Isolada da civilização, uma mãe solteira coloca seus filhos em alerta máximo quando eles trazem para casa uma garota coberta de argila e a garota trás uma previsão assustadora.
O folclore ao redor da entidade que é a ameaça principal aqui é até fácil de se compreender, mas esse Roh se enrola muito em seu quebra-cabeças visual para contar uma história de maldição que me parece relativamente simples em linhas gerais, e por isso se apoia e muito na ambientação magistral das florestas malasianas e nesse clima iminente de desgraça (algumas cenas, no sentido mais gráfico, são bem boas, mas a melhor é a que a mãe conta uma lenda antiga para os filhos antes de eles irem dormir), que vai se concretizar eventualmente.
Mais um exemplo do terror vindo da Malásia que apesar de novamente explorar seu mágico e assustador cenário natural para as cenas de possessão peca terrivelmente pelo amadorismo do elenco e uma trama confusa que não envolve nem assusta o público. Fraco!
Cuidado com quem você encontra no meio da floresta, pode não ser muito confiável, e talvez nem mesmo uma pessoa. ... Em Roh acompanhamos uma família que vive isolada numa cabana no meio da floresta que, depois da aparição de uma garotinha muda ensanguentada, o mal se alastra. ... O filme foi a escolha da Malasia para o Oscar de melhor filme Internacional no prêmio deste ano, e embora não deva chegar nem na lista definitiva, temos bons elementos como a boa construção de atmosfera que traz uma crescente tensão e perigo do desconhecido tomando como base uma história povoada pelo folclore local. ... Infelizmente, a boa fotografia e os temas não usuais não são suficientes para conquistar o espectador, pois a direção tropeça no ritmo que é extremamente lento e cansativo.
tinha tudo pra ser bom, mas o filme é muito parado, sem emoção. .
O folclore ao redor da entidade que é a ameaça principal aqui é até fácil de se compreender, mas esse Roh se enrola muito em seu quebra-cabeças visual para contar uma história de maldição que me parece relativamente simples em linhas gerais, e por isso se apoia e muito na ambientação magistral das florestas malasianas e nesse clima iminente de desgraça (algumas cenas, no sentido mais gráfico, são bem boas, mas a melhor é a que a mãe conta uma lenda antiga para os filhos antes de eles irem dormir), que vai se concretizar eventualmente.
Mais um exemplo do terror vindo da Malásia que apesar de novamente explorar seu mágico e assustador cenário natural para as cenas de possessão peca terrivelmente pelo amadorismo do elenco e uma trama confusa que não envolve nem assusta o público. Fraco!
Cuidado com quem você encontra no meio da floresta, pode não ser muito confiável, e talvez nem mesmo uma pessoa.
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Em Roh acompanhamos uma família que vive isolada numa cabana no meio da floresta que, depois da aparição de uma garotinha muda ensanguentada, o mal se alastra.
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O filme foi a escolha da Malasia para o Oscar de melhor filme Internacional no prêmio deste ano, e embora não deva chegar nem na lista definitiva, temos bons elementos como a boa construção de atmosfera que traz uma crescente tensão e perigo do desconhecido tomando como base uma história povoada pelo folclore local.
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Infelizmente, a boa fotografia e os temas não usuais não são suficientes para conquistar o espectador, pois a direção tropeça no ritmo que é extremamente lento e cansativo.
Tendi foi nada.