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Data de lançamento
18 Nov. 1996Duração
Século XXIV. A Federação está sendo atacada pelos Borgs, uma raça cibernética que faz um processo de "assimilação" em seus prisioneiros para transformá-los em um deles. Como o capitão Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) tinha sido um prisioneiro dos Borgs, lhe é ordenado que não participe da batalha. Porém Picard não pôde resistir e ordena que sua Enterprise-E nova em folha participe do combate, o qual vence de forma incontestável. A Enterprise segue a única nave Borg que sobrou através de um túnel do tempo, que vai parar em meados do século XXI. É nesta época que os Borgs tentam conquistar a Terra, tendo como alvo o trabalho do inventor da velocidade dobra (mais rápida que a luz) Zefram Cochrane (James Cromwell), que tornou as viagens interplanetárias possíveis. Assim a tripulação da Enterprise tenta evitar que os Borgs interrompam o trabalho de Cochrane e sua assistente Lily (Alfre Woodard). Resumindo, os Borgs querem intervir no passado e assim afetar o futuro, acreditando que desta maneira podem impedir que os humanos façam o primeiro contato com uma civilização muito evoluída.
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IMPRIMATUR - visto no cinema em 1996/97:
Tenho um pouco de dúvida sobre a data de estreia dele nos cinemas brasileiros...
Como sempre ignorei na tv, só fui passar a ver a "saga" recuperando o tempo perdido com os VHS em meados dos anos 90 - geralmente, gostava mais dos filme de número ímpar, que dizem serem os ruins, mas desse gostei bastante.
Avaliação em nota: 7.9
Jordanda nas estrelas o 8, oprimeiro contato, é uma oportunidade da equipe que trabalhou na nova geração e também em Deep Space Nine de fazer uma versão um pouco mais de mais alto orçamento, com ação melhor, melhores efeitos, melhor figurino, da história que foi talvez o ápice da jornada nas estrelas a nova geração, as duas partes de melhor dos dois mundos, que fez a melhor versão, a melhor história, a mais empolgante, a mais impactante, envolvendo os Borg. Muito famoso pelo Capitão Picard, terminar uma temporada como vilão Locutus e depois a gente só ter o seguimento para saber se o Picard ia conseguir se salvar ou não e se a frota estelar ia conseguir ganhar dos Borgs na temporada seguinte. O filme ele faz isso de uma maneira muito eficiente - eu acho que ele é um pouco mais hermético aos que não são fãs da franquia - o que é diferente dos filmes anteriores que apesar de envolverem bastante referências a série original tinham um charme, uma dinâmica, que era muito aberta a novos fãs, tanto que qualquer um pode assistir um dos filmes envolvendo a equipe original sem problemas. Esse filme ele se permite ser mais indulgente com relação à própria mitologia e o próprio trabalho desses autores na série do qual o filme é um derivado. Porém ele funciona como um grande épico de ação de ficção científica. Consigo entender porque alguns fãs, considerando o caráter um pouco mais cerebral da série A Nova Geração, não tenham gostado dessa direção, mas ele é um dos melhores produtos que a franquia já entregou em termos cinematográficos, e especialmente pelos efeitos especiais e pela direção fantástica do Jonathan Frakes, que interpreta o comandante Riker no filme.
Eu não sou fã dos Borgs, e todas as vezes na série que envolviam eles ou o "Q" eu acho um saco. mas o filme é legal.
8.5 - O oitavo filme da série cinematográfica e julgo que o segundo com a chamada Nova Geração, onde se integra o Comandante Jean-Luc Picard (Patrick Stewart), o Primeiro-Imediato William Riker (Jonathan Frakes), o ciborgue Data (Brent Spiner), a conselheira Deanna Troi (Marina Sirtis), a médica Beverly (Gates McFadden), o engenheiro Geordi (LeVar Burton) e o Tenente Worf (Michael Dorn), entre outros, como neste filme, a famigerada Rainha dos Borg (Alice Krige).
Realizado pelo próprio Jonathan Frakes (Riker), assistimos a uma história interessante embora não muito original, com viagens no tempo, mas com acção q.b e uma boa pitada de humor (sobretudo no que diz respeito ao personagem Zefram Cochrane). Como vilões temos os Borg, uma raça altamente tecnológica e expansionista, e uma das mais perigosas do universo star trekiano, que pretende assimilar todas as raças no seu colectivo.
"Resistance is futile!"
Dos 4 filmes envolvendo a tripulação da Next Generation, "Jornada nas Estrelas - Primeiro Contato" talvez seja o mais respeitado. De fato, a trama é boa, o roteiro funciona, mesmo que para isso o filme precise quebrar alguns paradigmas estabelecidos pela série de TV - como a personalidade do capitão Picard, que se torna muito mais 'intolerante' nesse longa (ainda que justificado pelas circunstâncias) ou até mesmo o próprio conceito da raça alienígena Borg como uma coletividade totalmente desfeita de individualismos. A ideia de viagem no tempo não é original - já foi usada no quarto filme - mas aqui serve como muleta do roteiro para poder tapar alguns buracos. E, por fim, os efeitos especiais são muito bons para a época, sendo a cena da batalha do lado de fora da Enterprise bem diferente e criativa. Como agrado aos fãs não só das séries principais mas também das derivadas, o filme encontra tempo ainda de fazer referências à Deep Space Nine (a nave Defiant, comandada pelo personagem Worf no início da trama) e à Voyager (o holograma médico que aparece em uma rápida, mas simpática pontinha).