Dirigido por
Duração
Joe/Narcissus é um homem comum que acabou de assinar um contrato de aluguel. Enquanto pensa no que fazer para pagar as contas, ele descobre que pode ver o conteúdo de sua mente se revelar quando olha seus próprios olhos no espelho. Ele se dá conta de que pode usar esse dom sobre os outros, e abre um negócio que consiste em revelar os sonhos ocultos de seus pacientes. Cada uma das sete sequências de sonho surrealistas foi criação de um importante artista da vanguarda da primeira metade do século XX.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Pequeno embrião daquilo que o cinema se tornaria nos 60 , com um nível de experimentação acima do comum. Nem tudo faz sentido, aliás pouco faz, na viagem através dos sonhos de um terceiro idealizado por Richter, o que nada mais é do que o próprio sentido da existência do cinema. Não havia me atendando que Richter se tratava do artista de curtas dadaístas lá dos anos 20 incluindo o magnífico Vormittagsspuk. Apesar de sua produção bem independente seu conteúdo vale por toda a sessão.
Uma película surrealista no seu melhor.
Lindas músicas, viagem. Música dos anos 40 lembrando um pouco as progressivas dos anos 60,70, ou seja duas décadas mais ou menos na frente. E belo sincronismo com a música e o filme.
Difícil definir esse filme aqui, hem? Viajadíssimo, filme-arte experimentalista demais e muito original para a época que foi produzido, feito pelo diretor Hans Ritcher, que era um artista e introduziu muitos elementos surrealistas e dadaístas no filme.
Também tem elementos noir, como a voz em off durante uma parte do filme (como ele consegue misturar com surrealismo é que me impressionou).
A minha gata Elsa gostou muito das cenas surrealistas e principalmente da música do filme. Realmente é interessante.
A estética é boa, desperta curiosidade, mas a história em si são outros quinhentos. Mais pro final do filme já não tinha mais noção do que poderia ser realidade, aí abstraí de vez. Melhor sequência onírica: a garota com o coração pré-fabricado.
Overdose de semiótica.......dormi