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Data de lançamento
7 Set. 2001Duração
A história de Cassie, uma jovem que está para se mudar para a faculdade e se separar de sua turma. Ela namora um outro jovem, o bonito e apaixonado Sean. Eles decidem ir a uma festa meio gótica com sua melhor amiga Annabel e seu namorado Matt para curtir os últimos momentos juntos. Só que, nessa festa, descobrimos que Cassie e Matt são ex-namorados, e Sean os vê se beijando, como uma despedida. Isso só poderia significar uma coisa: fim de festa para os amigos. Na volta para casa um terrível acidente acontece, e é aí que o filme realmente começa em uma insana viagem onde não sabemos o que é realidade e o que é alucinação.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Tem lá suas pataquadas bem típicas de roteiro da época, mas assistido hoje, entrega um passatempo bem honesto. A premissa de brincar com o espectador sobre o que é real e o que é projeção da mente da protagonista é bacana e segura a atenção. O grande trunfo aqui é puramente a nostalgia. O longa exala aquela estética maravilhosa do início dos anos 2000: filtros de câmera azulados/esverdeados, elenco saído direto do auge da MTV e uma atmosfera de balada gótica meio maluca que não se faz mais hoje em dia.
Dá para ver numa boa, e de bônus tem o Wes Bentley, um baita ator subestimado que merecia muito mais sucesso na carreira, e a Eliza Dushku, uma deusa de linda.
Este é um daqueles filmes que sabemos que são ruins, que na época foi bomba, mas que hoje, estranhamente, soa melhor que muitos filmes de terror atuais. rsrsr
A estética, trilha sonora, etc.
Não sei se é pelo clima de nostalgia, mas que é estranho, é.
2001 foi o ano que mais aluguei filmes.
E não lembro desse.
Acho que não chegou nas locadoras em São Borja (RS). Hehehe
Sua estética – a cultura rave, o nu-metal na trilha, a fotografia com filtros azuis e desaturados – é uma cápsula do tempo daquele exato momento cultural
Seus desafios são manifestações de seu trauma e das forças que disputam sua essência
Luto e Culpa de Sobrevivente. A Natureza da Realidade. Purgatório e Julgamento.
O filme merece crédito por tentar fundir o horror adolescente com uma premissa teológica mais complexa, inspirada em obras como Jacob's Ladder. A ideia de um purgatório disfarçado de campus universitário é, em teoria, intrigante
A direção depende de jump scares baratos e de uma edição frenética que mais confunde do que cria tensão. O roteiro é fraco, com diálogos expositivos e personagens subdesenvolvidos
A tentativa de ser misterioso resulta em uma narrativa caótica e ilógica. As ações dos personagens não fazem sentido, mesmo após a revelação do twist
A protagonista é testada em sua capacidade de resistir ao medo da morte, a maior das provações para a virtude da fortaleza
A 'espiritualidade' do filme é de uma superficialidade atroz. É um conceito de limbo/purgatório saído de um manual de autoajuda de quinta categoria, usado como desculpa para um roteiro que não faz sentido.
[/spoiler]Permanece em um plano naturalista e emocional. Embora promova a ideia de que devemos lutar contra as trevas, a motivação é mais o medo do que o amor à virtude.[/spoiler]
Uma confusão só!