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Duração
Quando eu tinha sete, oito anos... vi meu pai conversando com um amigo. Não entendia muito bem o que eles estavam falando... o que eu mais lembro era dos lábios mexendo. Fiquei com vontade de beijar a boca do amigo do meu pai!
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Sou paraibano e não consego puxar saco para esse curta... cenas desnecessárias e a edição de áudio extourou o som nos efeitos sonoros, o que incomodou muito por ter que ficar aumentando e diminuindo o volume... o forte do curta é a fotografia e as retratação de cenas muito comuns no Estado.
Muito significativo a música "The Man Who Sold The World" e sua poesia mesclada a está trama. Poesia, choque, revolta, ousadia, petulância, descoberta, silêncio. Passagem de tempo. Outras épocas. Conflito de gerações. Conquistas. Retrocessos. Anseios. Cansaço.
Achei desnecessário os maus tratos aos animais, e algumas cenas..
Magnífico! Não entendi muito bem a intenção da narração inicial e a cena forte (ainda que corriqueira) do corte no pescoço da galinha, mas, depois que o protagonista entra em cena, que beleza: a emulação do David Bowie na guitarra sertaneja, o flerte do trisal ao som do Edson Gomes, o diálogo soberbo que explica o poder supremo deste título singular e eponímico. Filmaço! Como esta obra intensa não foi melhor difundida no universo homossexual contemporâneo? É um alento de genialidade íntima, subversivo em prol do entendimento. Magnífico! (WPC>)
Curta paraibano muito bem filmado, poético e com uma bela fotografia.