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“Stockholm Stories” é um drama contemporâneo e bem-humorado com tramas múltiplas sobre pessoas cujos caminhos se cruzam durante alguns dias chuvosos em novembro. O jovem escritor Johan está obcecado com sua teoria sobre luz e escuridão urbana. Preppy Douglas apaixona-se por Anna, que foi despejada e encontra-se desabrigada. A publicitária Jessica, com roupas estranhas e um talento para começar brigas, recebeu uma negação para sua proposta de adoção porque ela não tem amigos. O “workaholic” Thomas está intrigado com uma carta de amor enviada aleatoriamente. De quanta luz nós precisamos para enxergar os outros? E de quanta escuridão para nos atrevermos a encontrá-los?
Baseado em uma coletânea de contos escrita pelo ator Jonas Karlsson.
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Gostei e ri das histórias, principalmente da obsessão dos personagens. A paranoia do cara com a carta escrita em seu nome, a confusão com o sorteio da cesta e o roteirista que quer ter sua história lida a todo custo foram engraçadas de tanto que os personagens insistiam. Com destaque para a da carta: ainda existem listas telefônicas? Mas a ideia da carta randômica é legal, lembrei de filmes como Medianeras (2011), que também retrata isso da solidão de metrópole e encontros do acaso.
A antologia fica confusa no início do filme, mas de praxe nesse tipo de filme é recompensado no final. É satisfatório o roteirista amador do filme conseguir a sua história de que precisava e ao mesmo tempo fazer com que os personagens se encontrem. Se em “Magnolia (1999)” temos o sinistro dos sapos a cair do céu para unir as pessoas, aqui temos o apagão como essa fonte de conexão. O curioso é que já havia visto um filme sueco chamado “Sound of Noise” também com a ideia do apagão.
No mais, a luz e a linguagem as vezes pode nos impedir de ver a realidade como ela é. Somente quando a luz se apaga e quando e vem o silêncio, é que nós percebemos que só havíamos visto sombras.
É até bom, apesar dos personagens idiotas.
Filme 076/2016 — Um filme com histórias bastantes comuns e personagens que se encontram e desencontram durante toda a trama! O interessante do filme são os registros da urbana Estocolmo! Uma metrópole fria, louca e cheia de surpresas.
Vi na Mostra de Cinema Sueco Contemporâneo da UFES.
Adoro essas histórias contemporâneas das grandes metrópoles e suas solidões típicas! O filme foi me ganhando com o tempo e passa uma bela mensagem que tem tudo a ver com a primeira cena!