algum Lugar do Passado

Compartilhar
Em Algum Lugar do Passado (1980)
Somewhere in Time
Média do filme: 3.9 de 5 — baseado em 4965 votos
MÉDIAFILMOW
3.9
4965 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Jeannot Szwarc
Data de lançamento 3 Out. 1980 Outras datas
Duração 110 min (1h50)
Classificação indicativa de Em Algum Lugar do Passado: L - Livre para todos os públicos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

3 Out. 1980

Duração

110 minutos Classificação indicativa de Em Algum Lugar do Passado: L - Livre para todos os públicos
Carregando Publicidade...

Sinopse

Universidade de Millfield, maio de 1972. Richard Collier (Christopher Reeve) é um jovem teatrólogo que conhece na noite de estreia da sua primeira peça uma senhora idosa, que lhe dá um antigo relógio de bolso e diz: "volte para mim". Ela se retira sem mais dizer, deixando-o intrigado. Chicago, 1980. Richard não consegue terminar sua nova peça, decide viajar sem destino certo e se hospeda no Grand Hotel. Lá visita o Salão Histórico, repleto de antiguidades, e fica encantado com a fotografia de uma bela mulher, Elise McKenna (Jane Seymour), que descobre ser a mesma que lhe deu o relógio.

Elenco

Fotos e Trailers

Trailers (1)
Filmow+
Ticket de Prata

Sem anúncios

Comprar
Filmow+
Ticket de Prata

Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções

  • Navegue sem anúncios
  • Badge exclusivo Filmow+ no perfil
  • Acesso antecipado a novidades
  • Apoie a comunidade cinéfila
Comprar agora

Trailer do dia

Dom de Iludir | Trailer oficial

Dom de Iludir (1ª Temporada)

Comentários 1
amigos querem ver
2045894245430677
Mister.S Fernandes
½
1 semana atrás

🎬 Em Algum Lugar do Passado (1980)

Este foi um daqueles filmes que me surpreenderam positivamente. ✨⏳❤️

Gosto muito de histórias que envolvem viagens no tempo ou a ideia de voltar ao passado, e aqui encontramos uma abordagem diferente, delicada e extremamente romântica. O filme é construído sobre um sentimento tão simples quanto poderoso: o desejo de estar ao lado da pessoa amada, mesmo que o tempo pareça tornar isso impossível. 💕⌛

Christopher Reeve e Jane Seymour formam um casal extremamente carismático e convincente. ❤️👏 A química entre os dois funciona muito bem e faz com que o espectador embarque junto nessa história carregada de emoção, saudade e esperança.

Outro ponto que merece destaque é a trilha sonora. 🎻🎶 A música tema é simplesmente maravilhosa e contribui enormemente para a atmosfera do filme. Em vários momentos, ela consegue transmitir emoções que nem mesmo os diálogos precisariam explicar, tornando a experiência ainda mais profunda e emocionante.

Apesar de ser uma narrativa simples, o filme possui um encanto especial. É uma história que fala sobre amor, destino e sobre como certos sentimentos parecem ultrapassar qualquer barreira, até mesmo o próprio tempo. 🌹✨

E o final... que final! 😢❤️ Um desfecho emocionante que deixa a sensação de que o amor verdadeiro vai muito além desta vida e das limitações do mundo material. É daqueles filmes que acabam e permanecem na memória por muito tempo.

No geral, uma bela surpresa, especialmente para quem aprecia romances clássicos com um toque de fantasia e viagem no tempo. 🌟⏳❤️

📅 Assistido em: setembro de 2026
🌟 Dou nota 7,5 de 10

brunohenrique101010
Bruno
1 mês atrás

Assisti pela sexta vez hoje e continua simplesmente perfeito. Muito amor, tristeza em um mesmo filme. Além da parte da ficção. Se viajar no tempo fosse possível, esse talvez seria o modo mais rápido e plausível de se conseguir. Reeve no documentário fala que queria um personagem diferente, não só de filme de ação. E ele acertou em cheio, maestria.

hellendoege
Hellen
½
1 mês atrás

Simplesmente o site não é mais seguro, lembro de já marcar esse filme como assistido umas 3 vezes.

brunamsousa
Srta Bruna I. S.
1 mês atrás

Um romance extremamente delicado, com uma certa pureza e até inocência na representação de um amor que transcende os dois apaixonados, o espaço e o próprio tempo.
E o tempo aqui é de extrema importância para a história, pois teorias conceituais à parte, vale aquela máxima "Como podemos ter tempo quando é ele que nos tem?", e fica o questionamento de o que é o tempo em sua essência? No filme, é algo transponível, e apesar de implacável, torna-se um mero detalhe para duas pessoas que se amam e desejam com todas as forças viver esse amor.
O destino também é algo impactante no romance, pois contra todas as possibilidades tudo converge para que eles possam se encontrar, e depois (ou antes) se encontrar novamente, e no fim de tudo, ainda sim, acontece um novo encontro.
São duas pessoas que foram feitas para ter esse encontro, talvez não da forma perfeita, mas se o destino é esse, ainda que a história seja interrompida em algum momento, tudo irá convergir para que aconteça de novo e outra vez.
E diante de duas forças tão avassaladoras como o tempo e o destino, o que se sobressai é uma força ainda maior: o amor! É como se ela fosse feita sob medida para ele e vice-versa, e carregam dentro de si uma bússola cujo norte para um é sempre o outro, e independente dos caminhos que seguiram no passado ou que seguem no presente, esses caminhos sempre irão fazê-los se cruzar.
A delicadeza do filme é acompanhada pela sutileza na atuação de Christopher Reeve e Jane Seymour, que juntos formam um belo casal, e ainda podemos contar com uma sublime fotografia e trilha sonora, que ajustam o tom do filme para algo melancólico e agradável de assistir.
O final do filme é dolorosamente triste, imagina amar alguém a ponto de não conseguir viver sem essa pessoa, sem esse amor? É quase impossível de idealizar um amor assim.
Em um dado momento ela diz: "Eu quero ser tudo pra você", e ele responde: "Você é, você é".
Um diálogo simples, mas de uma profundidade e uma beleza única.
E ela realmente foi tudo pra ele, apesar do pouco tempo que tiveram, tudo na história deles se tornou eternizado.

Assistido novamente em 19 de agosto de 2026.
Nota: 10/10

editado
velho_cinefilo
Senhor Ivan
1 mês atrás

As viagens no tempo do cinema sempre renderam filmes curiosos e até duvidosos demais,aqui não é diferente. Existe muita coisa que pode ser colocado em jogo,mas isso é assunto pra outro dia.
Ao começar,a fotografia fica a cargo do monstro sagrado Isidore Mankovsky,setembrista,sabia como emocionar com seus lugares melancólicos e que pudesse de certa forma nos fazer refletir. Acompanhada de perto pela trilha sonora melancólica de John Barry fica difícil prosseguir até o fim sem aquele nó na garganta.

A proposta do filme é muito simples e após todo o contexto ser apresentado,o filme dar um salto de oito anos onde a trama começa pra valer. O protagonista parece sempre conhecer alguém e isso já mostra como será a viagem no tempo. O exercício de pedidos ao universo funciona aqui e de certa forma nos deixa pensativos demais sobre tal situação. Quantas e quantas pessoas não fizeram tal exercício para conseguir tal coisa e de fato aconteceu... se é o universo ou apenas o destino,aí também é papo pra outro dia.

A volta no tempo rende um filme visualmente belíssimo. Toda a ambientação,figurino,costumes são bem colocados em prática e o teatro como o principal meio de entretenimento é brilhantemente bem conduzido e tem um espaço merecido no filme. A partir desses momentos,temos um filme começando a ficar mais leve,deixando um pouco o drama romântico mais acessível sem perder o foco. Alguns pequenos momentos de comédia,principalmente envolvendo o casal deixa tudo mais tranquilo e de certa forma,cria uma boa interação com o espectador. Mas nem tudo é flores na trama amorosa. Sempre vai existir o sujeito imprestável que em um momento ou outro vai tentar estragar toda a situação de amor do casal. Aqui,vivido por Christopher Plummer,difícil não odiar o sujeito de sorte por ter Elise (Jane Seymour) por perto boa parte do tempo,mas não sabe como tratá-la. E a partir disso tudo,fica com receio,desconfiança e até ciúmes quando Richard (Reeve) se aproxima demais e faz Elise enxergar a vida com outros olhos e viver tudo com leveza nunca experimentada antes. A desconfiança dela é dia a dia quebrada por situações que ele faz e demonstra em seus encontros. O medo começa a dar lugar a certeza e disso tudo o amor começa a surgir pouco a pouco,fazendo dos dois um só,como diria a canção da Madonna,"Crazy for You":Two by two, their bodies become one.

Chegando na reta final,o filme mostra como é tão sofrido ficar tão perto,mas ao mesmo tempo,tão longe. Algo que parece ser seu,mas no fundo não é. Apenas a conexão de almas consegue aproximá-los e viver todo aquele amor verdadeiro e que precisa ser vivido ainda em vida.
O final visto dói,mas somente assim poderia ser finalizado. Lembrei de outra canção,"Além da Cama" de Alcione,onde se inicia com a clássica frase "De Amor eu Não Morro",aí eu te pergunto,quem ama de verdade não pode um dia morrer de amor ?
Filme apenas único para aqueles totalmente sentimentais demais.

>Revisto em 18 de Agosto de 2026

Carregando Publicidade...
½
1
1½
2
2½
3
3½
4
4½
5

Listas com o filme

Ver todas as listas (627)
Na Natureza Selvagem A Menina que Roubava Livros As Vantagens de Ser Invisível À Espera de Um Milagre Forrest Gump: O Contador de Histórias
Cinema e Literatura ***
por andersontak
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças Desencanto Tarde Demais para Esquecer O Despertar de uma Paixão WALL·E
Overdose de Amor
por killingxs
Orgulho e Preconceito Orgulho e Preconceito Romeu e Julieta Desejo e Reparação Maria Antonieta
Romances de época
por andreia_almeida

Elenco de Em Algum Lugar do Passado

Mostrar mais (52)
Christopher Plummer 28 503

Christopher Plummer

(William Fawcett Robinson)
Christopher Reeve 52 777

Christopher Reeve

(Richard Collier)
Jane Seymour (I) 7 111

Jane Seymour (I)

(Elise McKenna)
Teresa Wright 3 49

Teresa Wright

(Laura Roberts)
Ali Matheson 0 0

Ali Matheson

(Estudante)
Ann K. Irish 0 0

Ann K. Irish

(Teacher, in 1912)

Se você gostou deste filme, confira também estes aqui: